11-09-2020 - Homem que tentou matar Billy Graham rendeu-se a Jesus após ouvir pregação do evangelista

George Palmer era um violento e cruel líder de gangue. Desde criança ele passou a odiar Deus por O culpar pela morte do seu pai.
O pai de Palmer morreu na Austrália após plantar 100 cerejeiras. Ele teve um ataque cardíaco e foi levado à pressa para o hospital, mas os médicos não puderam salvá-lo.
“Nunca vou esquecer quando me disseram que o meu pai havia morrido, simplesmente não consegui lidar com isso”, conta Palmer. “Lembro-me de ter subido ao cercado e gritar com Deus. Odeio-Te. Eu odeio-Te com todo o meu coração. Eu nunca Te vou amar.”
A partir dali a raiva cresceu no coração de Palmer, que se transformou num problemático na escola e na vizinhança. As pessoas conheciam-no pela sua má reputação e isso reforçava sua crescente amargura.
“Sempre me disseram que eu não seria nada. Se disser isso a uma pessoa continuamente, é nisso que ela acredita, que não vale nada, que é inútil”, explicou, justificando os sentimentos negativos que sentia.
Na sua juventude, Palmer passou a liderar um gangue violento que prejudicou muitas pessoas e entrou em confronto com rivais. “Eu tinha um temperamento vil”, diz ele.
Um dia, depois de derrotar os seus rivais numa briga de rua, George e sos eus nove associados capturaram o líder do gangue rival e, subjugando-o, dirigiram um carro para a frente e para trás, esmagando-lhe todos os ossos da mão. “Só pensava continuamente em ferir as pessoas”, diz ele.
“Mataríamos Billy Graham”
Foi em 1959, quando ele e os seus comparsas souberam que Billy Graham estaria na Austrália, para a realização de uma cruzada evangelística. Eles odiavam o Cristianismo e Deus.
“Billy Graham representava algo que eu detestava”, diz Palmer. “Era algo que me movia dia após outro.”
A força do ódio era tão grande que Palmer e o seu gangue planearam ir à cruzada em Melbourne, determinados a matar o famoso evangelista americano.
“Cada membro tinha um papel”, lembra ele. “Eu disse aos rapazes: ‘Vamos. Deslocamo-nos para o relvado’. Nós distanciámo-nos para que pudéssemos ver perto de onde Billy Graham estava a pregar. Decidimos que mataríamos Billy Graham.”
Eles pegaram nas suas armas e se entreolharam-se enquanto a mensagem se prolongava. O apelo viria inevitavelmente, uma oportunidade para as pessoas deixarem os seus lugares no estádio e virem para a frente e aceitarem Jesus.
Enquanto esperavam tensamente pela mensagem, Palmer olhou para a multidão que lotava o estádio de críquete. Parecia estranho para ele que tantas pessoas desejassem ouvir a Palavra de Deus.
"Que diabo! O que todas estas pessoas estão a fazer aqui?", interrogou-se.
Palmer diz que naquele momento uma voz lhe falou. “O que estás tu a fazer aqui, George?”
Ao ouvir a pergunta, ele virou-se para ver quem falava com ele, mas não havia ninguém lá. Isso irritou Palmer, que entendeu o que estava a acontecer.
“Ok, eu sei que és Tu, Deus”, disse mentalmente. “Levaste o meu pai. Magoaste-me muito. Porque é que Te deveria amar? Porque havia de me preocupar Contigo?"
Então Deus falou com ele mais uma vez: “George, eu não levei o teu pai para te magoar. Eu nunca te magoaria”.
Palmer não chorava desde os 7 anos de idade, quando derramou lágrima pela morte do pai. Mas naquele momento, começou a soluçar. Quando o apelo veio, ele largou a sua pistola no relvado e correu para diante, crendo em Jesus como seu único Salvador.
“Nove entre dez de nós converteram-se naquela noite. Estávamos todos comovidos em lágrimas".
A partir daquele dia, a vida de Palmer foi completamente transformada. O amor entrou no seu coração e ele começou a servir a Deus.
“Deus tomou esta pessoa que o odiava com todas as partes do seu ser, e Deus o amou. É incrível como Deus pode pegar numa situação como a que estávamos e mudar uma vida completamente. Agradeço-Lhe todos os dias por isso”, testemunha.
- in God Reports
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