04-09-2020 - Cristãos perseguidos recebem ajuda durante a pandemia de covid-19

A COVID-19 surgiu silenciosa na China em dezembro de 2019. E, no fim do mesmo mês, o mundo já estava apreensivo com um vírus que comprometia órgãos essenciais, como rins e pulmões. Até agora, mais de 23 milhões de casos da doença foram relatados e 814.354 perderam as vidas na luta contra o coronavírus.
As consequências desse inimigo invisível afetaram todos os âmbitos da vida de uma pessoa. A nível económico, a crise de saúde pode provocar a recessão mais profunda desde a Segunda Guerra Mundial, garantiu o relatório Global Economic Prospects, do Banco Mundial.
O impacto dessa nova crise deve afetar milhões de pessoas que já estavam no radar da fome, assegura o documento da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO). Com as consequências da COVID-19, como perda de rendimento e aumento de preços de alimentos, o número de necessitados pode crescer. “Este ano, cerca de 49 milhões de pessoas podem cair na pobreza extrema devido à crise da COVID-19. A queda de um ponto percentual no Produto Interno Bruto global significa mais 700 mil crianças raquíticas”, afirmou o Secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres.
Entre as principais vítimas, estão muitos Cristãos que já experimentavam a exclusão social, que os impediam de ter um rendimento justo capaz de satisfazer as necessidades básicas, como alimentação e moradia. Boa parte deles vive em um dos 50 países classificados pela Lista Mundial da Perseguição 2020.
- in Portas Abertas
_________________________________________
NOTA de esclarecimento importante:
Esta secção de notícias é exatamente isso, e tão somente isso: notícias, visando informar o povo de Deus do que vai acontecendo no mundo. Não significa que subscrevamos princípios, práticas e costumes associados às mesmas. O resto do portal esclarece bem e com rigor o que realmente cremos à luz das Escrituras bem manejadas.




