• 1
  • 2
  • 3

Servindo entusiasticamente,
com amor e temor,

para em tudo te enriquecer em Cristo, em toda a Palavra, em todo o conhecimento (1 Coríntios 1:5).

Testemunhos

Dário Botas

Como morrer em Cristo tem mais valor do que nada.

José Jacinto Carvalho

Conversão significa mudar de vida e a minha vida mudou mesmo.

Sermões e Estudos

Carlos Oliveira 08MAI26
O vazio comum dominante

Tema abordado por Carlos Oliveira em 08 de maio de 2026

Fernando Quental 03MAI26
Desempenhando o papel

Tema abordado por Fernando Quental em 03 de maio de 2026

Carlos Oliveira 01MAI26
O vazio comum dominante

Tema abordado por Carlos Oliveira em 01 de maio de 2026

Estudo Bíblico
1 Timóteo 3:3

Estudo realizado em 06 de maio de 2026

ver mais

08-06-09 - "A teoria do Big Bang precisa de ser reformulada", afirma cientista.

terra_lua.jpg     A Terra possui um número muito grande de variáveis, perfeitamente equilibradas para que vida exista. Todos esses valores são apenas meras coincidências ou sinais de planeamento? Foi propondo questionamentos como este - a respeito das perfeitas condições para que haja vida na terra - que o cientista Adauto Lourenço ministrou uma palestra sobre Criacionismo, no auditório da Universidade Presbiteriana Mackenzie. Na ocasião, foram colocadas em debate duas conhecidas teorias a respeito da criação do mundo: criacionismo e evolucionismo.

     Durante a exposição de seu tema, o professor e cientista criacionista lembrou que em cada pesquisa feita a respeito das condições para que haja vida na terra, são descobertos mais factores fundamentais para confirmar o fenómeno. ''Se [a terra] fosse um pouco mais próxima do sol, a vida não existiria; um pouco mais distante do sol, a vida não existiria; girando um pouco mais rápido, a vida não existiria; girando um pouco mais devagar, a vida não existiria; se um pouco da proporção dos gases na atmosfera fosse mudada, a vida não existiria, e algumas poucas características dos solos fossem mudadas, a vida também não existiria. São vários factores, praticamente todos eles, relacionados directamente com a questão da existência da vida. Quando nós temos um número grande de coincidências, a probabilidade delas terem ocorrido simultaneamente, por meio de processos naturais, é muito pequena”, concluiu.

     Teorias científicas como o Big Bang, a datação da idade da terra e a macro-evolução foram questionadas pelo cientista, que ainda chamou a atenção para a real complexidade do debate entre os dois temas. ''A situação torna-se um pouco mais complexa do que simplesmente olharmos o assunto e falarmos: ''é uma discussão entre criação e evolução. (...) Nós não conseguiríamos esclarecer tudo nesta tarde'', afirmou.


Big Bang

     Citando os estudos feitos pelo Dr. Russell Humphreys, o professor Adauto expôs algumas descobertas feitas pelo pesquisador norte-americano, que resultam em provas que contradizem a teoria do Big Bang. Russel descobriu que as galáxias agrupam-se de acordo com a semelhança de seus desvios espectográficos. ''O trabalho que ele realizou a respeito disso foi fascinante, mostrando que existe a possibilidade altíssima do universo ter um centro e do centro estar muito próximo da nossa galáxia. Isso tem sido um ponto de muita discussão, principalmente no estudo feito com as galáxias, no qual 98% delas aparecem com a luz ligeiramente avermelhada. Esse desvio espectográfico pode ser interpretado como se elas estivessem se afastando de nós. Se o universo possui realmente uma direcção preferencial, obviamente a teoria do Big Bang precisaria ser reformulada ou reposta. Segundo a teoria do Big Bang o universo não poderia ter uma direcção preferencial'', explicou o criacionista.


A Terra é mais nova do que se imagina

     O professor Adauto Lourenço também contestou a datação da idade da Terra. Segundo o palestrante, factores como o constante distanciamento da Lua em relação à Terra ajudam a provar que esta não poderia ter os 4,6 biliões de anos, como afirma a teoria evolucionista. O raciocínio apresentado pelo criacionista baseia-se em equações conhecidas pela Ciência e também aceitas pelos evolucionistas, considerando as seguintes evidências: o afastamento medido entre a Terra e Lua (3,82 cm por ano); distância entre a Terra e a Lua (praticamente 384,403 km); oscilação média das marés (0,75cm); tempo de rotação da Terra: (23h56min4,09s). ''Se fizermos um cálculo retroactivo, sabendo que ela (a Lua) está se afastando, então, no passado, ela deveria estar pelo menos muito mais próxima da terra. (...) É interessante porque se contarmos há aproximadamente um bilhão de anos, a Lua estaria há menos de 15 mil quilómetros da Terra. Isso implica que se a Terra já tivesse oceanos, a altura média da maré seria de 11.700 metros e sua rotação há praticamente 1,2 bilhão de anos seria de 4h57min. A vida não teria existido nessas condições'', concluiu.

     Como falar do planeta Terra há quatro biliões de anos? Esta foi a pergunta feita no final da sua explanação a respeito do distanciamento entre a Terra e a Lua. O palestrante expôs o facto de não haver a possibilidade de vida ter existido na Terra há aproximadamente 4 biliões de anos. ''Sei que existem várias teorias a respeito da origem da Lua. Mas a órbita da Lua em relação à terra é muito circular. Se ela tivesse sido literalmente capturada pela Terra, ela teria que ter uma velocidade muito pequena ao passar pela proximidades da Terra para ser capturada pelo campo gravitacional. Praticamente, os modelos que têm sido utilizados mostram que quatro biliões de anos não teriam dado tempo nem que ela estivesse na órbita actual. Este é apenas um dos muitos problemas a serem trabalhados, relacionados com a datação. Como explicar vida no planeta terra há 3,5 bilhões de anos? Num sistema como esse, de placas tectônicas com uma proximidade tão grande da Lua, elas se partiriam. Nós teríamos praticamente sistemas que, tecnicamente estariam flutuando dentro de lava / magma'', lembrou.


Dificuldades

     Em entrevista exclusiva ao Guia-me, Adauto falou mais sobre as dificuldades de se instalar um ensino criacionista nas escolas e quais os factores que podem ser listados como barreiras ao criacionismo. Segundo o cientista, as críticas direccionadas à posição criacionista estão a ser feitas de forma errada. Avalia-se o criacionismo, baseando-se nas suas implicações religiosas e não pelas suas propostas científicas. "A parte religiosa não é testável. (...) O criacionismo trabalha especificamente nesta questão: 'É possível provar cientificamente que o mundo foi criado? Sim!'; 'É possível provar cientificamente quem criou o mundo? Não!? Portanto, dizer que o criacionismo está a tentar provar que Deus criou o mundo, não é verdade'', atestou o pesquisador.

     Erros nas tentativas de se colocar o ensino criacionista nas instituições educacionais também foram apontados por Adauto Lourenço. O cientista afirmou que o criacionismo deve ser tido sempre como uma linha científica. ''Realmente, eu não posso numa aula de biologia - que é uma aula de ciência - ensinar que Deus criou o mundo. Na aula de biologia, eu tenho que ensinar como a vida teria surgido e como ela teria se desenvolvido. Agora, é possível mostrar que a vida foi criada pronta, completa, complexa, com uma capacidade de adaptação básica? Claro que sim. Temos evidência para isso? Claro que sim. Esse é o ponto principal: nós estamos puxando novamente nesta direcção. Queremos ensinar o criacionismo científico e não o religioso. A dificuldade maior, portanto, está sendo desassociar a ideia de que criacionismo é religião'', lembrou.

João Neto
FONTE: Guia-me

FRUINDO DA ADMIRÁVEL GRAÇA DE DEUS,
A NOSSA MISSÃO É AJUDAR TODOS 
A USUFRUIR DA MESMA GRAÇA.

"... vos exortamos a que não recebais a graça de Deus em vão" (2 Coríntios 6:1).
Se é que tendes ouvido a dispensação da graça de Deus ... (Efésios 3:2)
"... que a graça, multiplicada por meio de muitos, faça abundar
a ação de graças para glória de Deus" (2 Coríntios 4:15).
"Porque pela graça sois salvos ..." (Efésios 2:8).

  • Avenida da Liberdade 356 
    2975-192 QUINTA DO CONDE 





     
  • geral@iqc.pt 
  • Rede Móvel
    966 208 045
    961 085 412
    939 797 455
  • HORÁRIO
    Clique aqui para ver horário