Nestes dias há entrado uma forte corrente chamada Relativismo na qual os actos, comportamentos e acções não são nem bons nem maus; tudo depende. Assim, vemos por exemplo que enganar não é mau, se for feito por uma razão nobre, roubar e mentir tão-pouco. O desenlace de quase todas as novelas é sempre o mesmo, o/a esposo/a deixa o seu cônjuge “mau, abusivo, etc.” e consegue um amante “bom, que ama de verdade”, e o pior de tudo é que as coisas são apresentadas de tal forma que o telespectador acaba por se colocar do lado da nova relação.
Ler mais …O Relativismo

O Antigo Testamento começa com dezassete livros históricos - Génesis a Ester - e termina com dezassete livros proféticos - Isaías a Malaquias. No meio estão cinco livros - Jó a Cantares de Salomão - que, embora contenham história e profecia, talvez pudessem ser melhor descritos como livros de experiências.
O livro central desses cinco livros é o livro de Provérbios. O versículo central do livro é o capítulo 16 versículo 17, que realmente resume o seu ensino e seu valor como um guia prático para o povo de Deus em todas as eras. "O alto caminho dos retos é desviar-se do mal; o que guarda o seu caminho preserva a sua alma". Somos lembrados aqui que a nossa jornada pela vida requer vigilância constante, autocontrolo e disciplina. Só então faremos qualquer progresso espiritual real. Este é o tema subjacente ao livro de Provérbios.
Tem sido sugerido que este livro complementa o livro dos Salmos como sendo o resultado prático dos princípios devocionais ensinados e aprendidos ali. A palavra escondida no coração, Sal. 119:11, torna-se a palavra proferida a seu tempo, Prov. 15:23. O caminho aprendido no santuário, Sal. 25:4, permite caminhar em segurança, Prov. 23.
Ler mais …Estudos de personagens no Livro de Provérbios