05-06-2017 - Líder muçulmano admite que escrituras do islamismo pregam violência e morte a cristãos e judeus

Um debate entre dois líderes muçulmanos na Austrália teve um desfecho inesperado, com um deles (na foto) afirmando que as escrituras sagradas do islamismo incentivam a prática da violência contra os que não seguem a religião.
O ponto de partida do debate foi o atentado terrorista ocorrido em Manchester, quando um jovem extremista muçulmano explodiu uma bomba no final do show da cantora pop Ariana Grande, matando 22 pessoas e ferindo dezenas.
O imã Mohammad Tawhidi (na foto) e o académico Dr. Jamal Rifi, ambos muçulmanos, eram convidados de uma emissora de TV australiana, falando sobre a radicalização dos seguidores de Maomé nascidos no Ocidente. A Austrália tem registrado casos de extremismo muçulmano nos últimos meses, após a chegada de imigrantes árabes e africanos.




