Actos Dispensacionalmente Considerados - CAPÍTULO XXIV - ACTOS 15:6-11 (Cont.)
A BATALHA DE PAULO
Na primeira parte da reunião houve “grande contenda” (Vers.7). Contudo os que procuravam Judaizar os crentes Gentios e impor a circuncisão e a lei sobre eles, juntamente com os que “secretamente se tinham intrometido” para ajudarem a dirigir o assunto através de estratégia secreta, não conseguiram nada, pois o apóstolo Paulo, tinha a verdade e até as consciências da maioria dos seus adversários do seu lado.
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Muitos Cristãos falham em orar aceitavelmente. Eles gratificam as suas vontades. Oram afincadamente para que Deus os guie; apesar de ao mesmo tempo estarem determinados a que Ele guie segundo os seus próprios desejos, mesmo que contrários à Sua vontade revelada. Depois, quando confrontados com a Palavra escrita, dizem: “Mas eu tenho orado muito sobre isto.” Eles até chegam a desafiar Deus, como a jovem que justificou o seu noivado com um jugo desigual, dizendo: Eu pedi ao Senhor que se não fosse da Sua vontade o impedisse de algum modo.” Tal uso impróprio da oração é pior do que superstição; é um sacrilégio, pois a jovem devia ter sabido – provavelmente sabia – que a Palavra escrita de Deus já tinha condenado o que ela queria, pedira e obtivera.
O evangelista Franklin Graham, filho do afamado evangelista Billy Graham, propôs-se falar sem rodeios, indicando aos Americanos a direcção correcta para a verdadeira mudança.