04-01-2026 - Cinzas em Mikveh comprovam destruição do Segundo Templo

Mikveh (Foto: Tela)
Mikveh descoberto sob a Praça do Muro das Lamentações traz cinzas da destruição do Segundo Templo, ampliando o retrato de Jerusalém antiga.
O mikveh — banho ritual judaico escavado na rocha — foi encontrado sob a Praça do Muro das Lamentações, em Jerusalém. A descoberta indica vestígios diretos da destruição do Segundo Templo, no ano 70 D.C., durante escavações recentes.
As obras são conduzidas pela Autoridade de Antiguidades de Israel em parceria com a Fundação do Património do Muro das Lamentações. O banho aparece selado sob uma camada do período do Segundo Templo.
O local fica entre a , ao norte, e o , ao sul, áreas que serviam de entrada ao recinto sagrado há cerca de dois mil anos. No interior, cinzas preservadas remetem à destruição de Jerusalém e do Templo.
Detalhes do achado
O mikveh tem formato retangular e mede 3,05 m de comprimento, 1,35 m de largura e 1,85 m de altura. Quatro degraus conduzem ao interior, que foi escavado na rocha e apresenta paredes revestidas com reboco.
A descoberta reforça o papel central do Templo na vida urbana. Pesquisadores destacam que a prática de impureza e pureza ritual moldou hábitos diários em Jerusalém durante aquele período.
Ari Levy, diretor da escavação, ressalta a relação entre vida religiosa e cotidiana na cidade antiga, mencionando a observância das leis de pureza e pureza ritual como elemento comum entre moradores e lideranças.
Durante as atividades no mesmo setor, foram localizados outros mikva’ot e vasos de pedra, evidências de usos contínuos associados às leis de pureza ritual. Recipientes de pedra são considerados mais resistentes à impureza.
Ayala Zilberstein, diretora de escavações, afirma que a escrita em fragmentos próximos ao Muro das Lamentações revela uma conexão direta entre o Império Assírio e o Reino de Judá, ampliando o entendimento da presença assíria na região.
Zilberstein explica que o achado também amplia o conhecimento sobre o desenvolvimento urbano da cidade, sugerindo um centro administrativo próximo ao Templo.
São muitas as formas pelas quais os Cristãos de origem muçulmana são perseguidos, como rejeição familiar, abuso verbal e insultos, assédio administrativo, discriminação e insegurança no emprego. Mas, entre elas, os jovens estudantes pedem orações em especial para que possam ser respeitados nas escolas e não sejam discriminados na educação apenas por crer em Cristo.
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