Inventado? Jesus? (I)

Suponhamos, por um momento, que os autores dos Evangelhos não descreveram simplesmente um Jesus que realmente viveu, mas inventaram esse personagem, tendo como sua matéria-prima, talvez, algum camponês sábio, mas livremente reconstruindo, adicionando, moldando e exagerando, de modo que o resultado fosse um personagem ideal, mais do que humano, porém, fictício que, como tal, nunca existiu. Suponhamos, digo eu, que assim o era, e, em seguida, elaboremos as implicações da nossa teoria.



