07-04-2020 - Pandemia: museu em Israel permite a visitação aos locais "sagrados" em realidade virtual

Por causa da pandemia do novo coronavírus, estabelecimentos no mundo inteiro estão a adaptar-se à nova realidade, a qual não inclui, na maioria dos casos, a presença de pessoas nos espaços públicos. Pensando nisso, um museu de Israel decidiu inovar.
O Museu da Torre de Davi (‘Tower of David’), situado em Jerusalém, está a oferecer como alternativa aos turistas a possibilidade de visitarem os locais "sagrados" da cidade por meio da realidade virtual. A ideia é fazer com que o público tenha condições de conhecer os locais "sagrados", mas sem precisar de sair de casa.
“Pela primeira vez, os locais mais sagrados de Jerusalém foram capturados usando un "scaneamento" volumétrico e filmagem Stereo 360 VR”, diz o site oficial do Museu ao falar da colheita de dados para a criação da realidade virtual em terceira dimensão – 3D.
A instituição destaca bem neste trabalho como Jerusalém AINDA está a ser "PISADA PELOS GENTIOS , até que os tempos dos Gentios se completem" Lucas 21:24).* O trabalho de cooperação entre os diferentes povos da região “em um dos mais complexos projetos volumétricos de RV produzidos até hoje”, segundo afirma, comprova exatamente isso. Judeus, chamados Cristãos e Muçulmanos trazem neste programa as suas perspectivas de Jerusalém.
Entre os locais sagrados mais visitados de Jerusalém estão o Muro das Lamentações, a Igreja do Santo Sepulcro, a Cúpula da Rocha e o Monte do Templo, regiões que recebem um grande número de visitas em abril, por causa da Páscoa celebrada por Cristãos e Judeus, além do mês de jejum Muçulmano do Ramadão.
Para Eilat Lieber, diretora do Museu, “os passeios e experiências resumem a essência da visão inovadora no Museu Torre de David – para criar uma linguagem moderna, dinâmica e única para a rica história de Jerusalém”.
Liaber destacou a inovação das visitações por meio da realidade virtual como algo que também possui a capacidade de despertar emoções nos visitantes, como se estivesse, de facto, presencialmente nos locais "sagrados".
“A Realidade Virtual pode permitir emoções sentidas o mais próximo possível do que quando alguém está fisicamente presente”, disse ela, segundo informações da CBN News.
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* NOTA de ESCLARECIMENTO
As profecias não se cumpriram e, devido a uma enorme falta de conhecimento basilar das Escrituras, os “peritos” proféticos puseram em causa a verdade de Deus.
Na presente dispensação da graça de Deus não se cumpriu, cumpre ou cumprirá, qualquer profecia 1; e todos os que hoje, como os de ontem, tentarem acasalar, e muitos são os que estão a tentar fazê-lo, os eventos hodiernos com as profecias, acabarão por cair igualmente no ridículo, e fomentarão perigosa e vergonhosamente o descrédito da verdade de Deus – as Escrituras.
Citaremos apenas um exemplo da nossa história recente. Em Lucas 21:24 o Senhor declarou peremptoriamente que Jerusalém será “pisada pelos Gentios, ATÉ QUE OS TEMPOS DOS GENTIOS SE COMPLETEM”. Jerusalém deixou, de facto, de ser “pisada pelos Gentios” no dia 8 de Junho de 1967, quando os Israelitas tomaram posse dela numa admirável vitória, após terem estado desalojados dali durante mais de 1900 anos? Neste momento, de facto, quase 50 anos depois, eles continuam a controlar a cidade. Mas, isto quererá dizer que os Gentios já não pisam a cidade e “os tempos dos Gentios” chegaram ao fim e pertencem ao passado? É evidente que não, pois os tempos que correm ainda não são “os tempos dos Judeus”, apesar de uma intensa esperança de glória arder em cada coração Israelita. E quanto à cidade de Jerusalém ainda estar a ser pisda pelos Gentios, note-se o seguinte: JERUSALÉM CONTINUA A SER PISADA PELOS GENTIOS NO SÍTIO MAIS SAGRADO PARA OS JUDEUS EM JERUSALÉM, onde ficava o antigo templo, por existir nele duas mesquitas, chamadas mesquita de kubbet es-sahkra (domo da rocha) ou mesquita de omar e a mesquita de al-aqsa. Jerusalém continua a ser pisada pelos Gentios e, note-se, bem no próprio coração da cidade, na sua parte mais sagrada, a sua parte mais importante, que, assinale-se, para que a pisadura seja mais forte, tem o nome de Esplanada das Mesquitas.
O que nos espanta é que os “peritos” hodiernos das profecias, que sempre explicam tudo o que de “evento profético” sucede, ainda não tenham conseguido dar uma explicação satisfatória deste acontecimento que secretamente os deve preocupar deveras.
Esta profecia é, de longe, mais clara do que a de Ezequiel 38 ou as de Apocalipse 13 e 17, não é verdade? Ter-se-á o Senhor enganado? O que é que estará errado?
A resposta a tudo isto é de novo a compreensão da verdade de O MISTÉRIO. O período que vivemos, chamado de “dispensação da graça de Deus”, ou mistério, está fora do alcance das profecias – fora, pois, da linha profética. É um período parentético que não foi dado a conhecer a nenhum profeta, nem revelado pelo Senhor, antes do apóstolo Paulo (Cf. Efé. 3:1-11; Col. 1:24-26; Rom. 16:25). O começo desta dispensação da graça parou, por assim dizer, o relógio profético, retomando este o seu curso normal só após o Arrebatamento da Igreja. Assim, tudo o que eventualmente ocorra no presente, pode aparentar ser um cumprimento profético, não o sendo de facto. Como disse bem, um dia, certo crente, “NÓS NÃO TEMOS NADA A VER COM OS SINAIS DOS TEMPOS, POIS ESTES NÃO SÃO OS TEMPOS DOS SINAIS”.
A presente dispensação da graça cobre, então, um período parentético não previsto e muito menos aludido nas profecias, nem mesmo pelo Senhor Jesus enquanto esteve na Terra – “Eis aqui vos digo um MISTÉRIO” (1 Cor. 15:51) . Ademais, a vinda do Senhor para os Seus, no Arrebatamento, no fim da presente dispensação, não é precedida de qualquer sinal. A prova disso é vermos o Apóstolo Paulo esperar que o Senhor viesse a qualquer momento nos seus dias. Ele sabia que para o Senhor arrebatar a Igreja não tinha que se cumprir primeiro qualquer profecia. Paulo cria na iminência da vinda do Senhor. Ele esperava estar vivo quando o Senhor viesse arrebatar a Igreja – “… e NÓS (os que estivermos vivos), seremos transformados” (1 Cor. 15:52); “NÓS, os que ficarmos vivos para a vinda do Senhor, não precederemos os que dormem” (1 Tes. 4:15). Quando as Escrituras falam dos sinais que precedem a vinda do Senhor, referem-se à Sua vinda à Terra, e não aos ares. A vinda do Senhor aos ares ocorrerá antes do período da “Grande Tribulação”, durante a qual os sinais voltarão a ocorrer como indicativos da proximidade da vinda do Senhor, como REI à Terra (Cf. 1 Tes. 4:15 – 5:10; 2 Tes. 2:1-5).
Por conseguinte, a captura de Jerusalém pelos Israelitas em Junho de 1967, ocorreu durante um período não relacionado com os sinais proféticos. Teoricamente, os Árabes podem muito bem expulsar de novo os Israelitas sem que nenhuma profecia tenha sido violada, pois “os tempos dos sinais”, incluindo o retorno pré-milenar de Israel à Palestina e a reocupação de Jerusalém, não têm nada a ver com “o Mistério” – com a presente dispensação da graça de Deus - , mas com a profecia, com o tempo que se seguirá quando não um, mas todos os sinais do retorno de Cristo à Terra, se cumprirão num reduzíssimo espaço de tempo; alguns deles mesmo simultaneamente.
A presente ocupação de Jerusalém por Israel, então, não é o cumprimento de qualquer profecia, não somente porque os tempos dos Gentios obviamente não se cumpriram, mas porque ocorreu durante esta “dispensação do mistério”, que é desprovida de sinais.
As profecias NÃO estão, pois, a cumprir-se.




