
O Cristianismo destaca-se de todas as religiões do mundo. Uma razão importante é o facto do seu fundador, Jesus Cristo, ter afirmado ser plenamente Deus. Buda não reivindicou ser Deus; Moisés nunca disse que ele era o Senhor; Maomé não disse que ele era Alá; e Zoroastro nunca afirmou ser Ahura Mazda. No entanto, o humilde Carpinteiro de Nazaré declarou que quem realmente O via (Jesus) via o Seu Pai (João 14:9). Cristo disse que existia antes de Abraão: “Abraão, vosso pai, exultou por ver o Meu dia, e viu- o, e alegrou-se. Disseram-lhe, pois, os judeus: Ainda não tens cinquenta anos e viste Abraão? Disse-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que, antes que Abraão existisse, EU SOU” (João 8: 56-58), o nome com que Deus se chamava (ver Êxo. 3:14 – EU SOU).
Cristo disse que era igual ao Pai: “E Jesus lhes respondeu: Meu Pai trabalha até agora, e Eu trabalho também. Por isso, pois, os judeus ainda mais procuravam matá-Lo, porque não só quebrantava o sábado, mas também dizia que Deus era seu próprio Pai, fazendo-se igual a Deus” (João 5:17-18).
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De uma perspectiva terrena, as coisas podem parecer acontecer por acaso, mas ao longo de todas as Escrituras, é claro que Deus está no controlo de toda a Sua criação e é capaz de tomar os atos aleatórios da lei natural, o livre arbítrio tanto de pessoas boas como más e a intenção perversa dos demónios e combinar tudo para realizar Sua boa e perfeita vontade (Génesis 50:20; Jó capítulos 1 e 42; João 9:1-7). Os Cristãos, especificamente, recebem a promessa de que Deus opera todas as coisas, sejam aparentemente boas ou más, conjuntamente para o bem dos que O amam e são chamados de acordo com o Seu propósito (Romanos 8:28).
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