• 1
  • 2
  • 3

Servindo entusiasticamente,
com amor e temor,

para em tudo te enriquecer em Cristo, em toda a Palavra, em todo o conhecimento (1 Coríntios 1:5).

Testemunhos

Dário Botas

Como morrer em Cristo tem mais valor do que nada.

José Jacinto Carvalho

Conversão significa mudar de vida e a minha vida mudou mesmo.

Sermões e Estudos

Fernando Quental 03MAI26
Desempenhando o papel

Tema abordado por Fernando Quental em 03 de maio de 2026

Carlos Oliveira 01MAI26
O vazio comum dominante

Tema abordado por Carlos Oliveira em 01 de maio de 2026

Carlos Oliveira 26ABR26
Como vencer a depressão

Tema abordado por Carlos Oliveira em 26 de abril de 2026

Estudo Bíblico
1 Timóteo 3:3

Estudo realizado em 06 de maio de 2026

ver mais

18-01-09 - Maioria dos Americanos escolhe a dedo as suas crenças religiosas

escolha.jpg     A maioria dos adultos Americanos escolhe a dedo as suas crenças religiosas para criar, essencialmente, uma religião "personalizada", em vez de adoptar o conjunto de crenças ensinadas por uma determinada igreja, descobriu um novo estudo.

     Por uma margem de três para um (71 por cento contra 26 por cento) os Americanos dizem que são mais propensos a desenvolver pessoalmente o seu próprio conjunto de crenças religiosas do que a aceitar um conjunto abrangente de crenças ensinadas por uma igreja ou denominação, revela um estudo Barna.

     Entre aqueles que se descrevem a si próprios como Cristãos, quase metade acredita que Satanás não existe, um terço diz que Jesus pecou quando estava na terra, dois quintos dizem que não têm a responsabilidade de partilhar o Evangelho com as outras pessoas, e um quarto rejeita a ideia de que a Bíblia está correcta em todos os seus ensinamentos – crenças que são contrárias à maioria dos ensinamentos da Igreja. 

     George Barna, fundador do Barna Group, comentou os resultados dizendo que um número crescente de pessoas estão a servir-se a si próprios como "teólogos caseiros", resultando daí que os Americanos estão a abraçar um “corpo de crenças imprevisível e contraditório."

     Ele realçou que milhares de pessoas que se consideram a si mesmos Cristãos e que acreditam que a Bíblia está totalmente correcta em todos os seus ensinamentos, também afirmam ao mesmo tempo que Jesus Cristo pecou.

     O pesquisador também constatou que muitas pessoas dizem que acreditam que irão receber a salvação eterna porque confessaram os seus pecados e aceitaram Cristo como seu salvador, mas também acreditam que uma pessoa pode fazer boas obras em quantidade suficiente para ganhar a salvação eterna.

     Barna observou que actualmente os Americanos "estão mais propensos a escolher uma variedade de opções não-Cristãs em detrimento de vários pontos de vista Cristãos."

     "Isto tem resultado numa abundância de visões singulares do mundo baseadas em combinações pessoais de teologia retiradas de noções superficiais de religiões mundiais como o Cristianismo, Budismo, Judaísmo, Hinduísmo, Islamismo e também o secularismo", disse ele.

     Liderando a tendência de escolher a dedo as suas crenças religiosas estão as pessoas com idade inferior a 25 anos. Mais de quatro em cada cinco (82 por cento) deles dizem que desenvolvem o seu próprio conjunto de crenças, em vez de adoptar um conjunto oferecido por uma igreja.

     Os Cristãos nascidos de novo foram os menos propensos a adoptar uma abordagem “a la carte" nas suas crenças religiosas, mas até neste grupo, a maioria confessa ter feito misturas no seu conjunto de crenças (61 por cento).

     Por outras palavras, as conclusões do estudo Barna mostram que as pessoas já não olham para denominações ou igrejas procurando um conjunto completo de ideias teológicas. Em vez disso, combinar crenças de diferentes denominações, e até mesmo de diferentes religiões, está-se a tornar a norma.

     Outra constatação do estudo é que o Cristianismo não é mais visto como a religião padrão na América. Mais de 50 por cento dos adultos inquiridos dizem que o Cristianismo não é mais a fé que os Americanos aceitam automaticamente como a sua fé pessoal.

     Anteriormente, muitos presumiam que se uma pessoa tivesse nascido na América, ela estaria automaticamente filiada à fé Cristã.

     Os Cristãos evangélicos (64 por cento) e os Hispânicos (60 por cento) foram os mais fortes defensores da ideia de que o Cristianismo não é mais a religião automática dos Americanos. Os residentes das regiões nordestinas e ocidentais também foram mais propensos do que os que vivem no Sul e no Mideast a dizer que o Cristianismo perdeu o seu lugar como a primeira opção religiosa que as pessoas consideram.

     No entanto, uma pequena maioria de políticos conservadores ainda crê que o Cristianismo continua a ser a escolha natural da maior parte dos Americanos.

     Apesar das mudanças e da transição nas crenças religiosas, uma esmagadora parte dos Americanos ainda diz que a fé religiosa é uma importante fonte de orientação moral pessoal. Quase três em cada quatro (74 por cento) adultos Americanos dizem que a sua fé influencia as suas decisões morais.

     O relatório baseou-se em entrevistas telefónicas realizadas pelo Barna Group com uma amostra aleatória de 1.004 adultos seleccionados de todo os Estados Unidos, com idades superiores a 18 anos, em Agosto de 2008.

The Christian Post

FRUINDO DA ADMIRÁVEL GRAÇA DE DEUS,
A NOSSA MISSÃO É AJUDAR TODOS 
A USUFRUIR DA MESMA GRAÇA.

"... vos exortamos a que não recebais a graça de Deus em vão" (2 Coríntios 6:1).
Se é que tendes ouvido a dispensação da graça de Deus ... (Efésios 3:2)
"... que a graça, multiplicada por meio de muitos, faça abundar
a ação de graças para glória de Deus" (2 Coríntios 4:15).
"Porque pela graça sois salvos ..." (Efésios 2:8).

  • Avenida da Liberdade 356 
    2975-192 QUINTA DO CONDE 





     
  • geral@iqc.pt 
  • Rede Móvel
    966 208 045
    961 085 412
    939 797 455
  • HORÁRIO
    Clique aqui para ver horário