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04-10-07 - Álcool assusta escolas portuguesas

O aumento do consumo de álcool entre adolescentes do sexo feminino é um dos factores de alerta destacado no site da Direcção-Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular, no último trabalho efectuado sobre o ‘Consumo de Substâncias Psicoactivas e Prevenção em Meio Escolar’, e noticiado no jornal diário Correio da Manhã.

Numa publicação com mais de cem páginas para orientação dos professores, o grupo, coordenado pelo psiquiatra Daniel Sampaio, critica o facto de pais e docentes terem “uma atitude de excessiva tolerância em relação ao tema”do álcool e sugere que “a política do estabelecimento de ensino deve ser a da proibição do uso de álcool em todos os locais, acompanhada de ajuda aos alunos que manifestem comportamentos desajustados com a ingestão alcoólica”.

Sustentado num estudo levado a cabo pelo Instituto da Droga e da Toxicodependência – em 2003, 47 por cento dos alunos de 13 anos e 94 por cento dos jovens de 18 anos já tinham experimentado bebidas alcoólicas, muitos dos quais nos 30 dias que antecederam o estudo –, o grupo sublinha que “a precocidade do consumo, bem como o aumento verificado entre as mulheres jovens, pode ser determinante para o acréscimo futuro de bebedoras excessivas e doentes alcoólicas”. A equipa liderada por Daniel Sampaio vai mais longe e enfatiza que é possível um “aumento do Síndroma Fetal Alcoólico e de outras perturbações devido ao consumo de álcool durante a gravidez e amamentação”.

Entre alguns dos métodos a adoptar pelos professores, o grupo sugere ao Ministério da Educação, além de debates e sessões críticas, uma estratégia de prevenção mais intensa junto de “jovens com abuso repetido, regular ou crónico intermitente” e de “alunos que se sabem ser filhos ou netos de alcoólicos”, com maior “vulnerabilidade genética”. “Aqueles que dizem ‘aguentar muito’ devem merecer especial atenção”, lê-se no documento, que incentiva o envolvimento directo do professor, a informação da família e o encaminhamento para “os serviços de saúde exteriores à escola”.

Portugal, segundo os dados mais recentes, continua a deter um dos mais elevados consumos mundiais de álcool. As mulheres e os jovens, de 1999 face a 1996, registaram aumentos de consumo, quer em número de consumidores, quer nas quantidades consumidas, sendo maiores no Alentejo e Algarve.

50% dos jovens entre os 12 e os 15 anos já terão experimentado bebidas alcoólicas. Os resultados do estudo, da responsabilidade do IDT, feito nas escolas em 2001, revelaram ainda que as raparigas consomem quase tanto como os rapazes, ao contrário do que acontecia em 1995.

Dados recentes da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram que a idade média de iniciação no álcool e nas drogas caiu, nos últimos cinco anos, de 14 para 10 anos.


ALCOOLISMO EM PORTUGAL

1998, ano em que Portugal foi medalha de prata no Campeonato do Mundo dos Bêbedos, logo a seguir ao Luxemburgo - e revela duas características nucleares do fenómeno do alcoolismo. Por um lado, o dado factual - terrível - relativo às doenças mortais associadas ao consumo. Por outro, o orgulho cultural, que todas as maleitas descura, de um povo para quem a suprema comédia é o Vasco Santana na cena do bêbedo e do candeeiro.

Os 12 maiores consumidores mundiais são todos países europeus.

Os números da doença, veiculados repetidamente na imprensa - facultados por organizações nacionais e internacionais, ligadas a produtores e a consumidores, a entidades oficiais e a associações humanitárias - revelam um cenário negro, mas ninguém parece reconhecer gravidade.

Os últimos estudos contabilizam 1 milhão e 800 mil portugueses consumidores excessivos, 800 mil dos quais bebedores dependentes. De acordo com o Eurocare, o custo económico dos problemas relacionados com o álcool representa 5 a 6 por cento do Produto Nacional Bruto - mais de mil milhões de contos, no caso português. Incluem-se aí, nomeadamente, os gastos com os acidentes rodoviários (40 por cento dos quais, estão relacionados com o consumo), bem como com as baixas médicas e a improdutividade (a Organização Mundial de Saúde estima que 70 por cento dos alcoólicos estão enquadrados profissionalmente).

Entre 30% a 40% dos acidentes de trabalho são decorrentes do uso do álcool.

Apesar de o alcoolismo continuar a afectar, sobretudo, os homens com mais de 30 anos de idade, é cada vez maior o número de mulheres e jovens com problemas de dependência.

Entre os jovens, o sexo feminino revela aumentos de consumo preocupantes, tanto mais que o corpo da mulher tem menor capacidade de metabolização hepática.


O ÁLCOOL, PROBLEMA DE SAÚDE

As bebidas alcoólicas só deveriam ser consumidas por adultos saudáveis, ainda que em quantidades moderadas e, de preferência, durante as refeições principais.

A realidade, no entanto, é bem diferente. Estima-se que 10 por cento da população portuguesa consome álcool excessivamente. Muitas vezes, as pessoas que abusam do álcool não se apercebem que estão com um problema de saúde. E, por isso, precisam de ajuda.

É também verdade que, por vezes, se torna difícil perceber quando o consumo de álcool deixa de ser apenas um assunto privado. É necessário ter presente que uma pessoa com problemas de álcool é uma pessoa doente, que dificilmente pode tratar a sua doença sozinha.

Quando o álcool se torna um problema de saúde que afecta não só o próprio como todos os que o rodeiam, seja a família, a empresa ou os amigos, então a responsabilidade passa a ser colectiva. Fechar os olhos é o que nunca se deve fazer. Ignorar o problema é demitirmo-nos das nossas responsabilidades enquanto familiares, amigos, colegas, ou de meros cidadãos.


FACTOS E NÚMEROS DA BEBIDA ENTRE OS JOVENS

O estudante, em média, toma a sua primeira bebida alcoólica com a idade de 13 anos. A tendência dos últimos anos aponta para uma diminuição acentuada na idade. Entre os alunos do 8º ano 9,5% tomou a sua primeira bebida no 4º ano, 7,9% no 5º, 12,2% no sexto, 15,6% no sétimo, e 9,4% no oitavo. E os que não começam aqui normalmente não acabam a escola sem serem iniciados.

À medida que se tornam mais velhos os jovens bebem maiores quantidades com mais frequência.

Fazer gala das suas capacidades em autêntica competição é normal entre os jovens. Não admira que, nos EUA, 3,3 milhões de jovens entre os 13 e os 17 anos tenham sérios problemas com o álcool.

Provérbios 20:1 “O vinho é escarnecedor, a bebida forte alvoroçadora; e todo aquele que neles errar nunca será sábio”.


O QUE OS JOVENS ESTÃO A BEBER

Hoje pode-se saber o que os jovens andam a beber e quanto.

A bebida preferida é a cerveja. A média dos jovens consomem 3,5 cervejas por semana.
Também bebem muito licor de malte que é tem 2 vezes a graduação da cerveja (8º).

Porque é que o jovens bebem cerveja? Segundo eles mesmos, porque sabe bem, é fácil de se obter, é barata, e não os embebeda tão depressa quanto as outras bebidas alcoólicas.

Depois vem o consumo de vinho e finalmente as bebidas mais fortes. (Coctails, inclusive).


OUTROS FACTOS


As bebidas alcoólicas são fáceis de se conseguir pelos jovens, apesar das leis estabelecidas, pois podem conseguir-se em qualquer supermercado.

A bebida e a condução automóvel permanece a causa nº1 de morte dos jovens. O suicídio é 58% maior em alcoólatras do que no resto da população.

Muitos pais, erradamente, encorajam os filhos a beber, não só pelo seu próprio exemplo, mas encorajando activamente, como se fosse uma forma de afirmação de maturidade.

O uso do álcool nos jovens desempenha um papel importante no seu comportamento promíscuo e criminoso. O álcool tem sido factor determinante em 68% dos homicídios, 62% dos assaltos, 54% de tentativas de homicídio, 48% de furtos, e 44% de roubos. 60% das jovens que  contraíram doenças sexualmente transmissíveis estavam sob a influência do álcool no momento do acto sexual.

90% das violações dão-se quando o álcool está a ser usado  pelo assaltante, pela vítima ou por ambos.

Por último, o álcool é a grande porta que conduz às drogas.

61% dos tóxico-dependentes dizem que o álcool foi a primeira droga que usaram. Os que bebem entre as idades dos 12 e 17 anos são  7,5 vezes mais propensos  a usarem outras drogas do que os que nunca beberam.

O alcoólico tem necessidade de álcool para aceitar a realidade; tem tendência a fugir às responsabilidades; sofre de angústia, é agressivo, resiste mal às frustrações e às tensões; nele os poderes do instinto assumem quase sempre o ponto de descer ao mais baixo nível da razão levando-o a uma conduta impulsiva.

Negligência perante a família; divórcios numerosos entre os alcoólicos; frequentes perdas de emprego; perdas dos velhos amigos que continuem sóbrios; problemas financeiros... recurso ás organizações sociais; agressividade perante a sociedade; dificuldade em colaborar numa obra comum.

O alcoólico esquece normalmente a sua vida espiritual; não respeita as suas obrigações perante a família, os colegas de trabalho, a sociedade; perde todo o senso moral.


PORQUE É QUE OS JOVENS USAM ÁLCOOL E DROGAS?

Os centros de reabilitação estão cheios de jovens com traumatismos graves de coluna, estando para ou tetraplégicos, vítimas de acidentes devido ao alcoolismo. Porque é que os jovens fazem uma escolha tão estúpida? Talvez, em grande parte, devido à confusão resultante de mensagens misturadas que eles recebem – por um lado dos malefícios e perigos e por outro, dos próprios pais que bebem e das mensagens publicitárias de que quem bebe diverte-se mais.


Mas há mais razões:

Razão nº1: Curiosidade e experimentação
Nunca encontrei um jovem que se metesse no álcool ou droga com a ideia preconcebida de ficar amarrado. Apesar de terem ouvido falar dos perigos envolvidos padecem do síndroma “a mim não me acontecerá”. Pensam desfrutar de imunidade ao mal.
Na fase do crescimento os jovens têm curiosidade de conhecer o desconhecido – cigarros, bebidas e drogas.

Razão nº2: Pressão dos colegas

A maior parte dos que se envolveram com estas coisas citam a influência dos colegas  como razão principal. Numa pesquisa recente 70% disse que bebia porque os seus colegas e amigos bebiam.

Desejando fazer parte do grupo e ser aceites e amados  por ele, os jovens que se sentem inseguros e não amados em casa, cedem à pressão. Fumar, beber e drogar torna-se um preço menor, para eles, do que ser alienado do grupo, da multidão.

Razão nº3: É fixe
Uma rapariga disse: “É fixe, e a vida uma chatice! Faço-o porque não há nada mais para fazer”. Os jovens de hoje estão aborrecidos. Muitos encontram no álcool e drogas uma forma excitante de se divertirem – uma forma barata, fácil e divertida com um grupo de amigos. Enquanto os desportos requerem um significativo investimento pessoal de tempo, energia e disciplina pessoal, os químicos “conseguem-no” mais facilmente. O uso destas substâncias nos jovens é iniciado num esforço por se livrarem do tédio e satisfazerem a sua sede interior de diversão.

Razão nº4: Parecerem crescidos
Quando os jovens deixam de ser crianças, não querem ser mais olhados como tal. E então fazem um esforço extra por parecerem mais velhos do que o que são. Pensam que terem um copo de cerveja na mão e um cigarro na boca os faz parecer mais velhos.
Uma jovem referiu-se à bebida como um rito de passagem – passar do estatuto de infantil para sénior. Os rapazes acham que beber lhes dá um ar mais másculo.

Razão nº5: Disponibilidade
O álcool e as drogas são fáceis de se obter.
A título de exemplo, a lei não permite vender-se bebidas alcoólicas aos jovens com menos de 16 anos; no entanto eles vão a um supermercado e podem comprar todo o álcool que querem.
Talvez seja um facto surpreendente saber da parte dos que se drogam que se consegue Marijuana, LSD e  anfetaminas muito mais facilmente.

Razão nº6: Publicidade
A publicidade é convincente.
Transmite a imagem de charme, de diversão, de sucesso em relação ao sexo oposto, de aceitação.

Razão nº7: Pressão da Cultura Pop
MUITOS ícones e modelos da cultura pop hodierna  (filmes, música,TV e moda) enviam mensagens pró consumistas destas substâncias por meio de letras, vídeos e estilo de vida.

Razão nº8: Problemas familiares
Há, de facto, uma relação entre o ambiente familiar e o consumo de álcool e drogas entre os jovens. Os que vêm de lares onde há divórcios, separações, ausência de um pai, discórdia, conflitos conjugais, pressões e expectações sem sentido, comunicação deficiente, alcoolismo, ou abusos são mais propensos ao uso de álcool e drogas.

Razão nº9: Escape
A vida dos jovens em geral é sujeita a inúmeras pressões. O álcool e as drogas funcionam  como escape para aqueles que não conhecem outra forma de o conseguir. Quantos não dizem que o cigarro os alivia do stress?
Para alguns é o escape da baixa auto-estima e imagem pobre em frente ao espelho.
Por exemplo, as raparigas que se julgam menos atraentes são 6 a 10 vezes mais propensas a usar drogas.
É um refúgio para escaparem de problemas.

Razão nº10: Dependência
Depois de uma mera experiência para saberem como é, ficam dependentes.


AS MENTIRAS SOBRE O ÁLCOOL

Ao longo dos anos, foram sendo construídos alguns mitos e outras tantas falsidades sobre os efeitos do álcool no organismo humano.

Assim, e a contrário do que pensam os mais “antigos”, o álcool não aquece, já que o sangue se encontra a uma temperatura que ronda os 37 graus, quase sempre superior à temperatura ambiente. Quando o sangue regressa ao coração, há necessidade de o organismo despender energia no restabelecimento da sua temperatura.

Se não aquece, muito menos dá força. O álcool tem um efeito estimulante e anestesiante, dando a ilusão de voltarem as forças, mas depois, quando o organismo gastar mais energias para “queimar” o álcool, é que são elas...

O álcool, além disso, em quantidades moderadas tem um efeito desinibidor, o que parece facilitar a convivência. Mas trata-se de uma ilusão, porque nem sempre é possível controlar os consumos nesse ponto e porque a relação com os outros se torna pouco profunda e artificial.

Outro mito criado é que o álcool alimenta. É mentira, já que não tem qualquer valor nutritivo, porque produz calorias inúteis para os músculos e não serve para o funcionamento das células.

Nem alimenta, nem mata a sede, além de levar à perda da água existente no organismo. Portanto, quando tiver sede, nada melhor que água. Pura e fresca.


O QUE A BÍBLIA ENSINA SOBRE O USO DESTAS SUBSTÂNCIAS:

Primeiro ler Romanos 13:1-3;6-7. Responsabilidade em obedecer às leis do governo.

Passagens que têm a ver com a bebedeira:
Prov. 23:20,21; 1 Cor. 5:11; Gál. 5:19-21; Efe. 5:18; 1 Tes. 5.5-8.

Prov. 20.1: “O vinho é escarnecedor, a bebida forte alvoroçadora; e todo aquele que neles errar nunca será sábio”.

Prov. 23.20,21: “Não estejas entre os beberrões de vinho, nem entre os comilões de carne.  Porque o beberrão e o comilão acabarão na pobreza; e a sonolência os faz vestir-se de trapos”.

Prov. 23.29-35: “Para quem são os ais? Para quem os pesares? Para quem as pelejas? Para quem as queixas? Para quem as feridas sem causa? E para quem os olhos vermelhos?  Para os que se demoram perto do vinho, para os que andam buscando vinho misturado. Não olhes para o vinho quando se mostra vermelho, quando resplandece no copo e se escoa suavemente. No fim, picará como a cobra, e como o basilisco morderá. Os teus olhos olharão para as mulheres estranhas, e o teu coração falará perversidades. E serás como o que se deita no meio do mar, e como o que jaz no topo do mastro. E dirás: Espancaram-me e não me doeu; bateram-me e nem senti; quando despertarei? aí então beberei outra vez”.

Isaías 24:9  “Com canções não beberão vinho; a bebida forte será amarga para os que a beberem”

Isaías 28:7  “Mas também estes erram por causa do vinho, e com a bebida forte se desencaminham; até o sacerdote e o profeta erram por causa da bebida forte; são absorvidos pelo vinho; desencaminham-se por causa da bebida forte; andam errados na visão e tropeçam no juízo”..

1 Pedro 4:3,4: “Porque é bastante que no tempo passado da vida fizéssemos a vontade dos gentios, andando em dissoluções, concupiscências, borrachices, glutonarias, bebedices e abomináveis idolatrias; e acham estranho não correrdes com eles no mesmo desenfreamento de dissolução, blasfemando de vós”.

1 Coríntios 6:12:  "Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm. Todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma".

Provérbios 14:12:  "Há um caminho que ao homem parece direito, mas o fim dele são os caminhos da morte".

FRUINDO DA ADMIRÁVEL GRAÇA DE DEUS,
A NOSSA MISSÃO É AJUDAR TODOS 
A USUFRUIR DA MESMA GRAÇA.

"... vos exortamos a que não recebais a graça de Deus em vão" (2 Coríntios 6:1).
Se é que tendes ouvido a dispensação da graça de Deus ... (Efésios 3:2)
"... que a graça, multiplicada por meio de muitos, faça abundar
a ação de graças para glória de Deus" (2 Coríntios 4:15).
"Porque pela graça sois salvos ..." (Efésios 2:8).

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