26-10-2018 - Angola cria decreto para encerrar igrejas consideradas “clandestinas”

A perseguição religiosa aos cristãos caracteriza-se também pela criação de medidas que visam restringir a liberdade de culto. É o que está pretendendo fazer o Governo de Angola, após a promulgação de um decreto determinando o encerramento de igrejas consideradas “clandestinas”.
Pelo menos 1.220 grupos religiosas em Angola são consideradas clandestinos. Eles funcionam graças a uma plataforma ecuménica de vários segmentos religiosos, onde os inscritos podem funcionar sem a necessidade de terem personalidade jurídica.
O decreto Executivo Conjunto 01/2018, no entanto, visa excluir tal plataforma, obrigando, assim, que todos os seus integrantes se enquadrem nas exigências do Governo para que possam funcionar.
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