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27-01-17 - Amarrado com arame farpado e recebendo choques elétricos, homem não nega a Cristo

Ser Cristão exige um preço

     Um cristão iraquiano que vive na cidade de Mossul foi barbaramente torturado por causa da sua fé no Senhor Jesus Cristo. Numa tentativa de fazê-lo converter-se ao Islão, soldados do Estado Islâmico penduraram-no de cabeça para baixo e agrediram-no com pregos, além de o amarrarem com arame farpado.

     Carlos (nome mudado por questões de segurança), estava na cela de uma prisão do grupo extremista. Apesar de tudo o que aconteceu, recusou-se a negar o Senhor. Atualmente ele está refugiado na Jordânia, onde recebeu apoio da missão Christian Aid.

     Ele conta que, quando o EI invadiu Mossul, há dois anos atrás, os cristãos que viviam ali tinham quatro opções: abandonar a cidade, conversão ao islamismo, pagar a taxa de proteção (jiyza) ou ser morto.

     Quando Carlos disse que não obedeceria às exigências do EI, os jihadistas levaram-no para um local desconhecido. Ficou pendurado de cabeça para baixo, preso por apenas uma das pernas.

     “Eu recebi choques elétricos, eles bateram-me com paus cheios de pregos e amarraram-me com arame farpado”, conta. “Eles passaram sal nas minhas feridas. Fiquei gritando por causa da dor intensa”.

     A rotina de tortura continuou até que o cristão foi levado a um tribunal islâmico, onde um juiz disse que ele teria que se tornar muçulmano para continuar vivo. “Eu recusei e afirmei: ‘Se eu morrer, morrerei orgulhoso, pois sou cristão”, lembra Carlos. A resposta do juiz foi “Tu serás executado a tiros dia 26 de setembro'”.

     Naquela data, em 2014, Carlos foi levado para um lugar afastado, na periferia de Mossul. Contudo, antes de ser executado, o líder do grupo de soldados afirmou que recebeu novas ordens. Deveriam deixar o cristão ali. Após ser espancado, Carlos foi atirado para fora do carro que o conduzia.

     Carlos acabou desmaiando e só recuperou a consciência horas depois num hospital da cidade vizinha de Kirkuk, que fica a cerca de 150 km de distância. Ele não sabe dizer quem o levou para lá.

     “Os médicos do Iraque disseram que não poderiam tratar a minha perna e que ela precisaria ser amputada”, afirma. “Mas eu consegui ir para a Espanha e lá minha perna foi tratada. Graças a Deus eu posso andar agora, embora não tenha nada aqui na Jordânia”, explica.

     Até 2003, estima-se que o Iraque tinha mais de 1,5 milhões de cristãos. O país enfrentou uma série de guerras. Cerca de 80% dos cristãos iraquianos professos fugiram ou foram mortos. Restam menos de 275 mil seguidores do Senhor Jesus Cristo.

     Apesar das denúncias constantes, a Organização das Nações Unidas, recusa-se a reconhecer que um genocídio de cristãos está em curso na região.

- in Gospel Herald

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