• 1
  • 2
  • 3

Servindo entusiasticamente,
com amor e temor,

para em tudo te enriquecer em Cristo, em toda a Palavra, em todo o conhecimento (1 Coríntios 1:5).

Testemunhos

Dário Botas

Como morrer em Cristo tem mais valor do que nada.

José Jacinto Carvalho

Conversão significa mudar de vida e a minha vida mudou mesmo.

Sermões e Estudos

Carlos Oliveira 03JULI26
Por que dividir a Bíblia corretamente?

Tema abordado por Dário Botas em 05 de julho de 2026

Carlos Oliveira 03JULI26
Therians

Tema abordado por Carlos Oliveira em 03 de julho de 2026

Carlos Simões 28JUNI26
Queres ser salvo?

Tema abordado por Carlos Simões em 28 de junho de 2026

Estudo Bíblico
1 Timóteo 3:6,7

Estudo realizado em 01 de julho de 2026

ver mais

08-02-16 - As raízes do Carnaval

Esta foto - Arte de Spinelli d'Brito - evidencia bem a ligação do profano ao religioso

 

     “Muita gente espanta-se ao saber que quem inventou o Carnaval foi a Igreja Católica Apostólica Romana. Tudo começou no ano 604 A.D., quando o papa Gregório I determinou que todos os anos os fiéis deveriam dedicar-se, durante 40 dias, a assuntos espirituais.

     No período que ia da Quarta-Feira de Cinzas até o Domingo de Páscoa, o povo deveria entregar-se à austeridade e ao jejum. Era a Quaresma, período que serviria para lembrar os 40 dias que Jesus passou no deserto consagrando-se.

          Durante a Quaresma era proibido comer carne. Foi então que alguns “carnais” entraram em acção e fizeram a seguinte proposta: já que iam ficar tanto tempo em abstinência, por que não permitir que o povo cometesse algumas extravagâncias antes?

     Os padres concordaram, e essa libertinagem foi oficialmente aprovada e incentivada por alguns papas carnavalescos, como Paulo II e Paulo IV, nos séculos XV e XVI, respectivamente
.


Um facto curioso é que o Carnaval só é comemorado em países católicos.

     Esses dias de “vale tudo” que antecedem a Quaresma  em que as pessoas ficam 40 dias sem comer carne, passaram a ser chamados de “adeus à carne”, que em italiano é “carne vale”, ou “carnavale", resultando na palavra “carnaval”. Ou seja: se a Igreja Católica Romana não tivesse criado o período da Quaresma, não haveria hoje o Carnaval.

     É necessário também saber que as folias do Carnaval estão ligadas às festas pagãs romanas, que eram festejadas com muita licenciosidade sexual, bebedeira, glutonaria, orgias colectivas e muita música. Eram conhecidas como bacanais (em homenagem a Baco, o deus do vinho e da orgia), lupercais (em homenagem ao deus obsceno Pã, também chamado de Luperco), e saturnais (em homenagem ao deus Saturno que, segundo a mitologia grega, devorou seus próprios filhos).

     O resultado físico, moral e espiritual desta festa fica sempre estampado em noticiários e jornais todas as Quartas-Feiras de Cinzas, e é o retrato falado do ser que está por detrás dessa algazarra pagã, comandando-a: o diabo.

     Sendo assim, aos que não participam desta festa, o meu conselho é que continuem de fora; e aos que participam ou pretendem participar, o meu conselho está em Jeremias 51:45: “Saí do meio dela, ó povo Meu, e livre cada um a sua alma, por causa do ardor da ira do Senhor.”

Revista Fiel

FRUINDO DA ADMIRÁVEL GRAÇA DE DEUS,
A NOSSA MISSÃO É AJUDAR TODOS 
A USUFRUIR DA MESMA GRAÇA.

"... vos exortamos a que não recebais a graça de Deus em vão" (2 Coríntios 6:1).
Se é que tendes ouvido a dispensação da graça de Deus ... (Efésios 3:2)
"... que a graça, multiplicada por meio de muitos, faça abundar
a ação de graças para glória de Deus" (2 Coríntios 4:15).
"Porque pela graça sois salvos ..." (Efésios 2:8).

  • Avenida da Liberdade 356 
    2975-192 QUINTA DO CONDE 





     
  • geral@iqc.pt 
  • Rede Móvel
    966 208 045
    961 085 412
    939 797 455
  • HORÁRIO
    Clique aqui para ver horário