INTRODUÇÃO
Parece que em certas áreas o neo-evangelicalismo nos conduziu de novo ao Modernismo dos velhos tempos. Assim como fizeram os modernistas de há cinquenta a cem anos atrás, muitos líderes da igreja hodierna continuam a insistir no Sermão da Montanha e no Evangelho do Reino, pois estes têm muito a dizer sobre a paz, a não-resistência, a justiça social, a partilha das riquezas, etc. Chamam a isto de "o Evangelho social."
Nós não podemos questionar, nem questionamos que o Sermão do Monte contém palavras do próprio Senhor Jesus Cristo, e que todas elas eram vinculativas naquele tempo, porém nós defendemos que, mais tarde, o nosso Senhor, da Sua glória no céu, suspendeu esse programa até um dia futuro, levantando Paulo, o principal dos pecadores salvo pela graça, para inaugurar uma nova dispensação, especificamente chamada de "a dispensação da graça de Deus" (Efésios 3:1-3), tendo-lhe sido confiado "o Evangelho da graça de Deus" (Atos 20:24), o Evangelho que nós devemos anunciar hoje.
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Às vezes nós somos demasiado descuidados na discussão das Sagradas Escrituras. Falamos em generalidades, onde as Escrituras são específicas, ou, contrariamente, insistimos em interpretações específicas onde as Escrituras falam em generalidades. O escritor tem diante de si um artigo intitulado, O Sermão da Montanha é Para a Igreja? Há duas coisas erradas neste título. É claro que o Sermão da Montanha é para a Igreja. Toda a Escritura é inspirada por Deus e proveitosa. Quantas verdades benditas, quantas lições preciosas, podemos aprender, pois, com o Sermão da Montanha!
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