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Pseudo-ateu: o ignorante que pensa ser sábio

Gregor Mendel

     Um estudante ateu, no meio de um grupo de estudantes universitários ateus na Hungria, colocou, em nome deles todos, a seguinte questão a um crente:

     "Quando o cosmonauta soviético Yuri Gagarin foi para o espaço, ele procurou Deus e não O encontrou!"

     Voltando-se para o crente, continuou, "Não o viu! Gostaria de saber se o senhor já viu Deus".

     O crente respondeu assim: "De todo o conhecimento do mundo quanto dele possuís?"

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24-07-2017 - Intelectual chinês assume conversão em público e causa incómodo: "Decidi seguir a Jesus"

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     A recente conversão do escritor Ran Yunfei foi saudada como um milagre por muitos cristãos, mas causou controvérsia entre os intelectuais do país.

     O escritor Ran Yunfei já foi nomeado um dos "cem intelectuais públicos" da China. No entanto, uma confissão feita após anos distante da fé, surpreendeu o seu público: "Hoje, eu decidi seguir a Jesus", segundo informa o site China Christian Daily.

     Yunfei teve o seu primeiro contacto com os ensinos bíblicos na década de 1980, mas nos últimos anos tornou-se cético pela sua falta de "vontade de acreditar". Ainda assim, o escritor nunca desprezou os seus ensinos e incentivou o cristianismo na China.

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A conversão de um cineasta, filósofo ateu: “Naquela noite, no deserto do Saara, eu conheci Deus”

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     Para ele, o encontro com Deus foi imprevisto e imprevisível. Ele era ateu, filho de pais incrédulos, leitor de Diderot e dos iluministas do século XVIII.

     Eric-Emmanuel Schmitt, filósofo de formação, dramaturgo de nascimento, escritor prolífico e diretor de cinema é uma das figuras culturais francesas mais conhecidas internacionalmente.

     Em vinte anos, o belga Eric-Emmanuel Schmitt tornou-se um dos mais lidos e representados nos autores francófonos do mundo. Aplaudido pelo público e críticos, as suas obras têm sido premiadas por vários prémios Molière e o Grande Prémio da Academia de Teatro Francês. Os seus livros estão traduzidos em 45 línguas e o seu repertório está representado em mais de 50 países. De acordo com estatísticas recentes ele é hoje o autor mais estudado em escolas e institutos franceses.

    Schmitt contou ao jornal italiano Avvenire a história da sua conversão, numa noite de 1989, em pleno deserto de Hoggar, no Saara.

O extraordinário dom de Deus

     Schmitt se perdeu da sua comitiva e passou a noite sozinho. Foi assim que aconteceu o encontro com Deus. “Dizer que uma pessoa se converteu é dizer que ela fez uma escolha ativa e voluntária. Devo admitir que isto não representa exatamente o que eu vivi naquela noite no deserto. O que eu recebi foi uma graça e um dom extraordinário. E abri em mim todo o lugar e espaço possível para esse dom. Por isso, quando me chamam de ‘convertido’, eu prefiro ser definido como alguém que recebeu uma revelação”. Esta é “a expressão que me caracteriza melhor, porque ela fala da surpresa do presente que eu recebi. Eu não estava à procura de Deus, nem sabia que Deus estava à minha procura. Recebi como presente algo que eu não estava buscando. Esta revelação, para mim, foi apenas o começo”.

O estudo do Evangelho

     Quando voltou à França, o dramaturgo passou a ler vários poetas místicos de diversas religiões. “Após aquela revelação, eu percorri um caminho de descoberta do Evangelho. E houve um trabalho muito ativo da minha parte para entender esse texto cheio de contradições. Nisto eu posso dizer que experimentei uma conversão. Em síntese, portanto: no deserto, uma revelação; com o Evangelho, uma conversão”.

      “A minha força”, explica Schmitt, “está em não tentar cristianizar à forçar aquelas pessoas, mas em testemunhar o Evangelho com o exemplo da própria vida. Foi assim que Cristo mesmo fez em seu tempo”.

23-07-2017 - Agora é proibido ser-se pessoa de fé no Partido Comunista da China

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     É oficialmente ilegal ser-se pessoa de fé no Partido Comunista da China, de acordo com um novo comunicado emitido pela Administração Estatal de Assuntos Religiosos do país.

     "Os membros do partido não podem ter crenças religiosas, o que é uma linha vermelha para todos os membros", escreveu Wang Zuoan, diretor da administração de assuntos religiosos.

     Em vez disso, o marxismo e a política partidária devem ser o sistema de crenças de cada membro.

     "Os membros do Partido devem ser ateus marxistas firmes, obedecer às regras do partido e aderir à fé do mesmo ... eles não estão autorizados a procurar valor na religião e a crer nela", disse Zuoan.

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Como posso ajudar os meus filhos a superar a sua amargura e revolta?

Billy Graham


Pergunta
: Com a ajuda de Deus, acho que realmente perdoei ao meu ex-marido por todos os problemas que ele nos causou, mas os nossos quatro filhos (que são todos adultos agora) dizem que nunca lhe perdoarão. Como posso ajudá-los a superar a sua amargura e revolta? Ou não devo? - Sr.ª R.McK.

Resposta: Sim, certamente deve fazer tudo o que puder para ajudá-los a superar os seus sentimentos. Como costumo dizer, a amargura e a raiva são como venenos para os nossos corações e mentes que nos destroem se os deixarmos, e nunca resolvem nada.

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