26-11-2023 - Casais Cristãos são rejeitados em fila de de espera para adoção nos EUA por causa da fé
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Nos EUA, mais de 113.000 crianças esperam para ser adotadas. (Foto representativa: Unsplash/Piron Guillaume)
Em alguns estados americanos os Cristãos que querem adotar filhos estão a ser rejeitados por causa da sua fé - das suas crenças sobre género e sexualidade.
Nos EUA, aproximadamente 391.000 crianças estão em lares adotivos e mais de 113.000 aguardam para serem adotadas.
E, apesar da grande necessidade, algumas autoridades estatais estão a impor um teste ideológico para determinar quem está “qualificado” para ser pai ou mãe de uma criança.
Em alguns estados, aqueles que não concordam com as opiniões do governo sobre género e sexualidade, estão a ver os seus pedidos de adoção serem negados.
Decidida a adotar uma criança
Foi o que aconteceu com Jessica Bates, que já é mãe de cinco filhos e mora na zona rural de Oregon. Tragicamente, ela perdeu o marido em um acidente de carro em 2017.
Apoiando-se na fé, na família e nos amigos, ela e a sua família perseveraram durante o acontecimento que mudou a sua vida. Então, um dia, Jessica estava a ouvir uma transmissão cristã sobre um homem que havia adotado uma criança em um orfanato.
Depois de ouvir aquele programa de rádio, ela disse: “Não consegui parar de pensar no que ouvi. Embora eu esteja a criar cinco filhos, eu sabia que a minha família poderia ajudar as crianças a encontrar um lar para sempre”. E foi assim que Jessica decidiu entrar na fila de adoção.
Imposição da ideologia LGBT
Jessica inicialmente passou pelo processo de inscrição para adoção no Oregon. Mas, durante o curso de formação, o Departamento de Serviços Humanos do Oregon (ODHS) explicou que as pessoas que pretendem adotar devem “respeitar, aceitar e apoiar” a orientação sexual ou identidade de género da criança.
Isso exigia que os candidatos concordassem em usar os pronomes preferidos da criança e ainda levá-la a “eventos da comunidade LGBT”, como paradas do Orgulho Gay, além de facilitar o acesso da criança a intervenções farmacêuticas perigosas e potencialmente esterilizantes, como bloqueadores da puberdade e injeções de hormonas sexuais cruzadas.
Embora Jessica amasse e aceitasse qualquer criança com alegria, independentemente de como eles se identificasse, ela não poderia concordar em dizer ou fazer qualquer coisa que violasse a sua fé.
Rejeitada por sua fé
Quando Jessica explicou educadamente as suas preocupações ao seu certificador, as autoridades estatais apresentaram-lhe uma escolha: abandonar as suas convicções religiosas ou renunciar à possibilidade de adotar uma criança.
Como Jessica se manteve firme, o estado negou seu pedido, excluindo-a categoricamente dos programas de bem-estar infantil.
Jessica não deveria ter que escolher entre violar as suas crenças religiosas ou renunciar à oportunidade de adotar, e é por isso que apresentámos um processo contra funcionários do ODHS.
‘Ficámos absolutamente arrasados’
Infelizmente, o caso de Jessica não é isolado. Há outros casais a ser rejeitados na fila de espera para adoção simplesmente por discordarem das ideologias LGBT e trans ou por se posicionarem biblicamente quanto ao casamento entre homem e mulher.
Em agosto, o site Guiame publicou a história do casal Mike e Catherine Burke que entrou com uma ação contra o estado de Massachusetts após terem o seu pedido de acolhimento familiar negado.
“Fiáamos absolutamente arrasados ao saber que Massachusetts prefere que as crianças durmam nos corredores dos hospitais do que recebermos crianças necessitadas na nossa casa”, o casal reagiu.
A ação judicial iniciada pelo casal cristão tem o propósito de proibir Massachusetts de recusar licenças de acolhimento familiar a candidatos religiosos por questões LGBT.
- in Alliance Defending Freedom (ADF)
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