O Baptismo na Água (V)
UMA GRANDE SUGESTÃO Se a Igreja falasse com autoridade infalível não teríamos senão que render obediência cega ao seu ensino; porém, como ela tem e deve apelar para as Escrituras, tem que colocar uma Bíblia aberta nas nossas mãos. É por essa razão que temos pegado nas nossas Bíblias e, como os nobres Bereanos (Cf. Act. 17.11), temos examinado "se estas coisas eram assim".
Os apologistas da prática do baptismo na água hoje têm procurado substanciar os seus argumentos, por exemplo, ao tentarem encontrar registos históricos de afirmações dos chamados Pais da Igreja. A história da Igreja tem a sua importância e os crentes devem estar relacionados com ela, porém nunca se deve permitir que esta se constitua autoridade nas nossas crenças e práticas. Quanto mais familiarizados nos tornamos com a sua história, mais se nos transparece a evidência de que no seu desenvolvimento histórico a Igreja se tem desviado da Palavra de Deus, que os chamados Protestantes, como um todo, sempre professaram ser a sua única regra de fé e conduta.
Há muito que se fazia sentir a necessidade dum estudo Bíblico um tanto ou quanto exaustivo acerca da verdade do baptismo na água. Ei-lo finalmente nas suas mãos. Este tratado capacitará qualquer crente, despido de preconceitos e com uma mente aberta e sincera, a tirar as suas próprias conclusões sobre este assunto que tão controverso tem sido, desde sempre, na Igreja professa. Quando confrontado com polémicas desta natureza, o crente sincero deve perguntar, "O que dizem as Escrituras?". Deve ser isso, e não o que diz a tradição, que todo o crente deve procurar saber e que nós próprios fizemos, neste tratado que agora lhe facultamos.
Como já dissemos, muitos querem saber o que os chamados Pais da Igreja pensavam sobre o assunto procurando extrair daí dividendos. Que nos interessa isso?
"Em tudo o que concerne à vida e piedade" as palavras das Sagradas Escrituras são tão simples e claras que até mesmo uma criança pode enxergar o seu significado e, assim, compreendê-las. "Desde a tua meninice sabes as sagradas letras" (2 Tim. 3.15).
Porém os escritos dos "Pais" quem no-los interpretará? Escolas rivais de pensamento Cristão apelam para eles a fim de se fornecerem de apoio para os seus argumentos contraditórios. Quem é que, então, arbitrará esses argumentos? E por que padrão? E porque é que nos havemos de volver do que é claro e simples para um labirinto mesclado de heresia e verdade?
"A exposição das Tuas palavras dá luz; dá entendimento aos simples" (Sal. 119.130).
Os que se iram connosco por manifestarmos as nossas convicções assentes no ensino das Escrituras, convém que saibam que não nos podemos calar, mesmo por amor a eles. Seria uma loucura da nossa parte trocar a eterna Palavra de Deus por meia dúzia de amizades terrenas. Muito desejaríamos que continuassem nossos amigos, mas se substituem a salvação por meio da cruz pelo baptismo na água como base para a comunhão Cristã, só podemos orar para que Deus lhes abra os olhos e amoleça os corações. Não podemos mudar a nossa posição por amor a eles, pois neste aspecto, "se agradássemos aos homens não seríamos servos de Cristo" (Gál. 1.10).
Esperamos que todos os que lerem este tratado o façam no espírito dos nobres Bereanos que "receberam a Palavra de bom grado, examinando cada dia nas Escrituras se estas coisas eram assim" (Act. 17.11). Uma grande sugestão que lhe fazemos.
Há muito que se fazia sentir a necessidade dum estudo Bíblico um tanto ou quanto exaustivo acerca da verdade do baptismo na água. Ei-lo finalmente nas suas mãos. Este tratado capacitará qualquer crente, despido de preconceitos e com uma mente aberta e sincera, a tirar as suas próprias conclusões sobre este assunto que tão controverso tem sido, desde sempre, na Igreja professa. Quando confrontado com polémicas desta natureza, o crente sincero deve perguntar, "O que dizem as Escrituras?". Deve ser isso, e não o que diz a tradição, que todo o crente deve procurar saber e que nós próprios fizemos, neste tratado que agora lhe facultamos.
Como já dissemos, muitos querem saber o que os chamados Pais da Igreja pensavam sobre o assunto procurando extrair daí dividendos. Que nos interessa isso?
"Em tudo o que concerne à vida e piedade" as palavras das Sagradas Escrituras são tão simples e claras que até mesmo uma criança pode enxergar o seu significado e, assim, compreendê-las. "Desde a tua meninice sabes as sagradas letras" (2 Tim. 3.15).
Porém os escritos dos "Pais" quem no-los interpretará? Escolas rivais de pensamento Cristão apelam para eles a fim de se fornecerem de apoio para os seus argumentos contraditórios. Quem é que, então, arbitrará esses argumentos? E por que padrão? E porque é que nos havemos de volver do que é claro e simples para um labirinto mesclado de heresia e verdade?
"A exposição das Tuas palavras dá luz; dá entendimento aos simples" (Sal. 119.130).
Os que se iram connosco por manifestarmos as nossas convicções assentes no ensino das Escrituras, convém que saibam que não nos podemos calar, mesmo por amor a eles. Seria uma loucura da nossa parte trocar a eterna Palavra de Deus por meia dúzia de amizades terrenas. Muito desejaríamos que continuassem nossos amigos, mas se substituem a salvação por meio da cruz pelo baptismo na água como base para a comunhão Cristã, só podemos orar para que Deus lhes abra os olhos e amoleça os corações. Não podemos mudar a nossa posição por amor a eles, pois neste aspecto, "se agradássemos aos homens não seríamos servos de Cristo" (Gál. 1.10).
Esperamos que todos os que lerem este tratado o façam no espírito dos nobres Bereanos que "receberam a Palavra de bom grado, examinando cada dia nas Escrituras se estas coisas eram assim" (Act. 17.11). Uma grande sugestão que lhe fazemos.
(Continua)
Carlos Oliveira
Carlos Oliveira
O Baptismo na Água (I)
O Baptismo na Água (II)
O Baptismo na Água (III)
O Baptismo na Água (IV)
O Baptismo na Água (V)
O Baptismo na Água (VI)
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