25-05-09 - A América e o seu presidente precisam das nossas orações
Em termos espirituais, como crentes no Senhor Jesus Cristo, devemos muitas das bênçãos que temos recebido a muitos crentes na América. O seu exemplo, o seu ministério, a sua influência, marcaram não somente aquele país, como ultrapassaram a fronteira geográfica e geracional, influenciando e marcando crentes de muitas nações e gerações. Deles pode ser dito o que Paulo disse dos crentes Tessalonicenses:
"De maneira que fostes exemplo para todos os fiéis ..." (1 Tes. 1:7).
Porém, actualmente a América está a tornar-se moribunda, e nós precisamos de orar por ela e pelo seu presidente.
Barack Obama, presidente dos EUA, afirmou há dias no Parlamento da Turquia: “Não nos consideramos uma nação cristã”. Ele declarou que “os EUA como nação cristã” é um mito.
Num discurso de 2007, Obama confirmou essa opinião: “O que quer que tenhamos uma vez sido no passado, não somos mais uma nação cristã”.
Mas ele, que se diz Cristão (?) foi mais longe agora: “Queremos transmitir o nosso apreço profundo para com a religião islâmica, que fez muito durante tantos séculos para moldar o mundo para melhor, inclusive o meu próprio país”.
O islamismo moldar o mundo para melhor? De que jeito? Propagando pela espada o seu credo? Estabelecendo o conceito de dhimmitude — de que os descrentes são obrigados a converter-se ao islamismo ou a submeterem-se ao governo islâmico? Transformando as mulheres em propriedade? Subjugando os Bálcãs, a Grécia, a maior parte da Espanha e parte da Europa Oriental durante centenas de anos? Destruindo Constantinopla e Bizâncio, o Império Romano Oriental, apagando as glórias de um milénio? Promovendo o fanatismo sanguinário do xiitismo e do wahabismo e monopolizando o terrorismo internacional desde pelo menos a década de 1970?
O islamismo moldou os EUA para melhor? Referir-se-á o presidente ao lançamento dos aviões contra alvos civis no 11 de Setembro? Das mais de 2.300 mesquitas e escolas islâmicas nos Estados Unidos, mais de 80% foram construídas com dinheiro da Arábia Saudita nos últimos 20 anos. Foi esse mesmo dinheiro que financiou os terroristas que fizeram o ataque de 11 de Setembro de 2001.
É difícil imaginar uma religião que tenha feito menos para moldar os EUA do que o islamismo. Muitos dos princípios em que os EUA foram fundados, ou vieram a representar — tolerância religiosa, democracia, liberdade e igualdade — são detestáveis no islamismo tradicional.
Um pouco de ironia ajudará a ver melhor a questão: Mas o Pacto do Mayflower não proclamou a intenção dos Pais Peregrinos [os fundadores evangélicos dos EUA] de estabelecer uma colónia para “o avanço da fé muçulmana”? E quanto ao lema “Em Alá Confiamos” nas moedas e notas de dólar, sem mencionar o que veio a ser chamado de hino nacional americano, “Alá Abençoe a América”?
A Constituição americana é datada “no ano de nosso Senhor, 1787,” em referência não a Alá, Krishna ou Buda, mas a Jesus Cristo. O juiz do Supremo Tribunal Joseph Story, na sua obra sobre a Constituição publicada em 1833, observou que os fundadores dos Estados Unidos acreditavam “que o Cristianismo tem de receber incentivo do Estado”.
Em 1931 o Supremo Tribunal declarou: “Somos um povo cristão”.
Todos os presidentes dos Estados Unidos, inclusive Barack Hussein Obama, fizeram juramento com a mão em cima da Bíblia para defender a Constituição.
A opinião dos antecessores de Obama é unânime:
O Presidente George Washington disse: “É impossível governar acertadamente sem Deus e sem a Bíblia”. Por Bíblia, o fundador dos EUA não estava a referir-se ao Corão ou ao Bhagavad Gita.
O Presidente John Adams disse: “Os princípios gerais sobre os quais os fundadores [dos EUA] obtiveram a independência [dos EUA] foram… os princípios gerais do Cristianismo”.
O Presidente John Quincy Adams disse: “A maior glória da Revolução Americana foi esta: Uniu num vínculo indissolúvel os princípios do governo civil aos princípios do Cristianismo”.
O Presidente Andrew Jackson disse: “A Bíblia é a rocha sobre a qual está firmada a nossa República” — de novo, em referência à Bíblia cristã, não ao Lotus Sutra.
O Presidente Abraham Lincoln disse: “Inteligência, patriotismo, Cristianismo e uma confiança firme n’Aquele que nunca abandonou esta terra agraciada são ainda suficientes para resolver, da melhor forma, todas as nossas dificuldades actuais”. As “dificuldades actuais”, que Lincoln cria que o Cristianismo resolveria favoravelmente, era uma guerra civil na qual mais de 600.000 pessoas morreram.
Antes do esquerdista McGovern tomar o Partido Democrático (agora sob a direcção de George Soros), os presidentes do próprio partido de Obama também cantavam no coro dos EUA como nação cristã.
O Presidente Woodrow Wilson disse: “Os Estados Unidos nasceram como uma nação cristã. Os EUA nasceram para exemplificar a devoção dos elementos da justiça que têm origem na revelação das Sagradas Escrituras”.
O Presidente Franklin D. Roosevelt, falando da 2ª Guerra Mundial, disse: “Hoje, o mundo inteiro está dividido, dividido entre a escravidão humana e a liberdade humana — entre a brutalidade pagã e o ideal cristão”.
O Presidente Harry S. Truman, escrevendo ao Papa Pio XII, disse: “Esta é uma nação cristã… Não é à toa que os valorosos pioneiros que partiram da Europa para estabelecer colónias aqui, no início da sua aventura colonial, declararam a sua fé na religião cristã e fizeram amplos preparativos para sua prática e apoio”.
O Presidente John F. Kennedy, no meio da Guerra Fria, disse: “Contudo, a mesma convicção revolucionária pela qual lutaram nossos ancestrais é ainda relevante ao redor do mundo, a convicção de que os direitos humanos não se originam do Estado, mas das mãos de Deus”.
O Presidente Thomas Jefferson disse algo incrivelmente parecido: “Será que as liberdades de uma nação podem estar garantidas quando removemos a sua única base firme, uma convicção na mente das pessoas de que essas liberdades são presente de Deus?”
À medida que a população muçulmana nos Estados Unidos (agora estimada em 1 milhão) cresce, os americanos cada vez mais vão ver a rica herança religiosa e cultural que os seguidores de Maomé estão a levar para os EUA — e nem vamos referir os assassinatos de honra, pedofilia, mutilação genital feminina, e outras barbaridades.
É deste modo que o islamismo está a moldar os EUA para melhor.
Obama infelizmente não é Cristão, não obstante a sua profissão — a menos que se considere os sermões loucos e cheios de ódio do ex-pastor dele, na igreja que ele frequentou durante 19 anos, como Cristianismo.
Os EUA como nação cristã não aceitam uniões civis ou casamento de mesmo sexo — e não consideram todos os actos sexuais como equiparáveis. Mas os EUA de Obama aceitam tudo isso.
Os EUA, com as suas raízes judaico-cristãs, crêem na defesa da vida humana inocente — inclusive dos mais indefesos: os bebés em gestação. Os EUA de Obama não crêem nisso. Testemunhe a reputação que ele está a adquirir como o presidente mais pró-aborto da história dos EUA, e os votos dele contra projectos de lei contra o infanticídio quando ele era membro do Senado do Illinois.
Durante a sua presidência, Obama tem, decerto, a intenção de enterrar os EUA como nação cristã, tendo com toda a certeza um chefe de mesquita a presidir à cerimónia religiosa fúnebre.
Oremos por ele. Oremos pela América. Deus salve Obama. Deus salve a América.




