Conheça um pouco mais sobre a vida de John Wesley (IV)
John Wesley morreu em 2 de Março de 1791, cerca de três anos depois do seu irmão Charles ter morrido. Até aos seus últimos anos, ele colocou a mesma frase de abertura no seu diário, como fazia anualmente no seu aniversário, agradecendo a Deus pela sua longa vida e a sua contínua boa saúde, afirmando que os sermões pregados de manhã logo cedo e muita actividade ao ar livre o mantinha em forma para a obra de Deus. Desde o momento em que ele se tornou livre de influências, excepto a de Deus, ele teve cinquenta anos de serviço constante e fez um bem imensurável à Inglaterra através da perseverança, resistência e fé. O seu legado não se limitou ao seu século ou país, mas sobrevive até hoje na fé de milhões em várias igrejas ao redor do mundo.
A seguinte frase foi escrita no seu diário em 28 de Junho de 1774:
“Sendo hoje meu aniversário, o primeiro dia do septuagésimo segundo ano, eu estava a pensar como posso ter a mesma força que tinha há trinta anos atrás. Como é que a minha visão está consideravelmente melhor agora e os meus nervos mais firmes do que eram antes? Como é que não tenho nenhuma enfermidade da velhice, e não tenho mais aquelas que tive na juventude? A grande causa é, o bom prazer de Deus, que faz o que lhe agrada. Os meios principais são: o meu constante levantar às quatro da madrugada, durante cerca de cinquenta anos; o facto de geralmente pregar às cinco da manhã, um dos exercícios mais saudáveis do mundo; o facto de nunca viajar menos, por mar ou terra, do que 4500 milhas (mais de 6.750 km) por ano.”
“Sendo hoje meu aniversário, o primeiro dia do septuagésimo segundo ano, eu estava a pensar como posso ter a mesma força que tinha há trinta anos atrás. Como é que a minha visão está consideravelmente melhor agora e os meus nervos mais firmes do que eram antes? Como é que não tenho nenhuma enfermidade da velhice, e não tenho mais aquelas que tive na juventude? A grande causa é, o bom prazer de Deus, que faz o que lhe agrada. Os meios principais são: o meu constante levantar às quatro da madrugada, durante cerca de cinquenta anos; o facto de geralmente pregar às cinco da manhã, um dos exercícios mais saudáveis do mundo; o facto de nunca viajar menos, por mar ou terra, do que 4500 milhas (mais de 6.750 km) por ano.”
(FIM)



