10-06-2020 - “Queremos a lei islâmica”, afirma extremista em Moçambique

Cristãos estão entre os mais atingidos pelos ataques que já mataram 600 pessoas no país.
Os constantes ataques em Moçambique mataram 600 pessoas e deixaram 115 mil deslocadas no território. O motivo da onda de hostilidade é o desejo do grupo Al-Shabaab de estabelecer um califado na região, ou seja, quer que o país seja governado pela lei islâmica. A província de Cabo Delgado é a mais atacada.
Em 2020, o grupo al-Shabaab, sem ligações comprovadas com os radicais da Somália, multiplicou a violência ao destruir aldeias, decapitar pessoas e obrigar a fuga de outras centenas. Em uma entrevista à Agence France-Presse (AFP), o coordenador da agência de ajuda humanitária Médicos Sem Fronteiras afirmou: “os meus colegas testemunharam filas de pessoas andando nas estradas principais enquanto as suas aldeias eram incendiadas".
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