Nós podemos confiar na Bíblia?

Nos últimos anos, a autoridade da Bíblia tem estado sob ataque. Isso não é surpreendente. Uma nova filosofia que permeia a sociedade procura promover ideias humanistas sobre a origem da humanidade e a existência de Deus. Livros como O Código DaVinci, O Evangelho de Judas, O Túmulo Perdido de Jesus, incluindo A Desilusão de Deus, são projetados para minar o facto histórico de que a Bíblia é autêntica e de inspiração Divina. Infelizmente, muitos dos chamados leitores ávidos, que deveriam ser mais circunspectos e mais sábios do que o leitor casual médio, agora estão expelindo o que leram nesses falsos escritos obtidos da era dos místicos gnósticos.
DEGENERAÇÃO DA SOCIEDADE
Cada vez mais pessoas estão a descartar a Bíblia como se fosse meramente um livro de fábulas e mitos. Isso, sem dúvida, impactará em como o homem moderno vê o seu valor e importância num mundo em mudança. Afinal, se não há Deus, por que devemos ser responsáveis por viver uma vida moralmente correta. Se somos uma espécie evoluída que veio de lodo, porque havemos de ter uma consciência sobre o que é certo ou errado? Quando se remove a realidade da existência de Deus, esta é substituída por uma mentalidade que causa a degeneração da sociedade.

Faraó e os amalequitas representam duas diferentes influências: Faraó representa o impedimento à libertação de Israel do Egito; Amaleque representa o impedimento à sua caminhada com Deus através do deserto. Faraó usou as coisas do Egito para impedir Israel de servir ao Senhor; Ele, portanto, prefigura Satanás, que usa “este presente século mau" contra o povo de Deus. Amaleque, por outro lado, ergue-se diante de nós como tipo da carne. Ele era neto de Esaú, que preferiu um prato de lentilhas à primogenitura (Gn 36:12). Ele foi o primeiro a opor-se a Israel, depois do batismo da nação "na nuvem e no mar." Estes factos servem para fixar o seu carácter com grande distinção ... Amaleque é um tipo da carne.


