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16-10-2026 - Solidão pastoral: livro reúne orientações de autocuidado e revela dados alarmantes

Ministro precisando de ser ministrado

Os ministros da Palavra também precisam de quem lhes ministre a Palavra

 

     Há um aspeto do ministério que passa quase despercebido no meio da rotina de contacto diário com a igreja: a solidão enfrentada por quem acolhe e orienta os crentes constantemente, mas raramente dispõe de um espaço para expor as próprias angústias. Essa realidade atinge dois em cada cinco pastores (40%), conforme levantamento feito Barna Group em inquérito.

     É justamente desse contexto que surge Pastores pela Vida: Cuidando de quem cuida, obra recém-lançada sobre saúde emocional e autocuidado de lideranças cristãs, organizada por Valdir Steuernagel e Daniel Guanaes.

     Ainda que os números do Barna Group retratem o cenário religioso norte-americano, o estudo possibilita uma comparação com a situação pastoral em Portugal, no Brasil e outros lugares — uma vez que não existe, entre os líderes cristãos destes países/lugares um mapeamento oficial desse tipo.

     “Os pastores estão sempre cercados de pessoas: pregam em cultos cheios, aconselham casais em crise e orientam uma congregação inteira. Por mais paradoxal que pareça, uma das suas principais queixas é a solidão. Falo como pastor e como psicólogo”, observa Guanaes.

     Publicada pela Editora Mundo Cristão em parceria com a Visão Mundial Brasil e com assinatura de 11 coautores, a obra contraria a ideia de que o líder deve suportar sozinho o peso de todas as atribuições. Diante de quadros de depressão, ansiedade e burnout, a proposta do livro é direta: para seguir cuidando bem do próximo, o líder precisa aprender a cuidar de si em primeiro lugar.

     A seguir, quatro orientações centrais apresentadas na obra para que estes líderes fortaleçam o autocuidado e exerçam o ministério de maneira mais equilibrada.

 

Construa amizades nas quais não precise de ocupar o papel de líder

     Boa parte do tempo do pastor é dedicada a escutar, orientar e amparar outras pessoas. Por isso, é essencial manter vínculos sinceros fora da atmosfera habitual, nos quais seja possível expor fragilidades sem a cobrança de sempre ter respostas. Convivência com outros círculos de confiança para conversar ajuda a reduzir a sensação de isolamento.

 

Entenda que pedir ajuda não é fraqueza

     A obra chama atenção para a chamada “síndrome de Messias”, comum entre muitos líderes, que acreditam precisar de solucionar todos os problemas sozinhos. Procurar aconselhamento ou apoio de outros companheiros de ministério não entra em conflito com a fé. Pelo contrário, trata-se de um gesto de sabedoria e humildade que favorece uma liderança mais saudável e duradoura.

 

Aprenda a delegar responsabilidades

     Nenhum ministério se deve sustentar exclusivamente sobre uma única pessoa. Distribuir tarefas e formar novos líderes pode aliviar a sobrecarga, abrindo espaço para que este líder dedique tempo à família, à saúde e à própria vida espiritual.

 

Cuide de si com o mesmo empenho que dedica aos outros

     Não é raro que líderes religiosos se tornem especialistas em acolher a dor alheia enquanto negligenciam a própria. Destinar tempo a descanso, lazer, oração, atividade física e convivência familiar não configura egoísmo, mas sim uma necessidade. Quem cuida de pessoas precisa de admitir que também requer cuidado para continuar a servir a igreja de forma saudável e sustentável.

- in Good Prime

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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NOTA de esclarecimento importante:

Esta secção de notícias é exatamente isso, e tão somente isso: notícias, visando informar o povo de Deus do que vai acontecendo no mundo. Não significa que subscrevamos princípios, práticas e costumes associados às mesmas. O resto do portal esclarece bem e com rigor o que realmente cremos à luz das Escrituras bem manejadas.

 

A compreensão do dispensacionalismo - realidade e mitos (2)

Realidade e mitos

 

OBJEÇÕES AO DISPENSACIONALISMO

1. Despreza a Bíblia inteira

     Uma das principais críticas ao Dispensacionalismo é a de que os seus adeptos não acreditam na Bíblia inteira. Parte-se do princípio de que, quando alguém divide a Palavra de Deus conforme as instruções de Paulo, deve rejeitar as partes que não foram especificamente escritas para a era da Igreja. Por exemplo, ouvimos pessoas dizerem: «Aqueles que acreditam nas dispensações não acreditam na epístola de Tiago, nem em 1 e 2 Pedro. Nem sequer acreditam no Antigo Testamento.»

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Três marcas do crente

AS MARCAS DE UM VERDADEIRO CRISTÃO | Agreste Presbiteriano

 

     Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e a caridade, estas três; mas a maior destas é a caridade. 1 Coríntios 13:13

     F. B. Meyer refere-se a estas três marcas dos crentes como a raiz, o caule e o fruto. A fé é a raiz, pois em quem ou no que confiamos determina que tipo de planta irá crescer. A esperança é o caule, pois a nossa confiança segura de que Deus completará o que começou é o que nos faz permanecer firmes e crescer fortes no meio das tempestades da vida. O amor, porém, é o belo fruto, com o seu aroma fragrante e sabor satisfatório. O amor é o nosso testemunho para o mundo, a nossa própria recompensa e um meio de glorificar o nosso Jardineiro celestial.

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