“Mas ter a mulher cabelo crescido lhe é honroso, porque o cabelo lhe foi dado em lugar de véu” (1 Coríntios 11:15)
Como é que é possível, depois de o Apóstolo Paulo ter despendido os primeiros 14 versículos do capítulo 11 de 1 Coríntios a mostrar a importância de os homens terem, nos cultos, a sua cabeça descoberta e as mulheres a sua cabeça coberta, haver quem queira anular e invalidar o seu ensino tão insistente, distorcendo-o a ponto querer fazer crer que o cabelo da mulher, que é realmente um véu, dispensa o outro véu[1] ( ?) sobre o qual ele tanto escreve?
O cabelo da mulher é uma outra cobertura, ou outro véu, não a cobertura, ou o véu que ele refere nos versículos anteriores, pois se fosse verdade o que os tais dizem, as declarações anteriores de Paulo deixariam de fazer sentido.
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A Confissão de Augsburgo (afirmação doutrinal das igrejas Luteranas; 1530): “Paulo ordena, em 1 Coríntios 11:5, que as mulheres devem cobrir suas cabeças na congregação... É devido que as igrejas observem tais ordenanças em nome do amor e da tranquilidade”. 1
Quão triste e lamentável constatar que os Luteranos que a este respeito têm sido infiéis já há algum tempo, foram fiéis no passado, e quão mais triste ver alguns que foram a este respeito fiéis até ainda há pouco tempo, embarcaram na mesma onda de infidelidade. Constata-se também que a infidelidade nuns e noutros não tem ficado pela questão do véu. De facto, "um pouco de fermento faz levedar toda a massa" (1 Cor. 5:6). Estão cada vez mais descaracterizados como cristãos. A sua infidelidade tem sido de tal monta que os seus ajuntamentos mais se parecem a concertos musicais mundanos, discotecas e salas de teatro e espetáculos, a que nem os aplausos faltam para afagar os seus egos vazios de Deus.
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