09-02-09 - ONU contra a família
Um líder do Fundo de População das Nações Unidas (FNUAP) declarou que a desintegração das famílias tradicionais, longe de ser uma “crise”, é realmente um triunfo para os direitos humanos."O quê? Li bem?"
Sim, leu muito bem, infelizmente.
Falando num seminário realizado no mês passado no Colégio México na Cidade do México, o representante do FNUAP, Arie Hoekman denunciou a ideia de que os elevados índices de divórcio e nascimentos fora do casamento representam uma crise social, afirmando que representam em vez disso o triunfo dos “direitos humanos” contra o “patriarcado” [sistema onde o pai é a autoridade máxima na família].
“Dia após dia, o México experimenta um processo dessa diversidade e há aqueles que o entendem como crise, pois eles só reconhecem um tipo de família”, disse um dos palestrantes oficiais à audiência.
Esses comentários foram feitos depois do Congresso Mundial de Famílias, que foi realizado na Cidade do México em Janeiro e que reafirmou fortemente a importância da família tradicional e o seu papel indispensável na transmissão de valores para a próxima geração. A abertura do congresso foi feita pelo Presidente do México, Felipe Calderon, que observou que os elevados índices de divórcio e nascimentos fora do casamento estão a contribuir para o aumento da violência e do crime no México.
O triunfo dos "direitos humanos" através do derrube do "patriarcado" é, na prática, colocar as crianças sob a guarda da autoridade do Estado o que, no caso da ONU, seria o embrião do futuro governo mundial. É o sonho nazi de educar as crianças pelas autoridades inculcando nelas os princípios que regem a ordem estatal, porém não sob a máscara de Hitler, mas do governo da Nova Ordem Mundial.
Deus diz:
“Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem mal: que fazem da escuridade luz, e da luz escuridade; e fazem do amargo doce, e do doce amargo!” (Isaías 5:20).




