24-10-2019 - Alerta aos pais: fabricante da Barbie lança bonecos ‘sem género’

A Mattel, empresa que conquistou o mundo das bonecas com a famosa Barbie e o seu namorado Ken, lançou no mês de setembro, nos Estados Unidos, uma nova linha de bonecos ‘sem género’, visando como público-alvo meninos e meninas.
“Pretendemos refletir a nossa cultura, à medida que o mundo continua comemorando o impacto positivo da inclusão”, disse Kim Culmone, executivo da Mattel que liderou a equipe que projetou os novos bonecos da nova linha, chamada ‘Creatable World’.
Disponível em diferentes tons de pele, cada boneca vem com duas perucas de diferentes comprimentos – os tipos de cabelo são encaracolados, retos e trançados – e várias opções de vestuários que permitem às crianças modelar a boneca com “cabelos curtos ou longos, com saias, calças ou ambos”, disse Culmone. Cada kit, como é chamado, custa cerca de 28 euros.
O produto foi lançado nos Estados Unidos, mas ainda não tem previsão para chegar a Portugal.
“Especialistas em género”
Para desenvolver as bonecas e os seus acessórios – todos os componentes são originais e a pesquisa e o design levaram 18 meses – a Mattel convidou o que classificou como “especialistas conhecedores da identidade de género”, além de famílias com “crianças de todas as identidades de género”.
“Conversamos com eles sobre o que eles tinham em bonecas atualmente e o que estavam procurando”, disse Culmone.
Os pesquisadores destacaram que “as crianças não queriam ser informadas de que os meninos tinham que brincar com carros e as meninas tinham que brincar com bonecas”, disse Culmone.
Curiosamente, apesar da marca lançar a nova linha “celebrando a inclusão”, Culmone reconheceu que “esta linha de produtos não é para todos”.
“Alguns pais podem ficar desconfortáveis com a sensação de que o brinquedo está criando uma situação em que o género precisará ser discutido com o filho”, disse ela, “mas essa é uma decisão familiar realmente pessoal”.
Devastação da ideologia de género
Facto é que a promoção da ideologia de género tem causado um efeito devastador nas sociedades que têm como algo “positivo” e “inclusivo”.
No Reino Unido, por exemplo, até 2016, o número de famílias que passaram a procurar tratamento psicológico ou psiquiátrico para suas crianças aumentou em mais de 1.000% em apenas cinco anos.
O facto mais alarmante é que em muitos casos, a doutrinação chegou a tal ponto que as crianças estão a ser submetidas a tratamentos com bloqueadores de hormonas para iniciar o processo de “transição de género”.
Segundo Paul McHugh, um ilustre professor de psiquiatria e ciências comportamentais da Universidade Johns Hopkins, em Baltimore (EUA), esse tipo de tratamento é “imprudente e irresponsável”.
“[Os médicos] não têm evidências de que [o tratamento] seja o correto”, explicou McHugh. “Muitas pessoas estão a fazer o que equivale a uma experiência com essas crianças e jovens, mas sem dizer que é uma experiência”.
- in Guia-me com informações do New York Times




