A nossa responsabilidade para com a Bíblia

crstam.jpg     No Novo Testamento há quatro passagens onde são usados adjectivos para descrever “a Palavra de Deus” e onde somos informados da nossa responsabilidade para com ela como tal.

     Por exemplo, em Tiago 1:21 ela é chamada a Palavra “enxertada” ou “implantada”, e como tal somos aconselhados a “receb[ê-la] com mansidão” uma vez que ela “pode salvar as vossas almas.” Na realidade a Palavra de Deus tem forma de, por assim dizer, penetrar, de se introduzir “sob a nossa pele”. Ela não é meramente semeada, mas plantada nos corações dos homens e muitas vezes torna-os miseráveis quando os convence do pecado e da sua necessidade de salvação por meio de Cristo. Quando ela fizer isto, diz o Apóstolo: “recebei-a com mansidão” pois ela “pode salvar as vossas almas.”

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O Pai do nosso país (EUA) e o Apóstolo para as nações

crstam.jpg     Milhões de Americanos honram altamente George Washington como “o pai do nosso país,” mas quão poucos conhecem Paulo, o apóstolo de Deus para as nações!

     Não foi Mateus, nem Marcos, nem Lucas; não foi Pedro, nem Tiago, nem João, mas apenas Paulo que escreveu por inspiração divina:

     “PORQUE CONVOSCO FALO, GENTIOS, [ou, A VÓS DAS NAÇÕES] QUE, ENQUANTO FOR APÓSTOLO DOS GENTIOS [NAÇÕES], GLORIFICAREI O MEU MINISTÉRIO” (Rom. 11:13).

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O fruto da graça

crstam.jpg     Quando João Baptista e o Senhor Jesus Cristo apareceram na terra, o povo de Deus estava sob a Lei de Moisés há mil e quinhentos anos. Não surpreende que João e o seu Senhor procurassem fruto entre eles.

     Quando os líderes religiosos hipócritas vieram juntar-se à crescente audiência de João e pediram para ser baptizados, João chamou-os de “raça de víboras” e ordenou-lhes que produzissem “frutos dignos de arrependimento” (Mat. 3:7,8). O verdadeiro arrependimento, tendo fruto como prova, era o requisito básico do reino que João Baptista proclamava. Isto é evidente na sua declaração:

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Contado com os transgressores

crstam.jpg     “E cumpriu-se a Escritura que diz: E com os malfeitores foi contado” (Mar. 15:28).

     O cumprimento progressivo desta passagem de Isaías 53 é a história admirável de três baptismos do nosso Senhor:

     Primeiro, esta profecia deve ser aplicada à incarnação de nosso Senhor. Nascido bebé em Belém, Ele foi baptizado na raça humana, tornando-Se, não meramente um connosco, mas um de nós, um verdadeiro ser humano, apesar de ainda ser também ”Deus.” Foi assim que em primeiro lugar Ele “com os malfeitores foi contado.”

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Boas notícias do Calvário

crstam.jpg     Ao longo de todo o Velho Testamento a cruz não é senão vista tenuemente. Apesar de uma centena de figuras históricas e de mais de uma centena de sacrifícios e rituais Levíticos serem típicos de Cristo e da Sua obra consumada, o Velho Testamento nem uma única vez declara isso. O silêncio é profundo. A profecia do Velho Testamento mais clara sobre a morte de Cristo, Isaías 53, nem sequer especifica quem seria o Sofredor.

     O mesmo se passou durante a estadia do Senhor na terra, pois só para o fim do Seu ministério lemos: “Desde então começou Jesus a mostrar aos Seus discípulos que convinha ir a Jerusalém, e padecer … e ser morto …” (Mat. 16:21). E qual foi a resposta deles? “E Pedro, tomando-o de parte, começou a repreendê-lO” (Ver. 22). Lucas 18:34 declara três vezes que eles não tinham a menor ideia que Ele morreria, muito menos que compreendiam tudo o que a Sua morte realizaria. Até mesmo em Pentecostes Pedro culpou os seus ouvintes pela morte de Cristo e disse-lhes: “Arrependei-vos, e cada um de vós seja baptizado … para perdão dos pecados” (Act. 2:38). Os doze estavam a pregar “o Evangelho do reino” e sabiam pouco da cruz e do seu propósito.

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