02-01-08 - Kaká também brilha fora de campo
Eleito o melhor jogador do mundo pela Fifa, Kaká é também considerado pelos treinadores e dirigentes um exemplo fora de campo. O jogador é do estilo "bom rapaz", no dizer dos media. Valoriza a família, não troca a noite pelo dia, coloca sempre o grupo em primeiro lugar e não aceita privilégios comuns aos craques da bola. Por isso, o jogador que está no Milão desde 2003, é tratado como uma jóia rara pelo clube italiano.
- Estamos encantados pelo que ele faz em campo e por como ele se apresenta fora de campo. Por isso, não há nenhum motivo para ele renunciar ao Milão ou para o Milão renunciar a ele - disse Silvio Berlusconi, presidente do Milão, após o clube sagrar-se campeão do Mundial da Fifa há dias.
Além disso, virou um fenómeno de marketing, uma mina de ouro dos anunciantes. É o jogador do Milão que mais vende camisolas. A sua imagem está ligada a grandes empresas de material desportivo, moda e bebidas.
- É difícil imaginar como uma marca se possa dar mal ao associar a sua imagem ao Kaká. Hoje ele é referência de talento, ética, bons valores, profissionalismo ... tudo o que se espera de um bom cidadão, um bom atleta, um bom exemplo, um bom filho, bom genro... - disse Rui Branquinho, Co-presidente da W/Brasil.
Kaká também se envolve em campanhas sociais. Ele já foi promotor da "Campanha do Agasalho", que é organizada pelo Fundo de Solidariedade do Estado de São Paulo, uma entidade dirigida pela primeira-dama do Brasil, Maria Lúcia Alckmin. E faz doações para instituições de caridade. Ele ofereceu o prémio de 21 milhões de ienes (cerca de €150.000) por ser o melhor jogador do Mundial de Clubes da Fifa, para a reconstrução de um hospital localizado na histórica cidade de Nazaré, em Israel.
Após as grandes conquistas na carreira, Kaká mostra sempre uma camisa branca com a frase: "I Belong To Jesus", que significa "eu pertenço a Jesus" (ver foto). Foi assim, por exemplo, quando conquistou o Mundial de Clubes da Fifa, pelo Milão.
O jogador do Milão é crente professo. Kaká lê a Bíblia regularmente, gosta de música gospel. No fim de 2005, o jogador casou-se com Carolina em São Paulo. Kaká frequenta a igreja evangélica desde os 14 anos.
A fé do jogador aumentou em 2000, quando sofreu uma queda em Caldas Novas, fracturou uma vértebra e sofreu com o risco de ficar paraglégico. Mas tudo só passou de um susto. O jogador recuperou e seis meses depois estreava-se como profissional pelo São Paulo. Era o início de uma carreira de sucesso no futebol mundial.
Família
Kaká valoriza a família. Não vai a boates nem troca a noite pelo dia. O jogador tenta manter a privacidade. Gosta de ficar em casa com a esposa Carolina Celico, que conheceu quando ainda jogava no São Paulo. Gosta de ver bons filmes em DVD. Além disso, lê a Bíblia e escuta música gospel.
A história de Kaká não é a de um jogador pobre que saiu do gueto e venceu na vida pelo futebol. O jogador cresceu nma família de classe média-alta de São Paulo e aprendeu à jogar bola em colégios particulares. E jogou numa escolinha de futebol à beira da avenida Sumaré e por uma equipe infantil de Alphaville antes de ir para as divisões de base do São Paulo.
Não sou de sair à noite, prefiro ficar em casa.
Além das vitórias dentro de campo nesta temporada, Kaká também está contente por outra razão. O jogador descobriu neste mês que a esposa Carolina está grávida. Será o primeiro filho do casal, que mora em Milão, na itália.
Num mundo onde há muitos maus exemplos é bom constatar um testemunho exemplar de quem faz profissão de crer em Jesus Cristo como seu Salvador.
Que o Senhor o guarde e continue a usar, e que isto motive todo o Cristão em preocupar-se em ser um verdadeiro exemplo no mundo onde se move.




