22-12-09 - Prisão injusta de James Bain faz lembrar prisão injusta de José no Egipto
Condenado a prisão perpétua, estava na prisão há 35 anos, acusado de raptar e violar um rapaz de nove anos, em 1974. Mas na passada quinta-feira o norte-americano James Bain pôde sair em liberdade porque testes de ADN o ilibaram do crime. Foi o detido que mais tempo passou numa prisão norte-americana e acabou por ser considerado inocente.
Quando saiu da prisão na Florida, disse aos jornalistas que não está indignado porque sempre confiou em Deus e a sua fé n’Ele o ajudou. Foi um longo caminho até ouvir o juiz dizer “Mr. Bain, você é um homem livre”.
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NEW YORK – Um novo relatório concluiu que quase um terço dos países do mundo têm fortes restrições sobre a prática religiosa, quer por causa das políticas e leis governamentais, quer por actos hostis por parte de indivíduos ou grupos.
À primeira vista, uma colorida pulseira de plástico (silicone, gelatina, ou borracha) nos pulsos de crianças (e adolescentes) parece inocente. Mas na realidade são um código para as suas experiências sexuais, onde cada cor significa um grau de intimidade, desde um abraço até ao sexo propriamente dito.