Paul Washer afirma que o homem moderno nega a verdade de Deus com a esperança de silenciar a sua própria consciência.
O pregador Paul Washer fez, numa recente pregação, criticou os ateus ao afirmar que o “homem natural” odeia Deus. Ainda, disse que “eu não acredito que a Bíblia dê algum espaço ao ateísmo”.
“Nós vivemos numa era de Relativismo, um sistema de crenças que se baseia na certeza absoluta de que não existem certezas absolutas”, destacou. “Nós, hipocritamente aplaudimos o Homem por buscar a verdade, mas pedimos a execução pública de qualquer homem que acredite tê-la encontrado”, disse o líder.
Washer fez críticas à tentativa humana de se gerir a si mesma sem Deus. “A razão para isso é clara: O Homem natural é uma criatura decaída, é moralmente corrupto e está empenhado em ter autonomia, isto é, em governar-se a si mesmo”.
O sofrimento que existe, oriundo doenças, morte, tsunamis, terramotos, guerras, etc., qualquer que seja a sua origem, a verdade seja sita e reposta, ocorre por culpa do homem e não de Deus. Por conseguinte, tal argumento é um verdadeiro embuste. Desde a primeira hora que Deus preparou o melhor para o homem, um verdadeiro paraíso (Génesis 2:15). Porém o homem fez uma má escolha, estando pré-avisado de que essa má escolha lhe traria sofrimento e morte (Génesis 2:16; 3:16-19). Como se tal não bastasse, para resumir, o Senhor Jesus Cristo veio a este mundo, em graça (favor imerecido), estabelecer um reino de perfeita justiça e paz, sem guerras, nem doenças, nem sofrimento, nem morte, porém os homens disseram: "Não queremos que este reine sobre nós" (Lucas 19:14). Não é pois legítimo, sério, justo, atribuir a Deus o ônus do problema. O sofrimento existe por exclusiva culpa e responsabilidade do homem.
Note-se, porém, o seguinte: apesar da reincidência do homem, Deus continua a querer salvá-lo, mas na sua impertinência e insolência, o homem continua a rejeitá-Lo e, pasme-se, a atribuir-Lhe a culpa daquilo de que só ele é culpado. E assim temos o triste e lastimável espetáculo ridículo do homem rejeitar uma salvação que não merece, e depois reclamando de um castigo que merece.
Se porventura és um pseudo-ateu, depõe as armas do teu orgulho que te cega, pois só te estás a ferir a ti próprio e a magoar-te a ti mesmo.
Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo" (Atos 16:31).
Pergunta: Eu admito que estou revoltado com Deus, porque nasci com uma deficiência física que me tem limitado toda a minha vida, e eu culpo-O por me impedir de conduzir uma vida normal. Eu sei que algumas pessoas estão em pior situação, mas ainda assim sinto-me amargurado. Porque não havia de estar revoltado? - A.N.
Resposta: O mais importante que posso dizer é que Deus entende os seus sentimentos - e, no entanto, ele não o rejeita nem se indigna consigo. De facto, Deus ama-o - e uma vez que descubra essa verdade, a sua vida nunca mais será a mesma.
A Europa é um continente onde o cristianismo se acomodou e o secularismo tornou-se quase impositivo. Ainda assim, há episódios que demonstram a sede do povo pela Palavra de Deus, como a cruzada evangelística realizada no passado dia 08 de julho, em Londres, Inglaterra.
Chamada de Just One (Apenas Um), a cruzada foi organizada pelo evangelista J. John, e contou com apoio de diversos Cristãos e igrejas do Reino Unido. Para a imprensa, o evento foi a maior reunião de evangelização na capital inglesa desde as cruzadas promovidas por Billy Graham.
“Literalmente, milhares de pessoas foram à frente professar a sua fé no Senhor Jesus Cristo”, comentou Peter Wooding, da Aliança Global de Notícias em Londres. A conversão em massa foi apenas um dos resultados do evento, que tinha também o objetivo de incentivar os cristãos do país a erguerem a bandeira do Evangelho e comunicar a mensagem.
3. Se Deus é todo-poderoso, porque é que há coisas impossíveis para Ele?
Deus pode criar uma pedra tão pesada que Ele mesmo não possa levantá-la?
Se a resposta for SIM, Deus não seria todo-poderoso, pois Ele não teria o poder de levantar a pedra em questão.
Se a resposta for NÃO, Deus também não seria todo-poderoso, pois haveria pelo menos uma coisa que Ele não poderia fazer: criar a referida pedra.
Este é o famoso Paradoxo da Omnipotência. Ou seja, de qualquer maneira, teríamos um Deus que não seria todo-poderoso e, portanto, que não seria realmente Deus, já que a omnipotência é uma das características essenciais de Deus.
Se entendemos que Deus é criador do Universo, como é que Ele não poderia criar uma pedra como esta da pergunta?
Geralmente quem usa esse Paradoxo da Onipotência, não conhece o verdadeiro conceito da omnipotência de Deus. As pessoas geralmente pensam que o facto de Deus ser todo-poderoso (omnipotente), representa a sua capacidade de fazer qualquer coisa que queira. Mas não é assim!
Qualquer pessoa tem a capacidade de fazer algumas coisas que Deus não pode fazer e nem por isso somos omnipotentes.
Eis alguns exemplos de coisas que podemos fazer mas o Deus todo-poderoso não pode: pecar, mentir, trapacear, enganar, fazer o mal, ser incoerente, entre outros.
Logicamente não estamos a sugerir sequer que alguém faça alguma destas coisas, mas é um facto que temos o poder de fazê-las se quisermos, porém, não Deus.
Mas, então, como é que podemos dizer que Deus é omnipotente se Ele não pode tudo?
Dizemos isso porque o conceito de omnipotência de Deus não é poder fazer tudo, mas sim poder fazer tudo o que não seja contrário à Sua natureza, à sua Palavra, ou ao Seu caráter.
E o que isso tem a ver com a a questão da pedra acima?
Conforme vimos, a coerência faz parte da natureza de Deus. Porém, alguém pode questionar: “Ok, entendi que Deus é coerente e que isso emana da Sua natureza, mas Ele não poder criar uma pedra tão pesada que Ele mesmo não possa levantá-la, seria algo incoerente?”
Sim, seria uma grande incoerência, pois isso é uma falácia do raciocínio. A falácia está em considerar que algo finito (pedra) poderia limitar um Ser infinito (Deus). Ou seja, a falácia da pergunta decorre de misturar na mesma categoria categorias diferentes: finito e infinito.
Por outras palavras, Deus não pode criar uma pedra que Ele mesmo não possa levantar, mas isso não tem nada a ver com ausência de omnipotência. Supor que um ente finito limitaria o poder de um Ser infinito seria contrário a lógica, seria incoerente, e, portanto, contrário à natureza de Deus.
Outro exemplo bem simples é sugerir que Deus pode criar um quadrado redondo, o que é logicamente impossível, pois estamos diante de categorias diferentes, portanto se não é lógico, não é algo que Deus possa fazer e nada O desmerece na Sua omnipotência.
Conclusão
Como a omnipotência divina é fazer tudo o que seja de acordo com a natureza de Deus, d'Ele não se pode esperar que faça algo contrário à mesma.
O vídeo s seguir também explica um pouco essa questão, mas com foco na relação entre a omnipotência de Deus e a nossa liberdade de escolha (livre-arbítrio). Não deixes de o ver - é curto: