04-01-2024 - Filho de co-fundador do Hamas foi à ONU denunciar grupo terrorista

Mosab Hassan Yousef, filho do cofundador do Hamas, Sheikh Hassan Yousef (Foto: Reprodução/YouTube)
No fim do mês de novembro, Mosab Hassan Yousef, filho do cofundador do Hamas, Sheikh Hassan Yousef, fez um discurso na ONU, criticando a organização terrorista. Yousef, que desertou do grupo terrorista nos anos 90, colaborou secretamente com os serviços de segurança de Israel para expor e prevenir vários ataques terroristas do Hamas.
Entretanto converteu-se ao Cristianismo e escreveu uma autobiografia em 2010 intitulada “Filho do Hamas”. Agora, aos 45 anos, Yousef busca expor a verdadeira face do “culto de morte genocida” do Hamas. Yousef afirma que pode falar com a autoridade de uma criança palestiniana, alguém que cresceu nessa cultura.
“O primeiro crime do Hamas contra as crianças na sociedade palestiniana não é armar ou incentivá-las a realizar ataques suicidas – é a doutrinação ideológica religiosa que tive que passar com uma intenção em mente: aniquilar o estado de Israel. Este é o objetivo principal do Hamas”, afirmou ele.
Além disso, ele defendeu que não está a fazer propaganda, pois não representa ninguém além de si mesmo. Com isso, ele disse que o Hamas está a cometer um crime contra esta e as próximas gerações. Então, “culpar Israel não vai resolver o problema”. Ele compartilhou experiências pessoais, destacando a disciplina brutal do grupo, como punições físicas por desobediência e a pressão para se tornar violento.
“Imagine, uma criança de 10 anos como eu. Quando desobedeci ao Hamas, fui amarrado a um poste e açoitado pelo líder máximo do Hamas, com um cabo elétrico. A cada chicotada, eu perdia o fôlego até perder a consciência. O meu pai estava na prisão na época, e esse líder achava que era meu mentor. É esta a disciplina do Hamas. É assim que eles queriam que eu me tornasse, um selvagem violento como eles”, continuou ele.
Do mesmo modo, Yousef alertou contra culpar Israel unilateralmente, destacando a brutalidade do Hamas e o seu papel na escalada do conflito. Ele destacou que o massacre de israelitas pelo Hamas “abriu as portas do inferno para o povo palestiniano”, demonstrando a disposição do Hamas em sacrificar crianças e civis palestinianos.
Por fim, ele também expressou que os verdadeiros palestinianos não desejam um estado próprio liderado por pessoas corruptas. Ele alega que as crianças palestinas precisam de educação, segurança e vida, não de outro “regime árabe corrupto”.
- in CBN News
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