A Cabana – O fim do discernimento evangélico

A Cabana     O mundo editorial vê poucos livros alcançarem o status de blockbuster, mas A Cabana, de William Paul Young já ultrapassou esse ponto. O livro, originalmente auto-publicado por Young e mais dois amigos, já vendeu mais de 10 milhões de cópias e foi traduzido para em mais de trinta línguas. Já é um dos livros mais vendidos dois últimos tempos, e seus leitores são muito entusiasmados.

 

     De acordo com Young, o livro foi escrito originalmente para seus filhos. Essencialmente, a história pode ser descrita como uma teodicéia narrativa – uma tentativa de responder às questões sobre o mal e o caráter de Deus por meio de uma história. Nessa história, o personagem principal está enfrentando grande sofrimento após o seqüestro e homicídio brutal de sua filha de sete anos, quando recebe um convite que se torna um chamado de Deus para encontrá-lo na mesma cabana onde sua filha foi assassinada.
 
     Na cabana, “Mack” se encontra com a divina Trindade: “Papa”, uma mulher afro-americana; Jesus, um carpinteiro judeu; e “Sarayu”, uma mulher asiática revelada como sendo o Espírito Santo. O livro é na maior parte uma série de diálogos entre Mack, Papa, Jesus e Sarayu. Essas conversas revelam um Deus bem diferente do Deus da Bíblia. “Papa” é alguém que nunca faz algum julgamento e parece muito determinado em afirmar que toda a humanidade já foi redimida.

 

 

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Já vimos isto antes: ROB BELL e o ressurgimento da teologia liberal

Albert Mohler Jr.     O romancista Saul Bellow ressaltou, certa vez, que ser um profeta é uma obra excelente se você pode consegui-la. O único problema, ele sugeriu, é que, mais cedo ou mais tarde, um profeta tem de falar sobre Deus. E, nesse ponto, o profeta tem de falar com clareza. Em outras palavras, o profeta terá de falar com especificidade a respeito de quem é Deus, e, nesse ponto, as opções se restringem.

Durante os últimos vinte anos, um movimento identificado como cristianismo emergente tem feito o seu melhor para evitar o discurso com especificidade. Figuras importantes no movimento ofereceram críticas mordazes dos principais segmentos do evangelismo. Mais enfaticamente, eles têm acusado, de diversas maneiras, o cristianismo evangélico de ser excessivamente preocupado com doutrina, fora de sintonia com a cultura, muito proposicional, ofensivo além do necessário, esteticamente mal nutrido e monótono.

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Os Judaizantes do Século XXI

Carlos M. Oliveira     Ultimamente temos sido, aqui e ali, confrontados com linguagem, práticas e costumes Judaizantes 1 por parte de muitos que se confessam parte integrante da Igreja, o Corpo de Cristo.

     Ora fazem muita questão que se pronuncie a Palavra Messias em Hebraico (????, traduzido por M?šîª?, Mashíach, Mashíyach), ora fazem questão que se observem festas e costumes Judaicos, ora procuram distinguir-se nos seus cultos pelo uso de instrumentos, objetos e cultura Judaicos, usando Shofares, castiçais, músicas, danças e outras coisas mais.

     Quando Paulo escreveu aos Gálatas, os judeus estavam presentes em todo o Império Romano, principalmente nas cidades mais importantes. Muitos deles converteram-se ao Cristianismo e, dentre os convertidos, havia aqueles que queriam impor a lei mosaica sobre os Cristãos Gentios. Eram os "judaizantes". Paulo combateu-os, todavia eles deixaram, infelizmente, descendência.

    Aqueles judeus davam a entender que o Evangelho estava incompleto. Para conseguirem uma influência maior sobre as igrejas, eles procuraram minar a autoridade de Paulo. Para isso, atacavam a legitimidade do seu apostolado, como tinham feito em Corinto. Não admira que os Judaizantes do nosso tempo sejam avessos à verdade do apostolado único de Paulo e ao que isso significa, quando a demonstramos e evidenciamos pelas Escrituras.

     Há que dizer “Basta!” e corrigir os erros que pululam à nossa volta. Não somente é errado chamar o Senhor Jesus Cristo de Messias, em Hebraico, como é errado simplesmente chamá-lo de Messias.

     Messias é o prometido de Israel; é uma das formas de Jesus se relacionar com o Seu povo terreno. Em relação à Igreja, o Corpo de Cristo, o nosso Senhor nunca se apresenta como Messias, mas como Senhor, Salvador e Cabeça do Corpo. O mesmo Senhor relaciona-Se com o Seu povo terreno, Israel, de uma maneira e com o Seu povo celestial, a Igreja, de outra.

     Esta questão dos nomes do Senhor é mais significativa e importante do que possa parecer. Quantos há que, por exemplo, pensam que Mateus 24:37-42 se refere ao arrebatamento da igreja? Já explicámos o significado desta passagem em O Arrebatamento da Igreja – uma verdade Paulina (I). Para poder perceber ainda melhor esta passagem e ver como ela não se pode referir ao arrebatamento da igreja, mas à vinda do Senhor à Terra em poder e grande glória, note-se como ela começa: “E, como foi nos dias de Noé, assim será também a vinda do Filho do homem”. Ora, o Senhor Jesus nunca é chamado Filho do Homem em relação à Igreja, o Corpo de Cristo. A expressão “Filho do Homem” nunca surge nas epístolas de Paulo. Porquê? Porque Filho do homem é um título que o Senhor tem como Juiz (João 5:27). Em Mateus 24 Ele vem para julgar, pois “será levado um, e deixado o outro”; é-Lhe portanto apropriado o título Filho do Homem. Mas em relação à Igreja, o Corpo de Cristo, o Senhor é “o Salvador do corpo” (Efé. 5:23); Ele nunca é apresentado como Juiz da Igreja.

     Um chefe de família relaciona-se com os filhos, como pai, e com os que trabalham com ele no seu emprego, como colega. Apesar de ser o mesmo, ele relaciona-se com estes dois grupos de modo diferente. Não faz sentido os seus colegas chamarem-no de pai.  Isto ajuda a compreender a forma de relacionamento que o nosso Senhor tem com os dois grupos distintos em apreço – Israel e Igreja.

     Além disso, não nos podemos esquecer que como Gentios estávamos “separados da comunidade d’Israel, e estranhos aos concertos da promessa” (Efé. 2:12). O Messias não nos foi prometido. É verdade que recebemos o Senhor, porém como Senhor Jesus Cristo, e por graça, não por promessa.

     Qualquer Judeu ou Gentio que se converta ao Senhor Jesus Cristo na atual dispensação da graça, ao ser batizado no Corpo de Cristo pelo Seu Espírito, perde a sua identidade. Assim sendo, Judeus e Gentios passam a ser um, em Cristo, e deixa de fazer sentido trazer para a igreja a sua cultura.

     O apóstolo Paulo teve de dizer aos Judaizantes do seu tempo:

     “Mas agora, conhecendo a Deus, ou antes, sendo conhecidos de Deus, como tornais outra vez a esses rudimentos fracos e pobres, aos quais de novo quereis servir?

     “Guardais dias, e meses, e tempos, e anos” (Gálatas 4:9,10).

     O Apóstolo Paulo, nas suas epístolas, condena que imposições judaizantes sejam praticadas por Gentios e que Gentios vivam como judeus. Ainda no século IV em oito homílias Adversus Judaeos (Contra os Judeus), João Crisóstomo (347 - 407) prega contra essa doutrina.

     E o que ainda torna mais caricata e ridícula a postura dos atuais Judaizantes é o facto de que segundo o próprio Judaísmo, “os Gentios estão proibidos de qualquer prática Judaica, e os que o fazem, cometem grave pecado, pois se fazem de Judeus sem de facto o serem, desobedecendo e afrontando o Eterno através da prática da Avodah Zarah (idolatria) e tornam-se malditos por transgredirem a Lei do Eterno.” O Judaísmo vê, pois, essa prática como um sacrilégio às suas próprias tradições sagradas.

     A igreja tem cultura própria; é preciso fomentá-la. “E o que de mim, entre muitas testemunhas, ouviste, confia-o a homens fiéis, que sejam idóneos para também ensinarem os outros” (2 Tim. 2:2).

     Precisamos de ser confirmados segundo o Evangelho de Paulo e “e a pregação de Jesus Cristo, conforme a revelação do mistério que desde tempos eternos esteve oculto” (Rom. 16:25); precisamos se ser “confirmados na PRESENTE verdade” (2 Ped. 1:12).

     A missão do Cristão neste mundo é Cristianizarnão judaizar. “Que evangelizando, proponha de graça o Evangelho de Cristo” (1 Cor. 9:18).

______________________
1 Judaizantes são pessoas que, não sendo geneticamente israelitas, nem tendo passado por uma conversão formal ao Judaísmo, seguem partes da religião e tradição judaicas. O termo foi usado na Igreja para referir os Cristãos Hebreus que requeriam que os Cristãos Gentios seguissem leis mosaicas.

- C. M. O.

Os Judaizantes do Século XXI - Reações no Facebook

Carlos M. Oliveira     Os Judaizantes do Século XXI, artigo por nós publicado ontem, teve reações no Facebook que entendemos ter o dever de registar igualmente aqui, uma vez que nos permitiu aprofundar mais as Escrituras sobre o assunto em apreço e verificar o que esta questão põe a nu.

     Citamos a reação de Normando Fontoura: 

     Cito: "Não somente é errado chamar o Senhor Jesus Cristo de Messias, em Hebraico, como é errado simplesmente chamá-lo de Messias...Em relação à Igreja, o Corpo de Cristo, o nosso Senhor nunca se apresenta como Messias, mas como Senhor, Salvador e Cabeça do Corpo..."                                                

     Comento: esforcei-me para me conter e não responder a estas absurdas afirmações. Para além de outros erros no artigo, este é "de bradar aos céus"...! Então o nome "Messias" não é o nome "Cristo" no grego??? Quer então dizer que a partir da tua "iluminada revelação" já não podemos chamar de "Cristo" ao nosso Senhor Jesus? Então quando Paulo pregava em hebraico para os judeus não pregava a Jesus como Messias? "...e toda a língua reconheça que Yeshua (Jesus), o Messias, é Adonai (o Senhor) - para a glória de Deus, o Pai." - seria desta forma que Saulo (Paulo) escreveu por exemplo o texto em Filipenses 2. . Jesus é o Messias, sim senhor, devemos proclamá-l'O como Messias, que traduzido é "o Cristo". [Fim de citação].

Citamos a nossa resposta:

     Pois terias feito bem em te conteres, pois "o Cristo", ou seja "o Messias" nunca surge na linguagem Paulina.

     Em vão procurarás encontrar a expressão "o Cristo" nas epístolas de Paulo. E é nelas que está a doutrina para a igreja - não nos Evangelhos ou nos Atos.

     "Cristo" não é o mesmo que "o Cristo". O que queres dizer - tenho que te ajudar - é o que está escrito em João 1:41, a saber, "Achamos o Messias (que, traduzido, é O CRISTO)". "Eu sei que o Messias (que se chama o Cristo) ..." (João 4:25). 

     Pois bem, "O CRISTO", diz a Bíblia, é o REI de ISRAEL, - "O Cristo, o Rei d’Israel" (Mar. 15:32). "levantaria o Cristo, para o assentar sobre o Seu trono" (Atos 2:30).

     Sim, Paulo provou aos Judeus por diversas vezes (lemos nos Atos) que Jesus era "O CRISTO", o Messias, em que eles não acreditavam, mas nunca O apresentou à Igreja como "O Cristo", o Messias, pela simples razão de Jesus não ser o Messias da Igreja, mas de Israel. Bem podes ler todas as epístolas de Paulo que nunca encontrarás ali nada sobre "O CRISTO", "o Messias".

     Não foi por acaso que escrevi o artigo que escrevi sobre os Judaizantes modernos. Eles "andem" aí, "andem" ... mas nós também andamos e não andamos a dormir, "para que a verdade do Evangelho [permaneça] entre vós". É pena e lamentável que ainda hoje haja quem não ande "direitamente conforme a verdade do Evangelho" (Gálatas 2:14). Convém ler bem o contexto para comprovarmos que a nossa luta é exatamente a mesma que Paulo travou, mesmo apesar do seu opositor, no caso vertente, ter sido um homem chamado Pedro.

     "Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade"(2 Timóteo 2:15).
[Fim de citação].

Citamos a segunda reação de Normando Fontoura:

    
Que confusão fazes, caro Carlos: então "o Messias" nunca surge na linguagem paulina? Nas várias Bíblias que possuo, vejo exactamente o contrário: "De Saulo (Paulo), pela vontade de Deus, apóstolo (emissário) do Messias Jesus." - Efésios 1:1. "...demonstrou com poder ser o Filho de Deus em espírito, separado ao ter sido ressuscitado dentre os mortos; Ele é Yeshua (Jesus), o Messias, nosso Senhor." - Romanos 1:4. "...ao único Deus sábio, por meio de Yeshua (Jesus), o Messias, seja a glória para todo o sempre!" - Romanos 16:27. "...a revelação de nosso Senhor Yeshua (Jesus), o Messias." - 1 Coríntios 1:7. "Vocês têm edificado sobre o fundamento dos emissários (apóstolos) e dos profetas, do qual a pedra principal é Yeshua (Jesus), o próprio Messias." - Efésios 2:20. E poderia continuar, com literalmente centenas de textos apostólicos escritos pelo próprio Paulo em que ele apresenta Jesus como o Messias... [Fim de citação].

Citamos a nossa resposta:

    
Caro Normando cito-te os textos que citas através da versão Bíblica que os crentes fiéis sempre usaram em Portugal (João Ferreira de Almeida, Versão Revista e Corrigida) - não de versões corruptas oriundas de cópias de manuscritos igualmente corruptos.

     Nessas citações nunca surge "O CRISTO", ou "O MESSIAS", como todos poderão verificar. E ... não se deve acrescentar ou retirar ao que está escrito!!!!

     "PAULO, apóstolo de Jesus Cristo, pela vontade de Deus, aos santos que estão em Éfeso, e fiéis em Cristo Jesus" (Efésios 1:1). "Declarado Filho de Deus em poder, segundo o Espírito de santificação, pela ressurreição dos mortos, -Jesus Cristo Nosso Senhor" (Romanos 1:4). "Ao único Deus, sábio, seja dada glória por Jesus Cristo para todo o sempre. Amém." (Romanos 16:27). "De maneira que nenhum dom vos falta, esperando a manifestação de nosso Senhor Jesus Cristo" (1 Cor. 1:7). "Edificados sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas, de que Jesus Cristo é a principal pedra da esquina" (Efésios 2:20).

    
O que escrevi está suficientemente claro, pelo que nada mais tenho a dizer. Os que lerem o assunto terão oportunidade de ser elucidados. Não vou querer entrar em "contendas de palavras, que para nada aproveitam e são para perversão dos ouvintes". Fica bem. [Fim de citação].

Citamos a terceira reação de Normando Fontoura:

    
Essa de "versões corruptas de cópias de manuscritos igualmente corruptos" é uma afirmação inqualificável e que nem merece qualquer espécie de comentário. Quer então dizer que só há uma versão "ungida", a de João Ferreira de Almeida? Então não há versões modernas fieis aos textos mais antigos entretanto descobertos e aos quais JFA não teve acesso? Bom, já percebi o teu problema, caro amigo. A bem das tuas "verdades" torces tudo à tua maneira, conforme é tua prática, mas também não vou continuar esta discussão inútil e infrutífera. Felizmente sigo a teologia ortodoxa que recebi de "meus pais", e é nela que me escudo como base da minha fé. Fica bem e na paz de Jesus.

    
Aconselho que estudem mais um pouco as diversas traduções da Bíblia antes de tecerem comentários que pecam pela ignorância. Não é porque amamos muito a tradução clássica do JFA que temos de quase a idolatrar, desprezando o trabalho árduo e valiosíssimo de tantos pesquisadores e tradutores da Bíblia... [Fim de citação].

Citamos a nossa resposta:

    
Ninguém idolatra versão nenhuma. A João Ferreira de Almeida, Versão Revista e Corrigida (JFA RC), serviu os crentes de todas as gerações até há bem pouco tempo, quando se levantou uma geração a quem a versão não serviu, provavelmente para justificar os erros em que se tem metido (e só levantei a ponta do véu). É um pouco como as falsamente autodenominadas Testemunhas de Jeová que sempre usaram a versão JFA RC, mas cujas doutrinas erróneas não resistiram à mesma - tiveram que arranjar uma falsa versão da Bíblia a que denominam de Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas, curiosamente baseada nos mesmos manuscritos que tu defendes. Se a versão JFA RC serviu para os gigantes espirituais do passado, serve decerto para um pigmeu espiritual como eu. Assunto encerrado, pelo menos aqui!!!! [Fim de citação]. 

Saiba mais sobre a questão das versões da Bíblia que pululam à nossa volta. É mais sério do que o que se pode imaginar à partida.

Citamos dos três artigos que recomendamos no fim e aos quais damos acesso:

     "
São já alguns os crentes que se têm insurgido contra o que têm classificado de falsa versão da Bíblia a utilizada pelas falsamente chamadas Testemunhas de Jeová - Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas -, por esta suprimir e modificar versículos. O seu protesto é de tal monta que nem consideram de Bíblia essa versão das Sagradas Escrituras, tão adulterada ela está.

     "O que muitos deles estão longe de imaginar é que o seu próprio meio está cada vez mais a ser inundado por versões da Bíblia insuspeitáveis, visto serem produzidas pelas ditas casas publicadoras Evangélicas, que em nada diferem da falsa Bíblia denominada Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas (TNMES)."

- C. M. O.

Bíblia e "bíblias"
Bíblia Brasileira - Por Stuart McNair
Ainda sobre as versões da Bíblia

Idolatria Evangélica

  Diga NÃO aos amuletos de uma fé que NÃO é bíblica.                                                                                                            

Diga NÃO aos amuletos de uma fé que NÃO é bíblica.

 









 A CONFIANÇA EM AMULETOS

     Cremos que a fé das pessoas deve e tem que ser estimulada. Infelizmente, vemos que nessa tentativa certos grupos religiosos evangélicos estão a usar um sistema não ensinado pela Bíblia - sistema este cuja base é a troca da fé genuína, pela fé no visível e palpável. Os verdadeiros Cristãos são conhecidos por crerem no Deus invisível e não aceitarem o palpável; andarem por fé, e não por vista (João20:29; 2 Cor. 5:7). Estamos perante uma doutrina de amuletos imposta por algumas igrejas evangélicas. Cornetas, espadas, sal grosso, arruda, rosa, enxofre, copos de água e muito mais. Isso tudo é inaceitável, visto não ter bases bíblicas e nunca ter sido praticado pela Igreja primitiva.

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Sermões e Estudos

Carlos Oliveira 24ABR26
Como vencer a depressão

Tema abordado por Carlos Oliveira em 26 de abril de 2026

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Perigo despercebido

Tema abordado por Carlos Oliveira em 24 de abril de 2026

Fernando Quental 19ABR26
O perigo de nos tornarmos religiosos

Tema abordado por Fernando Quental em 19 de abril de 2026

Estudo Bíblico
1 Timóteo 3:2,3

Estudo realizado em 22 de abril de 2026

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