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05-07-14 - Malásia proíbe que não muçulmanos se refiram a Deus como “Alá”

A Palavra de Deus     Agora é oficial: a justiça malaia proibiu o uso da palavra ‘Alá’ para não muçulmanos. A decisão foi feita pelo tribunal federal da Malásia ao julgar uma ação que condenava um jornal Cristão por ter se referido a Deus como a ‘Alá’.

     Dos sete juízes que votaram, quatro foram a favor da proibição e três foram contra, ratificando assim a sentença anterior dada pelo tribunal de apelação contra o recurso apresentado pelo jornal Herald que mantém uma edição na língua local da Malásia.

     “Os quatro juízes que nos negaram a licença falaram de coisas que não têm nada a ver com os direitos fundamentais básicos das minorias”, disse o diretor do Herald, Laurence Andrew, ao deixar o tribunal.

     Ele falou com o jornal Malaysia Insider lamentando a decisão do tribunal. “Mas três vozes falaram com clareza acerca da dignidade das pessoas, dos direitos das minorias e também defenderam a Constituição federal com clareza”.

     O jornal defende que “Alá” se refere ao mesmo Deus que os cristãos cultuam, já que essa é a única palavra na língua malaia para se referir a Deus.

     A proibição foi dada em 2009 pelo Ministério do Interior por conta de uma reportagem que gerou grande violência contra igrejas Cristãs no país. Cristãos malaios e indonésios sempre usaram ‘Alá’ por conta da tradução bíblica do hebraico ‘Elohim’ que foi feita pelo missionário Francisco Javier.

     Mesmo com a garantia de liberdade de culto, a Malásia tem leis que proíbem o uso de termos do Islão para outras religiões e foi isso que o tribunal levou em consideração, para evitar assim novas confusões e a conversão de muçulmanos.


Comentário:

     Apesar de compreendermos o cerne deste conflito, o que é importante referir é o seguinte: Alá (Deus do Alcorão) não é o verdadeiro Deus. Mas, como temos dito várias vezes, até mesmo a palavra Deus pode não referir-se ao verdadeiro Deus; as pessoas podem utilizar a palavra Deus não se referindo ao Deus verdadeiro. Não é por acaso que a Bíblia se refere ao "verdadeiro Deus", pois há "Deus" que não é verdadeiro (Cf. 2 Crónicas 15:3; João 17:3; 1 Tessalonicenses 1:9; 1 João 5:20). A imagem mental correta de Deus não é a transmitida pelo Alcorão ou outro livro qualquer, ou fruto de uma ideia muito própria, mas a imagem que nos é comunicada pelas palavras da Bíblia, as sagradas Escrituras. Exemplo: há pessoas que dizem que creem em Deus, mas não acreditam na existência do inferno. Ora, o verdadeiro Deus fala da existência do inferno (Salmo 9:17; Mateus 10:28) e diz que "quer que TODOS os homens se salvem, e venham ao conhecimento da verdade" (1 Timóteo 2:4), "... não querendo que alguns se percam, senão que TODOS venham a arrepender-se" (2 Pedro 3:9). Vemos, então, que há muitos que dizem crer num Deus diferente do Deus em que nós cremos - o verdadeiro Deus.

     Quando comparamos os atributos de Deus, como se encontram na Bíblia - fortaleza inexpugnável -, aos atributos de Alá, encontrados no Alcorão, fica mais do que óbvio de que os dois não são o mesmo Deus. 

FRUINDO DA ADMIRÁVEL GRAÇA DE DEUS,
A NOSSA MISSÃO É AJUDAR TODOS 
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"... vos exortamos a que não recebais a graça de Deus em vão" (2 Coríntios 6:1).
Se é que tendes ouvido a dispensação da graça de Deus ... (Efésios 3:2)
"... que a graça, multiplicada por meio de muitos, faça abundar
a ação de graças para glória de Deus" (2 Coríntios 4:15).
"Porque pela graça sois salvos ..." (Efésios 2:8).

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