01-02-2024 - Judia que passou por transição de género arrepende-se e lamenta por não poder ser mãe
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Uma judia que abriu um processo anonimamente contra os cirurgiões que fizeram sua “transição de género”, disse que se arrependeu da decisão e que foi vítima de negligência médica.
O processo acusa tanto os médicos como o hospital de discriminação ao abrigo da Lei de Cuidados Acessíveis, dizendo que foi negado a ela cuidados que teriam sido prestados a uma “mulher não transgénero”.
A moradora de Chicago, que agora tem 23 anos, entrou com sua ação dia1 de novembro, no Tribunal do Condado de Dane, em Wisconsin, EUA. Ela passou por cirurgias de género no UW Health, o hospital da Universidade de Wisconsin em Madison.
O processo nomeia o hospital, bem como os dois cirurgiões que a operaram: “Jay Lick realizou uma histerectomia na mulher quando ela tinha 19 anos e a Dra. Katherine Gast fez uma mastectomia dupla quando ela tinha 21 anos, afirma o processo”.
Disforia de gênero não confirmada
A mulher afirma que o seu auto diagnóstico de disforia de género não foi confirmado por um médico antes de ela receber permissão para a cirurgia.
Ao longo dos anos, ela identificou-se como lésbica, achou por bem dizer que era transgénero, depois identificou-se como não-binária. Tudo isso, segundo a paciente, para se livrar do grave sofrimento psicológico e trauma que sofreu quando criança.
“No ano passado, ela fez uma terapia que a ajudou a concluir que foi o trauma de infância que causou o seu sofrimento mental e não as suas características físicas”, diz o processo. Porém, a destransição já havia sido realizada.
“A mulher judia, agora lamenta por não ser capaz de conceber naturalmente uma família grande conforme se espera na sua cultura”, continua o processo ao especificar que os cirurgiões tiraram os seus dois seios saudáveis e removeram o seu útero, o que a impossibilita de dar à luz filhos biológicos.
Trauma por abuso sexual
Ainda de acordo com o processo da mulher judia, ela teve uma “série de eventos traumatizantes quando criança, incluindo abuso sexual”, além de ter sido “diagnosticada com ansiedade, depressão e transtorno de stress pós-traumático”.
Em nota, o hospital tentou defender-se, apesar de não comentar sobre os detalhes do processo: “A UW Health e seus fornecedores preocupam-se profundamente com a saúde e o bem-estar dos pacientes e trabalham duro todos os dias para garantir que eles recebam o melhor atendimento possível”.
in Daily Wire
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