Empecilhos à Oração (IV)
Um Espírito Que Não Perdoa
Nutrir um espírito que não perdoa impede a oração. Vingança, retaliação, um espírito inclemente, a ausência de tolerância, a falta de um espírito de misericórdia plena e total para com todos que de qualquer forma ou em qualquer medida nos prejudicaram, impede a oração. Não avançaremos um centímetro enquanto não reconhecermos estes sentimentos e não perdoarmos “como Deus nos perdoou em Cristo”. Quando deixamos de aplicar misericórdia a todos os males que já foram praticados contra nós, estamos automaticamente a condenar a nossa capacidade de orar.
Nutrir um espírito que não perdoa impede a oração. Vingança, retaliação, um espírito inclemente, a ausência de tolerância, a falta de um espírito de misericórdia plena e total para com todos que de qualquer forma ou em qualquer medida nos prejudicaram, impede a oração. Não avançaremos um centímetro enquanto não reconhecermos estes sentimentos e não perdoarmos “como Deus nos perdoou em Cristo”. Quando deixamos de aplicar misericórdia a todos os males que já foram praticados contra nós, estamos automaticamente a condenar a nossa capacidade de orar.
Suponhamos que tenho acabado de ter a alegria de conduzir uma alma a Cristo. Tratava-se de uma criatura ímpia, perversa, até então, mas agora, subitamente, ocorreu uma grande transformação na sua vida. Ele fica impressionado com a alegria de pecados perdoados. No entanto algumas coisas ainda o preocupam.
A maioria dos jovens no mundo diz que é espiritual e pensa que a religião e a espiritualidade são ambas positivas, segundo uma pesquisa extensa deste género, feita pela primeira vez.
As últimas décadas têm produzido algumas mudanças dramáticas no discurso nacional [e internacional] sobre tudo o que é sexual. Com as crianças do ensino básico a serem iniciadas no curriculum da “diversidade da família”, com os relatos de promiscuidade em lares para idosos, com o debate aceso sobre casamento homossexual, e com a tendência predominante da pornografia através da publicidade e do entretenimento, parece não haver virtualmente parte da cultura que não trate da sexualidade de uma forma ou de outra – e muitas vezes com significativa controvérsia. Nesta era de relativismo moral, a opinião politicamente correcta declara que o que acontece entre adultos, desde que com consentimento, não é da conta de ninguém, mas exclusivamente da sua.