O Baptismo na Água (Anexo A)
ANEXO A O testemunho de esclarecimento que a seguir publicamos é de suma importância por três ordens de razão:
— Primeiro, porque revela a todos os crentes a triste verdade acerca da prática do baptismo na água hoje, que alguns teimam em não querer reconhecer, e mostra a todo o povo de Deus quem o anda a enganar quando tenta encobrir desesperadamente as contradições reais que a prática deste rito hoje encerra.
— Segundo, porque mostra a todos os remidos em geral e particularmente aos crentes salvos que se confrontam com o problema de lhes exigirem sujeição ao baptismo, para que sejam recebidos à mesa do Senhor nas igrejas locais onde ouvem a Palavra de Deus, que os líderes dessas igrejas fazem acepção de pessoas, visto que sempre receberam à mesa do Senhor outros líderes que nunca se sujeitaram ao baptismo na água, e pior que isso, líderes que baptizavam bebés, uma prática hoje de forma alguma tolerada, com forte cheiro a grave heresia do Catolicismo, e sem qualquer base na Bíblia, uma vez que só eram elegíveis para o baptismo, quando este estava em vigor, os que cressem, o que é impossível a um bebé.
— Terceiro, porque todo o crente, quando erra, e descobre isso, deve ter a humildade e a coragem de abandonar o erro e abraçar a verdade, mesmo que tal lhe custe a sua reputação perante os homens.
TESTEMUNHO DE ESCLARECIMENTO
Por Jaime da Costa Rodrigues
Não é minha intenção pôr em causa nem a pessoa nem o ministério do tão amado e saudoso irmão José Ilídio Freire, que sempre considerei como um pai na fé, e tentei imitar na sua dedicação e consagração à obra para qual Deus o chamou, e no temor e amor ao Senhor que sempre mostrou.
O que desejo fazer é um esclarecimento, para que de alguma maneira possa contribuir para edificação e ajuda de alguém que, porventura, esteja com dificuldade em saber a posição a tomar em relação ao baptismo na água.
Pois bem! Tinha eu 17 anos quando o Senhor pela Sua graça me salvou. Aos 18 anos (14/4/41) fui baptizado por derramamento pelo amado irmão acima referido. Casei com 20 anos e Deus deu-nos uma menina. Tinha ela 6 mesinhos quando, por sermos ensinados (erradamente, conheci depois) a baptizá-la, como aliás já tínhamos visto esse exemplo noutros, pedimos ao irmão Freire que baptizasse a nossa filhinha, o que fez, conforme cópia do documento a seguir exarado.
O Senhor abriu-me os olhos, e logo me mostrou que o baptismo de crianças não estava em conformidade com os ensinamentos Bíblicos. Daí que apesar de receber do Senhor mais 2 meninas nos anos 45 e 49, não ter requerido que fossem baptizadas em crianças. Só quando por si mesmas aceitaram pela fé Jesus e desejaram fazê-lo, foram então baptizadas. Portanto este era um assunto definido, e não só não o pratiquei mais, como sempre mostrei pela Bíblia que nunca eram baptizadas crianças, nem o baptismo na água (quando em vigor) se referia a elas.
Contudo uma luta travava-se em mim, indagando a razão porque vários irmãos na Igreja onde nasci para a fé, nunca tinham sido baptizados e contudo eram membros comungantes. Durante vários anos vivi esta interrogação. Cheguei, e outros comigo, a instar com eles para que se baptizassem, mas não conseguimos persuadi-los. A maior parte já foi chamada para a presença de Deus. Como tantos outros obreiros, ensinei e pratiquei o baptismo com água àqueles que se iam convertendo.
Não me envergonho de confessar que durante anos andei errado, ministrando um baptismo que nada tem a ver com a Igreja — Corpo de Cristo. Hoje compreendo que o baptismo de agora é efectuado pelo Espírito Santo para integração no Corpo de Cristo e por isso na Igreja.
O Senhor operou em mim este conhecimento há volta de uns 9, 10 anos, que tem sido progressivo; à medida que o vou estudando, e me vou abandonando à direcção do Seu Santo Espírito.
Há quem entenda assim, mas não tem a humildade suficiente para o confessar publicamente, com receio de perder o seu prestígio. Amado no Senhor, se é o que se passa contigo, crê que Deus não vai reprovar o teu ministério passado, que com dedicação e amor fazias, como eu, como que para cumprir uma tradição recebida dos irmãos que antes de nós assim faziam também. Quero invocar aqui um dito do amado irmão Freire, que aos 90 anos ainda dizia: "Estamos sempre a aprender!" É este o meu desejo: Aprender mais e mais de Cristo e da Sua Palavra!

— Segundo, porque mostra a todos os remidos em geral e particularmente aos crentes salvos que se confrontam com o problema de lhes exigirem sujeição ao baptismo, para que sejam recebidos à mesa do Senhor nas igrejas locais onde ouvem a Palavra de Deus, que os líderes dessas igrejas fazem acepção de pessoas, visto que sempre receberam à mesa do Senhor outros líderes que nunca se sujeitaram ao baptismo na água, e pior que isso, líderes que baptizavam bebés, uma prática hoje de forma alguma tolerada, com forte cheiro a grave heresia do Catolicismo, e sem qualquer base na Bíblia, uma vez que só eram elegíveis para o baptismo, quando este estava em vigor, os que cressem, o que é impossível a um bebé.
— Terceiro, porque todo o crente, quando erra, e descobre isso, deve ter a humildade e a coragem de abandonar o erro e abraçar a verdade, mesmo que tal lhe custe a sua reputação perante os homens.
TESTEMUNHO DE ESCLARECIMENTO
Por Jaime da Costa RodriguesNão é minha intenção pôr em causa nem a pessoa nem o ministério do tão amado e saudoso irmão José Ilídio Freire, que sempre considerei como um pai na fé, e tentei imitar na sua dedicação e consagração à obra para qual Deus o chamou, e no temor e amor ao Senhor que sempre mostrou.
O que desejo fazer é um esclarecimento, para que de alguma maneira possa contribuir para edificação e ajuda de alguém que, porventura, esteja com dificuldade em saber a posição a tomar em relação ao baptismo na água.
Pois bem! Tinha eu 17 anos quando o Senhor pela Sua graça me salvou. Aos 18 anos (14/4/41) fui baptizado por derramamento pelo amado irmão acima referido. Casei com 20 anos e Deus deu-nos uma menina. Tinha ela 6 mesinhos quando, por sermos ensinados (erradamente, conheci depois) a baptizá-la, como aliás já tínhamos visto esse exemplo noutros, pedimos ao irmão Freire que baptizasse a nossa filhinha, o que fez, conforme cópia do documento a seguir exarado.
O Senhor abriu-me os olhos, e logo me mostrou que o baptismo de crianças não estava em conformidade com os ensinamentos Bíblicos. Daí que apesar de receber do Senhor mais 2 meninas nos anos 45 e 49, não ter requerido que fossem baptizadas em crianças. Só quando por si mesmas aceitaram pela fé Jesus e desejaram fazê-lo, foram então baptizadas. Portanto este era um assunto definido, e não só não o pratiquei mais, como sempre mostrei pela Bíblia que nunca eram baptizadas crianças, nem o baptismo na água (quando em vigor) se referia a elas.
Contudo uma luta travava-se em mim, indagando a razão porque vários irmãos na Igreja onde nasci para a fé, nunca tinham sido baptizados e contudo eram membros comungantes. Durante vários anos vivi esta interrogação. Cheguei, e outros comigo, a instar com eles para que se baptizassem, mas não conseguimos persuadi-los. A maior parte já foi chamada para a presença de Deus. Como tantos outros obreiros, ensinei e pratiquei o baptismo com água àqueles que se iam convertendo.
Não me envergonho de confessar que durante anos andei errado, ministrando um baptismo que nada tem a ver com a Igreja — Corpo de Cristo. Hoje compreendo que o baptismo de agora é efectuado pelo Espírito Santo para integração no Corpo de Cristo e por isso na Igreja.
O Senhor operou em mim este conhecimento há volta de uns 9, 10 anos, que tem sido progressivo; à medida que o vou estudando, e me vou abandonando à direcção do Seu Santo Espírito.
Há quem entenda assim, mas não tem a humildade suficiente para o confessar publicamente, com receio de perder o seu prestígio. Amado no Senhor, se é o que se passa contigo, crê que Deus não vai reprovar o teu ministério passado, que com dedicação e amor fazias, como eu, como que para cumprir uma tradição recebida dos irmãos que antes de nós assim faziam também. Quero invocar aqui um dito do amado irmão Freire, que aos 90 anos ainda dizia: "Estamos sempre a aprender!" É este o meu desejo: Aprender mais e mais de Cristo e da Sua Palavra!

(Continua)
Carlos Oliveira
Carlos Oliveira
O Baptismo na Água (I)
O Baptismo na Água (II)
O Baptismo na Água (III)
O Baptismo na Água (IV)
O Baptismo na Água (V)
O Baptismo na Água (VI)
O Baptismo na Água (VII)
O Baptismo na Água (VIII)
O Baptismo na Água (IX)
O Baptismo na Água (X)
O Baptismo na Água (XI)
O Baptismo na Água (XII)
O Baptismo na Água (XIII)
O Baptismo na Água (XIV)
O Baptismo na Água (XV)
O Baptismo na Água (XVI)
O Baptismo na Água (XVII)
O Baptismo na Água (XVIII)
O Baptismo na Água (XIX)
O Baptismo na Água (XX)
O Baptismo na Água (XXI)
O Baptismo na Água (XXII)
O Baptismo na Água (II)
O Baptismo na Água (III)
O Baptismo na Água (IV)
O Baptismo na Água (V)
O Baptismo na Água (VI)
O Baptismo na Água (VII)
O Baptismo na Água (VIII)
O Baptismo na Água (IX)
O Baptismo na Água (X)
O Baptismo na Água (XI)
O Baptismo na Água (XII)
O Baptismo na Água (XIII)
O Baptismo na Água (XIV)
O Baptismo na Água (XV)
O Baptismo na Água (XVI)
O Baptismo na Água (XVII)
O Baptismo na Água (XVIII)
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O Baptismo na Água (XX)
O Baptismo na Água (XXI)
O Baptismo na Água (XXII)



