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1 Timóteo 3:2,3

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15-08-08 - As mulheres e o futuro da humanidade

mulher_negocios.jpg     A Europa pode hoje orgulhar-se de uma sofisticação e modernidade sem paralelo na sua história. As mulheres europeias agora ocupam mais do que nunca posições de chefia e liderança no mundo dos negócios. Cuidar de casa e de uma família? Nem pensar.

Mulher europeia: planos e interesses empresariais

     O índice de casamentos na Alemanha tem vindo a cair, deixando para os homens alemães a opção de se esquecerem completamente dessa instituição “falida” ou casarem-se com mulheres do terceiro mundo. As alemãs estão ocupadas demais no mundo dos negócios. Na Alemanha em particular e na Europa em geral, o pensamento padrão é: o lugar da mulher não é no lar. É na empresa.

     Com tal participação activa das europeias no mercado de trabalho, o feminismo europeu pode-se gabar de uma grande conquista: o casamento na Europa está a acabar, trazendo como consequência menos filhos e menos cidadãos europeus para o futuro. As crianças muçulmanas enchem as escolas alemãs, enquanto as crianças alemãs são uma população estudantil cada vez menor. É a contagem regressiva para o fim da Europa.


Mulher muçulmana: ela está a decidir o futuro da Europa

     Apesar da realidade óbvia, os europeus são incapazes de ver o seu próprio fim. As mulheres muçulmanas são muito mais realistas. Elas, que ainda seguem o papel feminino “tradicional” de cuidar do lar, do marido e dos filhos, dizem claramente: “Vamos ganhar a Europa!”

     Especialistas já alertam que em menos de 100 anos a maior parte da Europa será muçulmana. Os sinais já estão aí. Hoje, Berlim é a segunda maior cidade muçulmana do mundo. Na famosa Bruxelas, capital da Bélgica, o nome mais comum dado aos bebés agora é… Maomé. E Londres, na Inglaterra, está para construir uma mesquita com capacidade para 40 mil pessoas. Tal revolução tornou-se possível porque as muçulmanas estão comprometidas com a sua religião e com as suas funções naturais.
A “religião” da mulher europeia é o individualismo, o carreirismo e a contracepção. O carreirismo é a colocação das carreiras profissionais acima de qualquer outro interesse. O futuro da menina europeia hoje está programado: no mercado de trabalho. A menina europeia é educada desde cedo para não pensar em família e filhos, mas para focar a sua vida inteiramente no carreirismo e na contracepção.

     Entretanto, por mais que programem e eduquem, o futuro da Europa não está nas mãos das mulheres europeias, que estão nas empresas. Os muçulmanos sabem muito bem disso. Só os europeus é que estão a dormir. Nas próprias reuniões muçulmanas, as mulheres muçulmanas dizem abertamente às outras: “Fiquem em casa e gerem bebés! Assim, conquistaremos a Europa!” Quem pensou que a mulher profissional está acima da mulher do lar, enganou-se. No final das contas, é a mulher do lar que vai decidir o destino da própria civilização europeia.

     Na verdade, mesmo com todas as suas questões religiosas polémicas, as muçulmanas praticam a valorização máxima do lar, da família e dos filhos. Apesar da sua humilde posição, são elas que estão a fazer a diferença muito maior e mais importante do que as europeias que chefiam empresas. Num certo sentido, parece que as muçulmanas atenderam à chamada de Paulo em Tito 2, onde ele instrui as mulheres mais velhas a ensinar as mulheres mais jovens a dedicarem-se ao lar e à família. Na questão da dedicação ao lar e aos filhos, as muçulmanas estão a seguir muito melhor a Bíblia do que as cristãs da Europa. E a sua obediência a princípios tão básicos está a decidir o próprio futuro da Europa.

     As europeias seguem princípios mais modernos e a Bíblia, em todos os sentidos, está a ser descontextualizada da sua realidade transformadora, por meio de interpretações que mudam a verdade em mero costume cultural, enfraquecendo as famílias, os lares e destruindo assim o Cristianismo europeu e a própria civilização europeia.

     Contudo, a Europa é só um exemplo menor do que está para vir ao mundo. O nome mais comum hoje dado aos bebés no mundo inteiro é… Maomé.


Governo dos EUA e ONU activamente envolvidos na promoção dos “direitos das mulheres”

     Como explicar o facto de que enquanto as muçulmanas seguem as suas funções naturais, as mulheres europeias seguem tendências empresariais? Os teólogos mais liberais atribuem o carreirismo como o mover de Deus entre as mulheres de hoje. São eles também que defendem a contracepção, o aborto e o homossexualismo.

     Pondo de lado a questão bíblica, é possível avaliar as causas do sucesso do carreirismo entre as europeias e mulheres de outros lugares do mundo. Há quase vinte anos atrás, tive oportunidade de estudar e traduzir um documento secreto do governo dos EUA. Esse importante material, de há décadas atrás, estipulava que o governo americano, com a manipulação da ONU e poderosos órgãos internacionais, deveria empenhar-se na promoção sistemática dos direitos das mulheres: do direito à contracepção e ao aborto e à entrada em massa das mulheres no mercado de trabalho.

     Desde então, o governo americano fez investimentos bilionários em políticas voltadas para as mulheres. Mas s sua intenção nunca foi ajudar as mulheres. O propósito dessas políticas era afastar as mulheres do lar e da sua função natural. Foi assim que, durante várias décadas, o governo americano se ocupou em estratégias para incentivar as mulheres a dedicarem-se a carreiras, como forma de desviá-las de realizar sonhos de construir um lar com vários filhos.

     Os resultados são espantosos. Sob a influência da ONU, a maior parte da legislação moderna de cada nação dá “incentivos” ao carreirismo e à contracepção. As mulheres do mundo estão a cair aos milhões na sedução dos reluzentes direitos oferecidos por meio da ONU, sem saberem que estão a entrar assim nos esquemas cuidadosamente planeados há décadas atrás pelo governo dos EUA, que conseguiram vender ao mundo a visão da mulher fora do lar. Por sua vez, o governo americano foi cooptado por poderosos grupos de interesses de controlo populacional e engenharia social.


Socialismo e capitalismo doente: de mãos dadas na promoção dos “direitos das mulheres”

     É dessa forma que o moderno capitalismo americano se tornou nas sombras o melhor aliado do socialismo na destruição da família e dos seus valores.

     A ONU, o maior símbolo de dominação socialista mundial, não promove os direitos das mulheres por interesse no bem-estar das mulheres. A ONU recebeu dinheiro capitalista para pregar a mesma mensagem que se tornou pensamento padrão das sofisticadas europeias: o lugar da mulher é na empresa — de preferência na liderança.

     Qual vai ser o futuro da família e dos papéis sexuais sob a influência da ONU? No que depender da ONU, as mulheres do mundo deverão seguir em fila as mulheres europeias. Mas no final, quem vai decidir o destino do mundo não é a mulher que dirige e lidera, mas a mulher que cuida bem do seu lar, seja ela muçulmana ou cristã.

     Desconhecendo o que está por detrás “dos direitos das mulheres”, mesmo mulheres cristãs deixam-se levar pela corrente do politicamente correcto, onde as carreiras profissionais são ambições mais elevadas do que família e lar. Enquanto isso, as mulheres muçulmanas resistem, insistindo em colocar os ensinos da sua religião acima dos planos da ONU disfarçados de “direitos das mulheres”.

     Tal uso e abuso dos “direitos das mulheres” não significa que a mulher não tenha de ter direitos, mas que é preciso verificar atentamente o que está por debaixo do embrulho atraente dos presentes que são oferecidos supostamente para ampliar os horizontes das pessoas. A escravidão moderna, ou neo-escravidão, muitas vezes esconde-se sob capas refinadas, prometendo liberdade, mas enjaulando com seduções e enganos.


Reduzir a população mundial: carreiras para as mulheres e homossexualismo para os homens

     Enquanto uma poderosa máquina de engenharia social leva as mulheres a entrar em massa no mercado de trabalho — e a abandonar as suas funções naturais —, o número de homens que entra em massa no homossexualismo — e igualmente abandona as suas funções naturais — está a aumentar assustadoramente.

     Quando o governo dos Estados Unidos decidiu usar a ONU para conduzir as mulheres ao mercado de trabalho, o seu alvo era reduzir a população mundial. Com uma população menor, vários países estratégicos não gastariam tanto dos seus recursos naturais em si mesmos, mas guardá-los-iam para o futuro — um futuro onde, estrategicamente, os EUA planeiam usá-los.

     Contudo, quase ninguém fica desconfiado quando a ONU prega que existe uma explosão demográfica e que por isso todos os casais devem entulhar-se de drogas contraceptivas, etc. Essa propaganda vem embalada em rótulos elegantes como “direitos reprodutivos”, “direitos sexuais“, “direitos das mulheres”, etc. Resultado: a propaganda está a dar certo. As mulheres de hoje são condicionadas para não pensar em família e filhos — e elas estão a adorar esse condicionamento. Pergunte às alemãs.

     Quanto ao fenómeno moderno da explosão do homossexualismo na população masculina, o que esperar? Além dos factores espirituais e psicológicos, o homossexualismo também tem vindo a ser promovido como estratégia para se deter a explosão demográfica. Os homens homossexuais não casam com mulheres. E, mais importante, homens que fazem sexo com homens jamais geram bebés.

     O abandono das funções naturais de mulheres e homens — é o sacrifício que o governo americano, o socialismo e a ONU planearam para controlar a população mundial. O uso das mulheres foi decisivo, pois é bem mais fácil os homens abandonarem as suas funções naturais depois de as mulheres abandonarem as delas.

     “Por isso Deus os abandonou às paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural, no contrário à natureza. E, semelhantemente, também os homens, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, homens com homens, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro”. (Romanos 1:26-27 ACF)


Maria: ela disse “sim” a Deus, não aos sistemas humanos

     No passado, onde o feminismo acusa que as mulheres não tinham valor, não eram necessárias placas “Preferência para mulheres grávidas”. A própria responsabilidade social impunha respeito e protecção às mulheres — sem placas. Quando um navio se afundava, as mulheres tinham direito prioritário de salvamento. Aliás, em todas as outras situações de grande perigo, as mulheres e crianças recebiam prioridade absoluta. Os homens ficavam em último plano, muitas vezes perdendo as suas vidas para que mulheres e crianças pudessem viver. Hoje, com direitos iguais, mulheres e homens poderiam igualmente entrar em primeiro lugar nos botes salva-vidas?

     E por falar em salvação de vidas, devemos ser gratos a Deus por Maria não ter sido uma moderna mulher europeia. Se fosse, em vez de dizer “sim” a Deus, ela diria “sim” à contracepção e ao carreirismo. Se fosse, ela iria querer muito mais a liderança de uma empresa do que um bebé. Graças a Deus, ela escolheu o Bebé, que se tornou a única esperança de salvação para o mundo inteiro.

     Até para vir ao mundo, Deus precisou de uma mulher com a sua função natural. Aliás, tal função natural foi inspirada, criada e planeada pelo próprio Deus, mas por causa da propaganda sistemática da ONU, cada vez menos pessoas se lembram para que serve essa função.

     Entretanto, não estamos completamente perdidos. A Palavra de Deus, que é luz no meio da escuridão imposta pela ONU e por políticas estatais traiçoeiras e entidades dos Estados Unidos, diz que, assim como Maria acolheu o Bebé Jesus no seu ventre, assim também toda a mulher que se abre para o seu papel de mãe está a receber não apenas uma criancinha, mas também a acolher a presença de Jesus. O próprio Jesus diz:

     "Qualquer que receber um destes meninos em Meu nome a Mim Me recebe; e qualquer que a Mim Me receber, recebe, não a Mim, mas Ao que Me enviou". (Marcos 9:37)

     A missão de gerar bebés não envolve mais o trazer a presença física de Jesus à terra, como ocorreu no caso de Maria. Mas sem dúvida alguma, quando uma mulher cristã abraça a sua missão em nome de Jesus, ela estará a acolher muito mais do que um bebé.


Mulher europeia carreirista x muçulmana dedicada ao lar

     Enquanto as europeias querem empresas cada vez maiores em números de empregados e clientes, as muçulmanas querem famílias maiores. O resultado previsível não é só que as muçulmanas já podem vislumbrar a conquista da Europa “cristã” de mentalidade contraceptiva, feminista e carreirista, mas também que o Islamismo é a religião que mais cresce na Europa e no mundo.

     A Bíblia diz que a mulher sábia edifica o seu lar. A edificação do lar tem tudo a ver com filhos. Se uma mulher sábia edifica o seu lar, as mulheres sábias edificam um país. Com os seus muitos filhos, as muçulmanas já estão “a edificar” a Europa inteira. E as mulheres cristãs, ocuparão o seu tempo a edificar o quê?

     A Bíblia também diz que a mulher tola destrói a sua família com as próprias mãos. Por amor ao carreirismo, ao feminismo e à contracepção, é exactamente isso o que as europeias estão a fazer com as suas famílias, igrejas e nações.

Julio Severo
Comentário:
 Este problema é apenas uma ponta do véu. Infelizmente muitos Cristãos têm-se deixado enganar sobre esta matéria pelo mesmo espírito, que está no mundo e não vem de Deus. É triste que muitos, da própria Igreja, estejam a cooperar na derrocada que se verifica. Infelizmente tem-se assistido ao desorbitar das mulheres do nosso tempo, não apenas da órbita que Deus lhe atribuiu para o mundo, mas também para a Igreja. A recente inovação de mulheres pastoras, pregadoras, que não se cobrem, etc., insere-se na estratégia global do inimigo de desafiar Deus e a Sua Palavra.

Leia, para sua informação, instrução e segurança, sobre esta matéria, os seguintes artigos:

  • Deixem-me ser mulher
  • A Palavra ou o mundo - O Papel das Mulheres na Casa de Deus (1)
  • A Palavra ou o mundo - O Papel das Mulheres na Casa de Deus (2)
  • Obrigado, irmãs!

  • FRUINDO DA ADMIRÁVEL GRAÇA DE DEUS,
    A NOSSA MISSÃO É AJUDAR TODOS 
    A USUFRUIR DA MESMA GRAÇA.

    "... vos exortamos a que não recebais a graça de Deus em vão" (2 Coríntios 6:1).
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    a ação de graças para glória de Deus" (2 Coríntios 4:15).
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