
“E vossos meninos, de que dissestes: Por presa serão; e vossos filhos, que hoje nem bem nem mal sabem, ali entrarão, e a eles a darei, e eles a possuirão” (Deut. 1:39).
Nesta passagem, Moisés está a recordar a recusa de Israel em entrar na Terra Prometida por causa do seu medo e falta de fé em Deus. Deus puniu os israelitas fazendo com que aquela geração morresse no deserto durante um período de quarenta anos. A Terra Prometida é a esperança de Israel; é o seu Céu a ser estabelecido na terra (Deuteronómio 11:21). Observe que Deus permitiu que os filhos da geração incrédula entrassem na Terra Prometida, “que hoje [ou, naquele momento] nem bem nem mal sabem [ou, tinham conhecimento]”. Os filhos que não tinham conhecimento do bem e do mal e não participaram da incredulidade de Israel foram poupados, e eles obtiveram o privilégio de entrar na Terra Prometida que os seus pais descrentes perderam. Este é um princípio que eu acredito ser verdadeiro hoje sob a graça, a saber, que Deus permite crianças no Seu Céu, que não têm conhecimento do bem e do mal e estão com idade antes da que poderem confiar em Cristo como seu Salvador.
As Escrituras chamam às crianças que morrem de “inocentes” (Jer. 19:4-5). A palavra hebraica traduzida por “inocentes” significa inocente que é levado a tribunal e é considerado inocente. Isso não significa que as crianças não são decaídas. Não significa que elas não nasceram em pecado ou não tenham uma natureza pecaminosa. Significa que Deus as trata misericordiosamente como inocentes. Como tal, pela graça e pelo sangue de Cristo, os bebés estão seguros e Deus permite que os inocentes entrem no Seu céu quando morrerem.
“E disse ele: Vivendo ainda a criança, jejuei e chorei, porque dizia: Quem sabe se o Senhor se compadecerá de mim, e viva a criança? Porém, agora que é morta, por que jejuaria eu agora? Poderei eu fazê-la mais voltar? Eu irei a ela, porém ela não voltará para mim” (2 Sam. 12:22-23).
Quando o filho de David ficou doente devido ao seu pecado com Bate-Seba, David jejuou e chorou de tristeza. Depois que o bebé morreu, David levantou-se, adorou ao Senhor e comeu (2 Sam. 12:20). Ele explicou a seus servos o motivo pelo qual “eu irei a ela.” David tinha uma expectativa confiante e a esperança alegre de um reencontro com o seu filho. Para os pais crentes que perderam bebés para a morte, há a esperança certa de encontrá-los um dia no Céu.
—Kevin Sadler

Apesar de Billy Graham já ter sido promovido à glória (07NOV1918-21FEV2018), continuaremos a publicar as suas Perguntas/Respostas - novas e em arquivo.
Pergunta: A minha família inteira tem excesso de peso, e notícias recentes da FDA convenceram-nos a mudar esta situação; contudo, estou a notar agora que, em vez de termos uma obsessão com a alimentação, estamos a ficar obcecados com a nossa aparência. As minhas filhas adolescentes querem desesperadamente ser aceites pelas suas colegas — pelos motivos errados. Será que, enquanto sociedade, passamos demasiado tempo a enfatizar aquilo que as pessoas veem exteriormente, em vez de deixarmos que outros conheçam o nosso coração, os nossos pensamentos, as nossas esperanças e os nossos sonhos? – I.O.
Resposta: Há várias razões pelas quais as pessoas se tornam obcecadas com a aparência exterior. Algumas sentem que ninguém alguma vez as irá amar a menos que tenham um certo tipo de atração física. Outras até podem sentir que não conseguem gostar de si próprias ou ter qualquer auto-respeito sem se conformarem com a ideia que a sociedade tem do que é uma aparência aceitável. A cultura coloca, muitas vezes, demasiado ênfase nestas coisas.
Ler mais …Passamos demasiado tempo a preocupar-nos com o que as pessoas veem por fora de nós, em vez de...