Peter Wald, 52 anos, tinha uma vida normal na cidade de Hamilton, Canadá, até que uma visita ao médico indicou que ele tinha um estágio avançado de diabetes que acabou por causar uma infecção na perna. Dizendo não acreditar no poder da medicina, ele e a família decidiram apenas orar e esperar em Deus por um milagre de cura.
No entanto, a saúde de Wald só piorou. Algum tempo depois, entrou em coma e morreu. A família decidiu ficar com o corpo em casa e a partir dali oravam todos os dias pedindo a sua ressurreição.
Quando a polícia veio executar uma ordem de despejo, após a família ficar meses sem pagar o aluguer, encontraram o corpo em estágio avançado de decomposição em um quarto fechado, no segundo andar da casa. Ele estava coberto por cobertores, para minimizar o cheiro.
Pergunta: Eu memorizei algumas orações na nossa igreja, quando era criança, mas não tenho sido religioso desde então. Por alguma razão, no entanto, eu tive um desejo de orar recentemente, mas aquelas orações de infância parecem-me meio vazias. Pode sugerir outras orações? - M.M.
Resposta: Estou convencido de que a razão porque tem esse desejo de orar é porque no fundo, tem fome de Deus - e eu espero que não a ignore. Pelo contrário, pode tornar-se como o salmista: "Como o cervo brama pelas correntes das águas, assim suspira a minha alma por Ti, ó Deus!" (Salmo 42:1).
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Um festival hindu em que se realiza o ritual de sacrifício de animais aconteceu na passada sexta-feira (28 de novembro) no sul do Nepal, onde os devotos creem que a ação trará boa sorte e que uma deusa hindu atenderá aos seus desejos. O festival, que durou dois dias, é chamado “Gadhimai Mela" e realizado no distrito de Bara.
Antes do amanhecer, um sacerdote sacrificou cinco animais - um rato, uma galinha, uma pomba, uma cabra e um porco -, e deixou cair cinco gotas de seu próprio sangue em um campo fora do templo de Gadhimai. Durante o dia, hindus sacrificaram mais de 5 mil búfalos. Até o final do festival, outros animais foram ainda sacrificados.
Os organizadores e as autoridades locais defendem o festival que se celebra a cada cinco anos como uma tradição de várias gerações, apesar de os ativistas de direitos dos animais o denunciarem como um ato de barbárie.