21-01-08 - Duas proclamações importantes de George W. Bush
Proclamou o dia 16 de Janeiro como o Dia da Liberdade Religiosa e o dia 20 de Janeiro como o Dia Nacional da Santidade da Vida Humana.
Thomas Jefferson considerou a liberdade de adoração como uma das maiores bênçãos da América. Ele disse que era ‘noutros países uma liberdade considerada incompatível com uma boa governação, mas, pela nossa experiência, tem sido provado ser o seu melhor apoio”. No Dia da Liberdade Religiosa, celebramos a passagem, em 1786, do Estatuto da Virgínia para a Liberdade Religiosa.
A liberdade de adoração, de acordo com a consciência é um dos valores mais queridos da nossa Nação. É a primeira protecção oferecida pela Carta dos Direitos: que “O Congresso não fará nenhuma lei com respeito ao estabelecimento da religião, ou proibindo o seu exercício livre consequente”. Na América, as pessoas de diferentes fés podem viver juntas, unidas em paz, tolerância, e humildade. Nós estamos comprometidos com a proposição de que como cidadãos iguais dos Estados Unidos da América, somos todos livres para adorar consoante a nossa preferência.
Numa era em que um número sem precedente de nações tem abraçado a liberdade individual, temos também testemunhado a intransigência da repressão religiosa. A liberdade religiosa pertence não a qualquer nação, mas ao mundo, e a minha Administração continua a apoiar a liberdade de adoração no país e no exterior. No Dia da Liberdade Religiosa e ao longo do ano, reconhecemos a importância da liberdade religiosa e o papel vital que ela tem na propagação da liberdade e na garantia da dignidade humana.
AGORA, PORTANTO, EU, GEORGE W. BUSH, Presidente dos Estados Unidos da América, por virtude da autoridade que me investem a Constituição e as leis dos Estados Unidos, proclamo por este meio o dia 16 de Janeiro de 2008, como sendo o Dia da Liberdade Religiosa. Convoco todos os Americanos a reflectirem sobre a grande bênção da liberdade religiosa, a empenharem-se na preservação desta liberdade para as gerações futuras, e a comemorarem este dia com apropriados eventos e actividades.
COMO TESTEMUNHO DISTO, assino com o meu próprio punho neste décimo quarto dia de Janeiro, do ano de nosso Senhor de 2008, e do ano duzentos e trinta e dois da Independência dos Estados Unidos da América.
No Dia Nacional da Santidade da Vida Humana, reconhecemos que cada vida tem inerente dignidade e incomparável valor, e reafirmamos a nossa firme determinação de defender os membros mais fracos e vulneráveis da nossa sociedade.
Os Estados Unidos foram fundados na crença de que todos os homens são criados iguais e têm um direito inalienável à vida, liberdade e busca da felicidade, e o nosso país permanece comprometido a sustentar esse princípio da fundação. Desde que assumi a presidência, assinei legislação para proteger a vida em todas as fases, e a minha Administração continuará a incentivar a adopção, a financiar programas de educação de abstinência e programas para ajudar mulheres com gravidezes de crise e a apoiar grupos de orientação religiosa. Hoje, à medida que a nossa sociedade busca novos caminhos para amenizar o sofrimento humano, temos de aspirar às possibilidades da ciência de um modo que respeite o dom sagrado da vida e sustente os nossos valores morais.
A nossa nação tem feito progresso nos seus esforços para proteger a vida humana, e esforçar-nos-emos para mudar corações e mentes com compaixão e decência. No Dia Nacional da Santidade da Vida Humana e durante o ano inteiro, ajudamos a fortalecer a cultura da vida nos Estados Unidos e trabalhamos para que chegue o dia em que toda criança seja acolhida na vida e protegida na lei.
Agora, pois, eu, George W. Bush, Presidente dos Estados Unidos da América, por virtude da autoridade que me investem a Constituição e as leis dos Estados Unidos, proclamo por este meio Domingo, 20 de Janeiro de 2008, como Dia Nacional da Santidade da Vida Humana. Convoco todos os americanos a reconhecer este dia com cerimónias apropriadas e a enfatizarem o nosso compromisso de respeitar e proteger a vida e a dignidade de todo ser humano.
"Admoesto-te pois, antes de tudo, que se façam deprecações, orações, intercessões, e ações de graças por todos os homens; pelos reis, e por todos os que estão em eminência, para que tenhamos uma vida quieta e sossegada, em toda a piedade e honestidade. Porque isto é bom e agradável diante de Deus nosso Salvador, que quer que todos os homens se salvem, e venham ao conhecimento da verdade" (1 Tim. 2:1-4).
Um dia ele disse:
"A oração e a fé sustêm-me. Eu recebo calmaria nas tempestades da presidência. Aprecio muito o facto das pessoas orarem por mim e pela minha família em todo o mundo. Alguém perguntou-me uma vez: Como sabe isso? Eu respondi, dizendo que simplesmente o sinto."




