18-02-09 - Uma Dissensão Científica do Darwinismo
A Dissensão Científica do Darwinismo é uma curta declaração pública feita por cientistas que expressam o seu cepticismo da reivindicação chave do Neo-Darwinismo de que a actuação da selecção natural em mutações aleatórias é o mecanismo primário para o desenvolvimento da complexidade da vida. A declaração completa diz:"Nós somos cépticos das afirmações da capacidade da mutação aleatória e da selecção natural explicarem a complexidade da vida. Um exame cuidadoso da evidência a favor da teoria darwinista deve ser encorajado."
Mesmo assim, os programas das TVs públicas, os documentos das políticas educacionais, e os livros-texto de ciência têm afirmado que a teoria da evolução de Darwin explica completamente a complexidade das coisas vivas. Ao público tem sido assegurado que toda a evidência conhecida apoia o darwinismo e que virtualmente todo cientista no mundo acredita que a teoria é verdadeira.
Os cientistas nesta lista contestam a primeira afirmação e levantam-se como testemunho vivo contradizendo a segunda. Desde que o Discovery Institute lançou esta lista em 2001, centenas de cientistas manifestaram-se corajosamente para assinarem os seus nomes.
A lista está a crescer e inclui cientistas da Academia de Ciências dos Estados Unidos, das Academias de Ciências Nacionais da Rússia, da Hungria, da República Checa, do Brasil, e de universidades como Yale, Princeton, Stanford, MIT, UC Berkeley, UCLA, e outras (UNICAMP, USP).
Clique aqui para o download do PDF da cópia da lista da Dissensão Científica do Darwinismo.
Quando e porque é que a declaração foi criada?
A declaração foi delineada e posta a circular pelo Discovery Institute em 2001, em resposta às reivindicações generalizadas de que não existia nenhum cientista credível que duvidasse do Neo-Darwinismo. O Discovery Institute em conseuqência disso fez um anúncio publicitário no The New York Review of Books e mais de 100 cientistas quiseram publicamente expressar o seu cepticismo científico sobre o Neo-Darwinismo. Desde 2001 os signatários da declaração subiram para mais de 700 cientistas, tanto nos EUA como no resto do mundo.
Quem pode assinar a declaração?
Os signatários da lista da Dissensão Científica do Darwinismo devem ter o grau de Ph. D. numa área científica como a biologia, química, matemática, engenharia, ciência da computação, ou uma das outras ciências naturais; ou devem ser médicos e actuarem como professores de medicina. Os signatários também devem concordar com a seguinte declaração: "Nós somos cépticos das afirmações da capacidade da mutação aleatória e da selecção natural explicarem a complexidade da vida. Um exame cuidadoso da evidência a favor da teoria darwinista deve ser encorajado." Se preenche estes requisitos, considere, por favor, a assinatura da declaração enviando por e-mail a seguinte informação para
1. NOME QUE DESEJA QUE CONSTE NA DECLARAÇÃO.
2. GRADUAÇÃO (inclusive ÁREA e UNIVERSIDADE – ex., Ph. D. em Biologia Molecular, UNL –Universidade Nova de Lisboa).
3. POSIÇÃO ATUAL (ex., Professor de Astronomia, UFRJ – Universidade do Porto, ou cientista pesquisador, Corporação XYZ). Se estiver a trabalhar actualmente na área privada, será identificado pela sua graduação em vez da sua posição.
4. COMENTÁRIOS — Por favor, se quiser, declare brevemente porque duvida do Darwinismo.
Se é um médico céptico na evolução Darwiniana, visite por favor Physicians and Surgeons for Scientific Integrity em www.doctorsdoubtingdarwin.com e junte-se à sua declaração como médicos que divergem do Darwinismo.
Há cientistas credíveis que duvidam do Neo-Darwinismo?
Sim. Os signatários da Dissensão Científica do Darwinismo têm doutoramentos em ciências biológicas, física, química, matemática, medicina, ciências da computação, e disciplinas relacionadas de instituições como Oxford, Cambridge, Harvard, Dartmouth, Rutgers, Universidade de Chicago, Stanford, e Universidade da California em Berkeley.
Muitos são também professors ou investigadores em grandes universidades e instituições de pesquisa como Cambridge, Princeton, MIT, UCLA, Universidade da Pennsylvania, Universidade da Georgia, Tulane, Universidade Moscow State, Instituto da Ciência e Tecnologia Chitose, no Japão, e a Universidade Ben-Gurion em Israel.




