
Os Cristãos têm abandonado a sua mais poderosa fonte de conforto e de esperança para os doentes e moribundos: a esperança no Senhor.
Cada vez mais a resposta popular cristã para os doentes e moribundos é orar pela cura. Dizem: "Se Deus o fez antes, porque não agora?"
(Esta questão é dispensacional, e só pode ser respondida adequadamente por um dispensacionalista. Quando alguém está doente e a morrer, pode não ser o momento certo para um estudo bíblico dispensacional. Tal pessoa precisa de esperança.)
Ler mais …Uma melhor esperança do que a cura
Durante os seus dois primeiros anos como presbítero em Antioquia (386-387), João Crisóstomo denunciou judeus e Cristãos judaizantes numa série de oito homilias que pregou aos Cristãos da sua congregação que participavam de festivais judaicos e de outras observâncias judaicas.
Um dos objetivos destas homilias era evitar que os Cristãos continuassem a praticar hábitos judaicos e, assim, evitar o que Crisóstomo percebia como uma erosão do seu rebanho. Nelas, ele criticava os "Cristãos judaizantes" que participavam dos festivais ou que observavam outros costumes, principalmente o sabá, a circuncisão e a peregrinação aos lugares santos judaicos. João Crisóstomo afirmava que nos sabás e nos festivais, as sinagogas se enchiam de Cristãos, especialmente as mulheres, que amavam a solenidade da liturgia judaica, gostavam de ouvir o shofar no Rosh Hashaná e aplaudiam os pregadores mais famosos, como pedia o costume na época.
Ler mais …Precisamos de novos João Crisóstomo!