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29-07-2022 - Médico demitido por não chamar homem de ‘senhora’ defende visão bíblica na Justiça inglesa

David Mackereth: “Estamos sendo instruídos a praticar uma mentira”. (Foto: Captura de tela/YouTube Christian Concern)
David Mackereth: “Estamos sendo instruídos a praticar uma mentira”. (Foto: Captura de tela/YouTube Christian Concern)

 

     Um médico cristão no Reino Unido foi demitido após dizer que não iria chamar um homem biológico de ‘madame’ porque o seu desejo era permanecer fiel a Cristo e aos preceitos bíblicos. 

     David Mackereth perdeu o emprego como assessor médico do Departamento de Trabalho e Pensões (DWP), em 2018. A sua recusa de se referir aos pacientes por gêneros e pronomes escolhidos por eles, independente de sexo biológico, virou assunto judicial.

     Em 2019, ele contestou sua demissão na Justiça, em Birmingham, na Inglaterra, onde seu discurso foi classificado como “não digno de respeito numa sociedade democrática”, além de ser apontado como “incompatível com a dignidade humana”. 

 

     Defesa de preceitos bíblicos é vista como “mera opinião”

     Ao defender suas crenças sobre género, o médico de 56 anos, com 28 anos de experiência na profissão, disse que “Deus criou homem e mulher”, referindo-se ao texto bíblico que está em Génesis 1.27. 

     Como resposta do Tribunal do Trabalho, ele ouviu que “as suas crenças de género não eram protegidas pela Lei de Igualdade 2010 e que não passavam de mera opinião”. O juiz também concluiu que “sua fé ampla não satisfez os critérios de Grainger” — que dita que a crença não deve entrar em conflito com os direitos fundamentais dos outros, referindo-se especificamente aos transgéneros.  

     Os advogados de defesa argumentaram no tribunal, em 2019, que a política do DWP de obrigar os funcionários a usar “pronomes transgéneros” era uma violação da Lei da Igualdade e que o Departamento de Trabalho e Pensões havia violado o direito de Mackereth à liberdade de pensamento, consciência e religião.

     De acordo com o Christian Legal Centre que o representa, foi a primeira vez na história da lei inglesa que um juiz decidiu que cidadãos livres devem se encaixar em discursos forçados.

     O Dr. Mackereth disse que o caso dele afeta a todos e não apenas os Cristãos que creem na Bíblia. “Afeta qualquer um que esteja preocupado com o discurso forçado e a ideologia transgénero sendo imposta aos sistemas de saúde e outros serviços públicos.

 

Depoimento do médico aqui.

- in Christian Today

 

 

 

 

 

 

 

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