
O professor da Universidade de Oxford, Alister McGrath, rebate as acusações do cientista pró-ateísmo Richard Dawkins em livro publicado pela editora Mundo Cristão.
“Quando uma pessoa sofre de um delírio, isso chama-se insanidade. Quando muitas pessoas sofrem de um delírio, isso chama-se religião”. Esta é apenas uma, dentre as muitas acusações hostis que Richard Dawkins faz ao fundamento básico de toda a religião, a fé. Em
Deus, um delírio, um manifesto ateísta que questiona a veracidade da Bíblia, a tese do Projecto Inteligente e a existência de Deus, Dawkins chega a comparar a educação religiosa infantil ao abuso sexual e sugere que os “crentes” são pessoas recalcadas, intelectualmente limitadas, mas que apesar de sofrerem de alucinações que roçam a demonstração de doença mental, ao afirmarem que ouvem Deus falar ou que ele atende às suas petições, ainda há possibilidade de recuperá-los. A agressiva ousadia do cientista não pára por aí e vai além das palavras.