02-02-2019 - Cristão ex-muçulmano é condenado a levar 80 chicotadas por “beber vinho” na Ceia do Senhor (2)

A principal alegação do Governo iraniano contra os cristãos, de modo geral, é que eles conspiram contra a “segurança nacional” do país. Essas acusações, no entanto, são utilizadas para tentar justificar a ação das autoridades islâmicas contra o avanço do cristianismo no país.
A perseguição religiosa na República Islâmica do Irão, país da Ásia Ocidental, antiga Pérsia, continua a deixar marcas profundas, psicológicas e físicas em quem professa a fé no Senhor Jesus Cristo. Entre os perseguidos está o ancião Mohammadreza Omidi, condenado a 10 anos de prisão por “beber vinho” durante uma celebração da Ceia do Senhor.
Omidi, assim como outros, é um dos líderes da chamada “igreja que se reune em casas”, isto é, congregações que se reúnem nos lares dos crentes e que aos poucos vão atraindo naturalmente outras pessoas da vizinhança. Quem participa e principalmente organiza esses encontros vive sob o risco constante de ser preso, torturado e até morto.




