Cristo em Génesis 1
Na nossa primeira meditação sobre este maravilhoso livro das origens, Génesis, apontámos para algumas das surpreendentes analogias que existem entre a ordem seguida por Deus na Sua obra da criação e o Seu método de acção na “nova criação”, a criação espiritual do crente. O Castigo Eterno (I)
Introdução
Este é um dos assuntos mais solenes ensinados na palavra de Deus. O mote para este estudo é-nos dado por esta questão pungente: «Quem conhece o poder da Tua ira? E a Tua cólera, segundo o temor que Te é devido?» (Sal. 90:11).
O Castigo Eterno (II)
I. CONSIDERAÇÃO DAS OBJECÇÕES
Analisemos então as objecções levantadas contra a verdade da condenação eterna – os principais argumentos que as mentes férteis da incredulidade (sob o controlo de Satanás, convenhamos) têm inventado. Consideraremos as de maior peso – as que têm recebido mais ampla aceitação entre os descrentes. Classificá-las-emos assim:
O Castigo Eterno (III)
2. As passagens citadas pelos Universalistas.
Os universalistas podem ser divididos, de um modo geral, em duas classes: Os que ensinam a salvação final de todos os membros da raça humana, e os que afirmam a salvação final de todas as criaturas, incluindo o Diabo, e os anjos decaídos, os demónios. A classe de passagens para que ambos apelam é a de versículos onde as palavras “todos”, “todos os homens”, “todas as coisas”, “o mundo” são encontradas. O modo mais simples de refutar as suas alegações sobre estas passagens é mostrar que tais termos devem ser analisados à luz do contexto imediato.
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