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14-03-2021 - Como a Igreja lidou com epidemias nos séculos passados

Culto ao ar livre em São Francisco durante a pandemia da Gripe Espanhola, em 1918. (Foto: Reprodução/Twitter/Marina Amaral)

Culto ao ar livre em São Francisco durante a pandemia da Gripe Espanhola, em 1918. (Foto: Reprodução/Twitter/Marina Amaral)

 

     O ano de 2020 trouxe a maior crise epidémica das últimas décadas: a pandemia da Covid-19. O impacto foi tanto que alterou todas as áreas da vida, estabelecendo um “novo normal”. A adaptação a este novo contexto sombrio foi um desafio para todo mundo, inclusive para a Igreja. 

     Congregações em todo o mundo tiveram que se habituar aos decretos de prevenção dos governos, investir na programação e cultos online, e dar respostas bíblicas às questões mais difíceis que angustiam o ser humano, como “porque Deus permite o sofrimento?” e “porque sofre o justo?”.

     Quando crises batem à porta, temos o costume de olhar para trás em busca de respostas na história das gerações passadas, que também vivenciaram angústias como as nossas. Os Cristãos fizeram sempre isto; procuramos nas vidas dos personagens bíblicos o consolo, força e conselho espiritual para os nossos próprios desafios.

     Em tempo de pandemia, seria sábio o Corpo de Cristo relembrar como a Igreja lidou com outras pandemias nos séculos passados, a fim de tirar lições que nos possam servir hoje.

A CHAMADA "igreja protestante" na linha dA frente das pandemias

     Quando olhamos para a história da Igreja durante surtos epidémicos vemo-la a atuar na linha de frente, combatendo as pragas através da ajuda social e amparo espiritual.

     “As igrejas, de modo geral, têm um histórico de solidariedade e de enfrentamento muito forte das pandemias. As chamadas igrejas evangélicas, sejam elas protestantes ou pentecostais, sempre tiveram uma postura muito séria em relação às crises epidémicas”, analisa o professor de Teologia da Universidade Mackenzie, Gerson Moraes, em entrevista ao Guiame.

     O professor afirma que os relatos históricos revelam como muitos pastores e ministros atuaram de forma heroica nas pandemias – muitos até mesmo se sacrificando para cumprir a sua missão.

     “Durante a Reforma Protestante, vamos encontrar o próprio Martinho Lutero enfrentando uma epidemia de peste negra na Europa. Ele deixa registado em diversos momentos de sua obra como ele lida com a situação de maneira pastoral; enterra pessoas, cuida de crianças que perderam os pais”, diz Gerson e conclui: “Esse é o perfil histórico de um 'sacerdote' protestante que lidou com esta questão”.

     Encontramos relatos de Cristãos lidando com crises epidémicas desde a Igreja Primitiva até a Reforma Protestante; igrejas abrindo as suas portas para servir de hospitais, irmãos cuidando de enfermos na própria casa e pastores doando as suas vidas como verdadeiros mártires. Acompanhe a linha do tempo e entenda como foi a atuação da Igreja durante as principais pandemias da história.

 


Imagem ilustrativa de igreja servindo como hospital. (Imagem: Calvin Institute of Christian Worship)

Peste Antonina (166-189 d.C.) – Roma

A primeira grande epidemia enfrentada pela Igreja Primitiva foi a Peste Antonina, de 166 a 189 D.C., levada a Roma pelas tropas que retornavam da campanha contra os persas. A doença, provavelmente varíola, dizimou cerca de 10% da população. Em 189 D.C., a taxa de mortalidade por dia chegou a 2 mil pessoas em Roma, de acordo com o historiador romano Dio Cassio.

Segundo Glenn Sunshine, professor de História na Universidade Estadual do Centro de Connecticut, EUA, as pessoas da época já entendiam que a praga era contagiosa e, por isso, expulsavam os seus doentes de casa para morrerem na rua e os ricos fugiam para suas propriedades rurais no interior.

O professor disse em artigo para a Mission Frontiers, que os Cristãos permaneceram em Roma para cuidar dos vizinhos doentes, mesmo sabendo que não tinham meios de se proteger contra a doença. Os cuidados básicos de enfermagem oferecidos pela Igreja salvaram muitas vidas e contribuíram para o rápido crescimento do Cristianismo.

Peste de Cipriano (249-262 d.C.) – Roma


Cristãos orando do lado de fora de uma igreja durante a Gripe Espanhola em São Francisco (EUA), em 1918. (Foto: Hulton Archive/Getty images)

     No século seguinte, o mesmo fenómeno ocorreu. A Peste de Cipriano – chamada assim em homenagem a Cipriano, o bispo de Cartago que registou a epidemia – atingiu o Império Romano drasticamente. No pico da epidemia, a praga matou 5 mil pessoas por dia em Roma. E dois terços da população de Alexandria, a segunda maior cidade do Império Romano, morreu vítima da doença.

     A praga – que pode ter sido um novo surto de varíola ou uma febre hemorrágica como o ébola, segundo os especialistas – foi descrita como terrível pelo Bispo Cipriano: “Os intestinos são sacudidos por um vómito contínuo; os olhos estão em chamas com o sangue infetado; em alguns casos, os pés ou algumas partes dos membros são arrancados pelo contágio da putrefação doentia”.

     Novamente os Cristãos, de maneira corajosa, cuidavam dos doentes e moribundos enquanto cidades inteiras eram abandonadas na Itália. “No início da doença, [os italianos] empurraram os sofredores e fugiram dos seus entes queridos, atirando-os para as estradas antes que morressem e tratando os cadáveres não enterrados como sujeira”, relatou Cipriano. 

     Assim como no século passado durante a Peste Antonina, o Cristianismo teve um crescimento exponencial. O sociólogo religioso Rodney Stark calcula que a população Cristã em 251 D.C. era formada por cerca de 1,2 milhão no Império Romano e em 300 D.C. já eram cerca de 6 milhões de crentes, segundo informa Glen Scrivener em artigo para o The Gospel Coalition.

     Rodney Stark avalia que ao cuidar dos não crentes infetados, a Igreja criou novas redes sociais, fazendo com que o Evangelho se propagasse rapidamente e convertendo muitos pagãos ao Evangelho. O sociólogo conclui que as pragas foram um importante fator para o crescimento do Cristianismo no Império Romano, provando mais uma vez que o Senhor tem o seu caminho na tormenta e na tempestade.

Peste Negra (século 14) – Europa e Ásia

     Do século 14 em diante, a Peste Negra assombrou a Europa matando milhões de pessoas. Em apenas cinco anos, metade da população do continente morreu vítima da doença. Nesta pandemia, a Igreja atuava na linha de frente, muitas vezes disponibilizando os seus templos para servirem de hospitais improvisados, onde ministros auxiliavam como enfermeiros em espírito voluntarista.

     Na era da Reforma Protestante, em agosto de 1527, a Peste Negra atingiu a cidade de Wittenberg na Alemanha, morada de Martinho Lutero. Muitos moradores fugiram da cidade para salvar suas vidas, Lutero foi aconselhado a fazer o mesmo, mas ele e a esposa Katharina, que estava grávida na época, decidiram permanecer para cuidar dos infectados.

     Em carta de 19 de agosto de 1527, Martinho Lutero escreveu: “Estamos aqui sozinhos com os diáconos, mas Cristo está presente também, para que não estejamos sós, e Ele triunfará em nós sobre aquela velha serpente, assassina e autora do pecado, por mais que ele machuque o calcanhar de Cristo. Ore por nós e adeus”.

     Segundo Michael Whiting, diretor de conteúdo da Universidade Dallas Baptist, em artigo para o site da mesma universidade, embora o reformador tivesse se recusado fugir da praga para cuidar de doentes na sua própria casa, Lutero recomendava aos fiéis que seguissem as medidas de proteção contra a Peste Negra.

     Martinho dizia que as orações de fé deveriam ser oferecidas pela misericórdia de Deus junto com as práticas responsáveis de saneamento, medicação e isolamento social para “não ser responsável pela própria morte ou de qualquer outra pessoa”. E, embora ele seguisse os conselhos médicos tanto quanto possível, dizia que “não negligenciaria os seus deveres como Cristão e pastor”, caso o seu  vizinho precisasse dele ou alguém necessitasse de conforto quando estava doente ou morrendo, era seu dever estar presente.

     E afirmava contundente: "Se fosse a sua hora de morrer, Deus saberia onde encontrá-lo”.  Martinho Lutero e Katharina sobreviveram à epidemia. 

 


Lutero e sua esposa Katharina cuidaram de enfermos durante a Peste Negra em 1527. (Foto: Wikimedia Communs)

Cólera (1817 – até hoje)

     Existente desde a Antiguidade, a primeira epidemia global de cólera aconteceu em 1817 e desde lá o vírus sofreu mutações, ocasionando novos ciclos epidémicos de tempos em tempos.

     Em 1854, um surto de cólera assombrou Londres, na época a capital mais rica do mundo com mais de 2 milhões de habitantes. Neste tempo, Charles Spurgeon, com apenas 20 anos, pastoreava os crentes na capela da New Park Street.

     O chamado príncipe dos pregadores notou que a receção dos londrinos ao Evangelho estava maior durante a epidemia. Aqueles que antes zombavam de sua pregação, agora estavam em busca de esperança em Deus.

     “Se existe um momento em que a mente é sensível, é quando a morte está em alta. Lembro-me, quando vim a Londres pela primeira vez, de como as pessoas ouviam o Evangelho com ansiedade, pois a cólera estava a alastrar terrivelmente. Houve pouca zombaria então”, relatou Spurgeon.

     O pregador contou a história de um homem moribundo de Londres que antes o criticava: “Aquele homem, na sua vida, costumava zombar de mim. Em linguagem forte, ele sempre me denunciou como hipócrita. No entanto, ele mal foi atingido pelos dardos da morte e buscou minha presença e conselho, sem dúvida sentindo no seu coração que eu era um servo de Deus, embora ele não se importasse em admitir isso com os seus lábios”.

     Glen Scrivener, evangelista da Igreja da Inglaterra, em artigo para o The Gospel Coalition, avalia que “Spurgeon viu as pragas dos seus dias como uma tempestade que levou muitos a buscar refúgio em Cristo, a Rocha”.

Gripe Espanhola – (1918 a 1919)


Igreja Episcopal do Calvário em Pittsburgh servindo como hospital durante a Gripe Espanhola. (Foto: Reprodução/ Pittsburgh Post-Gazette)

     No início do século 20, a Gripe Espanhola espalhou-se pelo mundo todo, dizimando cerca de 50 milhões de pessoas. No Brasil, a doença matou o presidente Rodrigues Alves. A pandemia desafiou países, governos, igrejas e profissionais da saúde a lidar com uma crise generalizada em um mundo que ainda se recuperava da destruição da Primeira Guerra Mundial.

     Segundo o Dr. Michael Whiting, diretor de Comunicação da Universidade Batista Dallas, nos EUA, os templos das igrejas foram fechados e os Cristãos continuaram  adorar a Deus em suas casas. Há relatos também de cultos ao ar livre, como registado na cidade de São Francisco.

     Muitas igrejas abriram as suas portas para servir como clínicas de saúde improvisadas já que os hospitais estavam lotados. Médicos e enfermeiros cristãos doavam-se para cuidar dos infetados, juntamente com irmãos voluntários, muitos deles sacrificando a própria vida, de acordo com Whiting em artigo para o site da mesma universidade.

     Conforme registos da Biblioteca Mary Baker Eddy, durante a pandemia da Gripe Espanhola, líderes protestantes, católicos e judeus discutiam sobre os decretos do governo de fechar as igrejas. Alguns acreditavam que o serviço da igreja era mais do que necessário naquele momento, defendendo que os templos ficassem abertos. Cientistas Cristãos também participavam da discussão, alguns deles eram favoráveis a obedecer à ordem de contenção.

     Também há relatos de igrejas brasileiras na luta contra a Gripe Espanhola, como a Igreja Presbiteriana de Curitiba. Segundo reportagem da Gazeta do Povo, durante a epidemia que atingiu a capital do Paraná entre 1918 e 1919, a igreja recebeu doentes, quando os postos de saúde se encontravam superlotados.

     Juarez Marcondes Filho, pastor tnesta igreja, afirmou à Gazeta do Povo que a casa pastoral serviu de ambulatório emergencial. “Provavelmente fiéis médicos ajudaram no acolhimento. Foi algo emergencial, não oficial. Estávamos próximos ao Centro e houve um apelo”, explicou.

Pastores na linha de frente em pandemias: verdadeiros mártires 


Pastor Eduardo Lane e sua esposa Mary. O pastor presbiteriano cuidou de enfermos durante um surto de Varíola em Campinas (SP). (Foto: Reprodução/IBEL/TV Mackenzie)

     Na história da Igreja, encontramos relatos de pastores batalhando na linha de frente nas pandemias. Homens corajosos que não tiveram sua vida como preciosa e cumpriram seu pastorado até ao fim, muitos sacrificando a própria vida para salvar outras.

     Durante a pandemia da Covid-19, a história repete-se. Ministros servindo a sua igreja, consolando famílias enlutadas, enterrando vítimas do coronavírus, pregando a esperança vindoura a um mundo em desespero. Infelizmente, muitos desses pastores foram promovidos aos Céus por serem infetados da Covid, morrendo como verdadeiros mártires pelo Evangelho.

     Gerson Moraes, professor de Teologia da Universidade Mackenzie, lembra ao Guiame que a situação do pastor é muito delicada: “O pastorado significa alegrar-se com os que se alegram e chorar com os que choram. Tem que se estar preparado espiritualmente para fazer um enterro de manhã e um casamento ao final da tarde”.

     O professor cita como exemplo o testemunho do pastor presbiteriano Eduardo Lane que atuou na epidemia de Febre Amarela em Campinas, no final dos anos 1880. Na época, a cidade tinha entre 15 mil a 18 mil habitantes e a doença reduziu drasticamente a população para 5 mil moradores.

     O pastor Lane, que também era médico, cuidava dos enfermos. E recusando-se a abandonar os pacientes, acabou morrendo vítima de Febre Amarela.

O papel da Igreja em tempos de pandemia


Jornal anunciando o cancelamento de cultos em São Francisco durante a Gripe Espanhola. (Foto: Reprodução/Newspapers.com)

     Glenn Shunsine, professor de História na Universidade Estadual do Centro de Connecticut, em artigo para a Mission Frontiers, lembra que a maneira de amar o próximo pode ser diferente para cada período da história, visto que nas pandemias anteriores a ciência não era tão avançada e não haviam hospitais modernos e tantos profissionais qualificados.

     “Amar o nosso próximo pode significar coisas diferentes em momentos diferentes”, ponderou Shunsine. “Pode significar distanciamento social para que não corramos o risco de infetá-los como Lutero sugeriu, mas também pode significar ir a áreas onde corremos o risco de contrair a doença. Se formos para essas áreas, devemos tomar todas as precauções possíveis contra a infeção, mas reconhecer com Paulo que ‘para mim, viver é Cristo e morrer é ganho’", afirmou Glenn.

     O professor também destacou a importância da oração em tempos de pandemia, junto com o tratamento médico formal. Ele disse que muitos milagres foram registados nas crises epidémicas ao longo da história: “Não é incomum encontrar relatos de curas milagrosas em resposta à oração em epidemias em várias partes do mundo nos últimos 200 anos”.

     Para o historiador, Deus continua a ouvir as nossas orações em favor dos enfermos: “Deus continua a curar em resposta à oração, e seríamos tolos se não nos voltássemos para Ele em todos os nossos esforços para lidar com doenças e o seu impacto em vidas e comunidades. Não devemos negligenciar a oração”.

“Se existe um momento em que a mente é sensível, é quando a morte está em alta". — Charles Spurgeon

      Shunsine também enfatizou que a Igreja, desde o seu início, considerou a ciência como uma graça de Deus dada aos homens, incentivando que Igreja atual faça o mesmo. “Desde os primeiros séculos, os Cristãos reconheceram a medicina como um bom presente de Deus e utilizaram os melhores conhecimentos médicos e tecnologias disponíveis; eles também defenderam seguir os conselhos médicos. Ao lidarmos com a Covid-19 e outras doenças, devemos seguir o seu exemplo”, observou Gleen.

     Segundo  Gutierres Fernandes, a Igreja tem um papel social importante em pandemias porque exerce influência sobre a vida de muitas pessoas: “Quando a Igreja segue os protocolos de segurança recomendado pelos agentes de saúde e quando promove campanhas de conscientização, a Igreja está a agir de maneira sábia”, disse ao Guiame.

     Já Gerson Moraes,  recorda que a Igreja deve estar na linha de frente durante as calamidades, ajudando o próximo e anunciando as boas novas de salvação.

     E Gerson vai além: “A Igreja deve ser a linha de frente não apenas no serviço, mas em relação ao discurso. Ela deve andar de mãos dadas com a ciência, lutando contra o engano. Não ser negacionista, não ser obscurantista, não se vender a políticos de ocasião. E manter a sua mensagem eterna e eficaz, que não deve mudar ou ser vendida em hipótese nenhuma”.

- in Guiame

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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