Um homem de fé – O legado da luta pessoal, com a ajuda de Deus, e a vitória que por Ele alcançamos
Gostaria de chamar três pessoas. Uma delas tem de ser corajosa e que não se importe de se deitar no chão. Imaginem, tal como aqui vamos demonstrar, deitarem-se numa cama em que a parte de cima encontra-se apenas a 50 cm de vocês, e que nem a 20 cm de vocês está alguém ao vosso lado, tanto de um lado como do outro? E imaginem que há pessoas que estão deitadas no estrado por cima de vocês? E imaginem que as necessidades fisiológicas que elas fazem caem em cima de vocês? E que as vossas caem em cima de quem se encontra por baixo de vocês? E que o “quarto” onde vocês estão deitados e todas as outras pessoas estão, é fechado e chega a ter temperaturas de 50º? E que o dito “quarto” balança e agita-se ao sabor das ondas? E que vocês passam dias e dias, e até mesmo meses nesta mesma posição? Parece um inferno? Parece insuportável, não é? E agora imaginam cerca onze milhões de pessoas a viajar nestas condições ao longo de quase 300 anos? Imaginam cerca 1 milhão e 400 mil de pessoas que morreram derivadas destas condições e que foram jogadas ao mar, e que a sua identidade permanecerá incógnita para sempre? Não, não imaginem. Não precisam de imaginar porque isto aconteceu mesmo. Entre o século 15 e o século 17/18, foram traficados cerca de onze milhões de escravos que viajavam durante meses nas condições que vos descrevi. Cerca de 1 milhão e 400 mil escravos morreram por não aguentarem estas condições infernais, e os seus corpos foram jogados no mar, como se se tratassem de animais. Não tinham direito a funerais, a algo que os identificasse.
Ler mais: William Wilberforce, por Tiago Fonseca

Uma mãe de fé – O legado da oração, paciência, amor na família
Uma pergunta para os não-casados: quem é que não gostaria de ter filhos? Não precisam de responder, porque acredito que todos, ou quase todos, gostariam de ter filhos. Mas deixem-me fazer-vos outra pergunta, e desta vez também para os casais: alguém aqui espera ter, ou desejava ter, 19 filhos? Penso que não…acho que é um número um bocadinho grande. Então e se forem 10 filhos? Também ninguém? Pois, eu percebo…o tempo não é muito, com o trabalho, as responsabilidades, e também tempo para tomar conta e dar atenção a 10 filhos, é quase impossível.
Ler mais: Susanna Wesley, por Tiago Fonseca