3) Não é necessária para o perdão dos pecados ou aceitação para com Deus depois da salvação.
Esta é outra importante distinção entre o batismo na água e a Ceia do Senhor. O batismo na água tal como era praticada no âmbito do programa do Reino era imposto e tinha que ver com o perdão dos pecados (Marcos 1:4, 16:16, Atos 2:38, 22:16).
Por outro lado, a Ceia do Senhor deve ser praticada apenas por aqueles que já estão salvos. Paulo informa-nos que agora estamos “agradáveis… no Amado” e “perfeitos n'Ele" (Efésios 1:6, Colossenses 2:10). Tendo sido abençoados com todas as bênçãos espirituais nos lugares celestiais em Cristo, não há ordenanças, ritos ou rituais que posam acrescentar uma gota à nossa posição em Cristo. De facto, Paulo revela ainda que as ordenanças que foram desfeitas, tiradas e pregadas na cruz (Efésios 2:15, Colossenses 2:14). Assim, ele perguntou aos cristãos “Se, pois, estais mortos com Cristo quanto aos rudimentos do mundo, por que vos carregam ainda de ordenanças, como se vivêsseis no mundo?” (Colossenses 2.20).
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6) Não é transitória.
Tem sido dito que algumas das coisas praticadas por Paulo e pela Igreja no início do seu ministério inicial foram de carácter transitório e que a Ceia do Senhor poderá estar nessa categoria. É verdade que coisas como o batismo na água, os dons de línguas, curas, manifestações miraculosas, etc. foram praticados durante o período de tempo que abrange o livro de Atos. Elas serviram como um testemunho para os judeus que viviam fora da terra de Israel. No entanto, em cada caso Deus deixa claro que elas não eram práticas permanentes para a Igreja, Corpo de Cristo. Os sinais cessariam quando a Palavra de Deus fosse completada (I Coríntios 13:8-13; Colossenses 1:25), os poderes de cura física por parte de Paulo começaram a diminuir, tendo sido incapaz de se curar a si mesmo (II Coríntios 12:7-10; 4:16; Romanos 8:23), e não foi enviado para batizar, mas para pregar o Evangelho (I Coríntios 1:17).
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